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Agora Santa Inês - COLUNA DO SILVEIRA 1383

COLUNA DO SILVEIRA 1383

““Em meio à adversidade vós me conservais a vida. Estendei a não contra a cólera dos meus inimigos. Salva-me a Vossa mão!”. Salmo 137/7.

 

Olá, bom dia! Esta é a edição 1383 do seu Jornal AGORA Santa Inês, que circula neste sábado, dia 9 de fevereiro de 2019.  Desde ontem vivemos mais uma tragédia no Brasil, a morte de 10 jovens atletas do Flamengo que moravam em um dos setores do Ninho do Urubu, nome carinhoso dado ao Centro de Treinamento do Flamengo no Rio de Janeiro.  Três ficaram gravemente feridos. Algo que acabou por impactar não só o Brasil, mas, todos os grandes clubes de futebol pelo mundo. É claro que a população brasileira já não aguenta mais tantas tragédias. Uma após outra. Depois de Minas/ Brumadinho onde mais de 300 pessoas perderam a vida, o Rio de Janeiro assume as páginas tristes dos jornais e espaços de programas televisivos. Além de uma tempestade na noite de quarta-feira que devastou várias partes do Rio, veio o incêndio do CT do Flamengo, além do que, cerca de 13 pessoas foram mortas na mesma madrugada em tiroteio. Estamos falando apenas de umas três ou quatro tragédias que se abateram  no Brasil nos últimos dias. Muita tristeza. Não dá para fazermos  de conta que tudo está bem. Além disso, temos um presidente sem presidir e o país assim meio que manquitolando. Chega, né! Tudo demais enjoa, até doce de leite. Voltemos para a Coluna que hoje presta uma homenagem para as vítimas do incêndio no Rio de Janeiro. Muita gente sabe que eu tive na década de 80, uma convivência muito grande com o Clube de Regatas Flamengo, do Rio de Janeiro. Na despedida do goleiro Raul, talvez eu tenha sido o único maranhense presente em todas as festividades de despedidas do goleiro, convivendo com todos os atletas da época de Zico a Júnior, de Mozer a Adílio, todo o time. Até quase o final da década de 90, eu ainda era muito fanático pelo time, o qual sou torcedor até hoje, mas como já disse ao Maurício Mattos, gerente geral do time, e a Gustavo Fernandes, um dos conselheiros rubro-negro, hoje os meus ídolos são outros, e não jogam bola e nem são visíveis por aqui, muito embora possamos senti-los  ao nosso lado o tempo todo. Mas tenho grande admiração pelo Flamengo, por seus diretores e tenho filhos e genros que são flamenguistas “doentes”. Na minha sala de trabalho, tenho dois quadros  em tamanho natural, duas camisas do Flamengo, uma autografada por todos os jogadores da década de ouro de 80 do Fla, e outra que me foi enviada pelo Zico, com dedicatória e tudo. Por outro lado, o presidente da Embaixada do Flamengo em Santa Inês, é o meu querido amigo Josino Catarino, amigo em comum com os meus amigos do Rio de Janeiro. Tanto Maurício Mattos, quanto Gustavo Fernandes, costumam falar comigo ao menos uma vez por semana através do Whatsapp. Leem o Jornal AGORA Santa Inês, sabem da minha vida e comentam comigo sobre fatos familiares da parte deles e da minha parte. Realmente, se não sou mais um torcedor que adoece quando o Flamengo perde, sou um ser humano e sei o quanto é doloroso que vidas sejam perdidas em tragédias tais como as que tem acontecido no Brasil. Rezemos para que as famílias desses jovens, bem como dos funcionários da Vale e tantos outros que perderam a vida de forma inesperada e violenta, encontrem em DEUS o devido e necessário conforto. Amém!   

Postado por: Redação Agora 03

Categoria do Post: Coluna-do-Silveira

Data: 09/02/2019

Visitas: 399

Palavras-chave: COLUNA DO SILVEIRA 1383

Fonte:

Big Systems
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