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Agora Santa Inês - LITERATURA LITERALMENTE

LITERATURA LITERALMENTE

UMA MAÇÃ PROIBIDA PARA POBRES


“ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção”.

(Paulo Freire)

O planejamento é uma tábua de ferir os dedos. Fico muito machucado ao fim das reuniões que tenho participado para organizar a vida, na escola. Fico observando os professores constatarem, com muita verdade, as dificuldades dos alunos: falta de leitura, incapacidade na escrita, incoerência dos atos de fala, indisciplina e falta de projeto para o futuro.

Essas roupas velhas são lavadas, todo mês. Estão esfarrapadas, mas não são substituídas. Incrível como o discurso é repetitivo e verdadeiro. Eu estranho a falta de indagações depois das constatações. Ninguém pergunta por que os filhos dos trabalhadores precários não desenvolvem certas proficiências? Como a indisciplina é um reflexo da formação da família monoparental? Não discutem a injustiça social x o analfabetismo funcional?

Lembro agora do Edgar Morin. Vou incluí-lo na minha argumentação. Ele foi convocado para reformar o ensino da França. Sugeriu a reestruturação do sistema, a reforma dos educadores e diminuição das injustiças para avançar na qualidade da aprendizagem. Imaginem só, uma nação que sempre buscou a justiça, precisava tornar-se mais inclusiva para ensinar melhor. O presidente achou normal. Autorizou.

Entre nós, um nordestino, sem formação acadêmica, fez o mesmo. Lula criou quatrocentas e vinte duas escolas técnicas federais, dezoito universidades. Investiu na inclusão dos pobres através do conhecimento, distribuiu renda. Pregou a paz entre as classes sociais. O maior líder popular do mundo contemporâneo confirmava a força, da isonomia.

Jessé Souza, no livro A Classe Média no Espelho, demonstra que a educação é um privilégio de classe. Não poderia ser acessível aos pobres, porque o capitalismo só respeita o dinheiro e o capital cultural. Portanto, pobre não pode ter acesso nem ao vil metal, nem ao mundo racional.

Temos a obrigação ética de questionar as desigualdades, nesta terra de banqueiros e rentistas. E oferecer o pecado do conhecimento para o proletariado.

 

TEXTO: PAULO RODRIGUES – Professor de literatura, poeta, escritor e autor de O Abrigo de Orfeu (Editora Penalux, 2017); Escombros de Ninguém (Editora Penalux, 2018).  

 

CANTOR DE SANTA INÊS CAMINHA PARA MAIS SUCESSO EM MUITOS ANOS DE CARREIRA


Nascido em Miranda do Norte, Jorge Miranda é cantor e compositor, que aos 5 anos veio morar em Santa Inês.  Começou a gostar da música ainda cedo, mas só depois dos 25 anos começou a cantar para ganhar a vida, sendo que suas músicas são sempre voltadas para a cultura maranhense.

Compôs e gravou músicas como Meu Maranhão, Riquezas Maranhenses, Lua Bela, Vamos Dançar Menina, Brincadeira de São João, Som do Gonzagão, Saudades de Mainha, Vem Cá Maria, Vamos pro Mar, entre outras, além de se apresentar sempre em casas de eventos.

Cantou em vários arraiais de Santa Inês e região e em São Luís. Mora atualmente na Rua da Palmeira, Bairro da Palmeira, em Santa Inês no Estado do Maranhão. Disponibiliza o telefone para contato (98)98420-9961

 

REFLEXÕES DA ZABELLA


Parece que em seis meses eu amadureci 30 anos.

Parte desse processo foi perceber que muitas vezes eu era desleal comigo mesma - e ainda sou muitas vezes, porque a tendência é ser mesmo - e assim, consequentemente, tóxica comigo.

Sufocada no meu autoboicote, na zona de conforto.

No mindset fixo.

No achismo.

Na falta de pesquisa.

Presa no engessado, na procrastinação.

No medo de me descobrir.

Crescer é encarar o problema de frente e buscar possibilidades de resolvê-lo.

Ou, quando não pode ser feito, simplesmente aceitá-lo.

Na fé mesmo. Na dura!

Ser vulnerável é ser forte, também. Imagina que porre seria se o tempo inteiro todo mundo fosse feliz ou vivesse apenas de relacionamentos líquidos?

Hoje em dia eu procuro ser o mais sólida possível comigo.

O mais profunda possível, e, olha só que louco:

o mais leve.

A vida é boa demais pra gente ignorar sentimentos; e, tanto os tarjados como ruins quanto os bons são maravilhosos e normais de serem sentidos.

Significam que você está vivo.

Tem coisa mais maravilhosa que isso?

 

*Isabella Silveira ex-moradora de Santa Inês, é formada em Direito, modelo, atriz, cantora e contratada da Távola 4/ Mesa 42/ São Paulo / Brasil, onde reside atualmente. Tem mais de 128 mil seguidores no Instagram onde suas fotos  já foram vistas mais de 12,5 milhões de vezes.  @ZABELLA

Postado por: Redação Agora 03

Categoria do Post: Entretenimento

Data: 13/04/2019

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Palavras-chave: LITERATURA LITERALMENTE

Fonte:

Big Systems
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