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Agora Santa Inês - COLUNA DO SILVEIRA 1395

COLUNA DO SILVEIRA 1395

“O Senhor é meu Mestre, meu Guia e minha Fortaleza! Não existiria sem Ele e sua Misericórdia. Aliás, não seria mesmo ninguém sem Ele. A Ele devo tudo, e tudo devo! Glórias e Louvores a ti, Senhor!”. Do livro Gotas de Reflexão Espiritual volume II, de autoria de Clélio Silveira Filho.

 

Olá, bom dia! Vamos nos aproximando do fim do mês de março, e com as águas de março, como diria Tom Jobim, “é pau, é pedra” lá em Brasília, onde a coisa está para lá de feia. Como março é um mês complicado para o Brasileiro! Ou já foi e quer ser outra vez. Essa de comemorar o 31 de março determinado pelo presidente, Sua Excelência Jair Messias Bolsonaro, é algo que nos remete a uma incerteza, a qual já vivemos nos anos de “chumbo” a partir de 31 de março de 1964. Cruz Credo!!! Deus nos livre. Eu tenho quase 66 anos e tenho uma pequena história de um perrengue que passei ali pelos meus 19 anos com a tal ditadura. Não vou contar agora. Tudo tem seu tempo, e eu tenho fé que Deus me dará saúde o suficiente  par eu escrever um pouco da minha vida, onde fatos pitorescos aconteceram. Com todo o respeito ao Sr. Presidente, o mesmo vem faltando com devido respeito que merecemos. Desde sempre dissemos aqui; ou ele muda ou o Brasil muda de presidente. Infelizmente. E ontem à noite, 22 horas em ponto, quando eu escrevia esta Coluna, chega a notícia de mais uma derrota dele na Câmara Federal, cuja íntegra dela, segue mais abaixo. Um derrota, diga-se de passagem humilhante. Mas, todos sabem que ontem pela manhã, ao invés de ele está despachando no Palácio, em meio a “trocentas” crises, ele estava assistindo um filme em um shopping da cidade satélite Guará, arredores de Brasília, juntamente com a esposa enquanto o mundo se acabava no Congresso Nacional. Esse é o nosso presidente, e esta é a nossa edição impressa, online e em PDF, de número 1395, do Jornal AGORA, que circula nesta quarta-feira, dia 27 de março. Que Deus tenha piedade de nós, e nos abençoe a todos! Amém!  

 

CÂMARA APROVA PEC QUE TIRA PODER DO GOVERNO SOBRE O ORÇAMENTO

PEC desenterrada por deputados torna investimento uma despesa obrigatória. Em votação relâmpago, a Câmara aprovou na noite de ontem em dois turnos a proposta de emenda constitucional que retira do governo poder sobre o Orçamento. O texto vai ao Senado para ser analisado. Aprovado com ampla maioria (448 votos em primeiro turno e 453 no segundo turno) representa uma derrota para o governo do presidente Jair Bolsonaro.

A PEC (Proposta de Emenda à Constituição) torna o Orçamento mais engessado, pois classifica como obrigatório o pagamento de despesas que hoje podem ser adiadas, principalmente investimentos. Segundo técnicos da Câmara, se a proposta avançar, de um Orçamento total de R$ 1,4 trilhão, o Executivo teria margem de manobra em apenas R$ 45 bilhões das despesas.

Os cálculos consideram números relativos a 2019.

Atualmente, cerca de 90% do Orçamento já é composto de gastos obrigatórios, como Previdência e salários. O restante (R$ 137 bilhões) é despesa discricionária, que pode ser cortada. Mas, pela PEC, os programas destinados a prover bens e serviços para a população, como a área de infraestrutura e educação, passam a ser de execução obrigatória.

Assim, segundo técnicos de Orçamento da Câmara, sobrariam apenas a parte de Orçamento para custeio da máquina pública —energia elétrica, terceirizados, etc. Isso soma, em valores de 2019, R$ 45 bilhões.

A PEC estava parada na Câmara desde 2015 e é mais um recado do Legislativo que trava um embate com o presidente Jair Bolsonaro e com o Palácio do Planalto.

A votação é um recado da Câmara ao Planalto em meio à crise de articulação entre o Executivo e o Legislativo. Todos os partidos orientaram pela aprovação da PEC, inclusive o PSL, partido do presidente. A unanimidade virou até piada no plenário da Câmara, ao conseguir unir no painel de orientação partidos de todos os lados do espectro político para impor uma derrota ao governo.

Apesar disso, a orientação do próprio governo, para evitar que a votação fosse caracterizada como uma derrota acachapante, foi pela aprovação. O líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO), votou a favor da PEC. Já a líder do governo no Congresso, Joice Hasselmann (PSL-SP), foi contra. Não é comum que propostas de emenda constitucional sejam votadas na mesma sessão. Com um acordo entre os líderes e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), porém, o texto foi votado em dois turnos em menos de uma hora.

https://www1.folha.uol.com.br BRASÍLIA/Thiago Resende /Angela Boldrini

 

MINHA NETA MARIA EDUARDA

Hoje quero mandar um beijo especial para minha neta Maria Eduarda, que para mim será sempre a Duda, filha da minha primogênita Raquel com Adelson. Duda está de aniversário hoje. O vô te ama, assim como ama todos os netos e netas. Muitos anos de vida, linda do vô!

INFARTO MATA JORNALISTA QUE SOBREVIVEU AO VOO DA CHAPECOENSE


Um dos quatro brasileiros sobreviventes na tragédia aérea da Chapecoense, em 2016, Rafael Henzel morreu na noite de ontem, terça-feira (26) após sofrer um infarto. O jornalista jogava futebol na cidade de Chapecó, no Oeste catarinense, quando foi levado ao hospital regional, ainda com sinais vitais, mas não resistiu. O jornalista de 45 anos trabalhava atualmente na rádio Oeste Capital e, um ano após sobreviver à tragédia, tinha voltado normalmente à rotina dos jogos.

Postado por: Redação Agora 03

Categoria do Post: Coluna-do-Silveira

Data: 27/03/2019

Visitas: 507

Palavras-chave: COLUNA DO SILVEIRA 1395

Fonte:

Big Systems
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