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Agora Santa Inês - COLUNA DO SILVEIRA 1445

COLUNA DO SILVEIRA 1445

“Não permitirás, Oh Deus, que eu me curve diante das tribulações, pelas quais sou obrigado a passar no dia a dia. Mas me manterás de pé, firme que nem uma rocha e de olhos bem abertos, e com a devida coragem para vencer  o medo, as traições e as armadilhas. Serás meu Senhor, sempre!”. Clélio Silveira Filho.

olá, bom dia! Já chego aqui pedindo um milhão de desculpas para os nossos milhares de leitores de nossas três versões diferentes; é que não circulamos ontem, quarta-feira, como de costume. É que fazer jornal impresso hoje não está fácil, com a falta de insumos no mercado.  Papel, chapas, poliéster, tinta, solução de fonte, reparador de chapa, limpador de chapa, revelador de chapa e por aí vai. Mesmo você estocando, chega uma hora que falta um ou mais desses insumos e não se encontra com facilidade. Muita coisa desapareceu do mercado este ano, inclusive lojas que vendem esses materiais fecharam as portas. Mas os jornais impressos não fecharão. Aliás, façam as contas pelo que já passamos:  O primeiro jornal publicado no Brasil foi a Gazeta do Rio de Janeiro. A publicação surgiu em 10 de setembro de 1808, ou seja; há 211 anos atrás, e era um tipo de imprensa oficial da Família Real portuguesa. Antes da chegada da Família Real ao Brasil, a imprensa era uma atividade proibida no país. Assim, as poucas informações que chegavam até o Brasil eram apenas aquelas publicadas nos periódicos europeus. A Gazeta surgiu, então, como um órgão oficial do governo português. O jornal era editado sob censura prévia,  e só veiculava notícias de interesse da corte real portuguesa. (Hummm!!!)  A Gazeta tinha um objetivo doutrinário e de formação da opinião pública. O jornal era amplamente persuasivo e as informações eram manipuladas a favor da corte. (Hummmm de novo!!!) A censura imposta ao periódico só foi extinta no dia 2 de março de 1821. Isso é; só deixou de existir depois da Proclamação da República em 1822. Pois bem, de lá para cá, veio o telegrama, e o jornal impresso continuou, veio o rádio, e jornal impresso continuou, vieram as revistas, e o jornal continuou, no final da metade do século passado vieram as emissoras de TV, e os jornais continuaram, veio a internet, e os jornais seguiram firmes, vieram as redes sociais (que já estão em decadência por falta de credibilidade, pouco do que é publicado nelas é confiável),  e os jornais impressos seguem sua batalha, veio o Bolsonaro, tirou um “naco”  do faturamento dos jornais (só de raiva), e os jornais e as revistas seguem impávidos! O AGORA mesmo é um exemplo; a cada dia que passa aumenta o número de anunciantes, de assinaturas e leitores são alcançados de várias formas. Pela versão impressa, pelo site e pelas edições em PDF, e na última edição do mês de setembro estaremos apresentando mais uma novidade que a tecnologia nos proporcionará para deleite dos nossos leitores. É só aguardar! Bom, e como já fomos longe neste parágrafo, rogo A Deus Pai de Misericórdia, que nos perdoe os pecados e nos abençoe a todos, hoje e sempre! Amém! Ah, esta é a edição 1445 que circula nesta quinta-feira 26 de setembro de 2019.

PARABÉNS GRANDE

MÉDICO E AMIGO! 


Memórias, sonhos e lágrimas de saudades! Mais uma obra literária do renomado médico Itamar Dias Fernandes foi lançada  em Imperatriz na noite da última sexta-feira 20 de setembro 2019, no Auditório da Associação Médica, lotado de personagens da cidade de Imperatriz e região,  dentre elas, médicos, empresários, autoridades amigos e pacientes e uma gama de imortais da Academia Imperatrizense de Letras.  Foi o lançamento do mais novo trabalho literário do renomado médico e escritor  Itamar Dias Fernandes. Itamar e Maria Fernanda, juntamente com os filhos receberam com muita elegância seus convidados ilustres. Apesar de o Colunista aqui ter sido convidado, infelizmente não pude estar presente neste momento de muita satisfação e felicidade do grande amigo de décadas, Dr. Itamar, que não faz muito tempo, venceu uma batalha contra uma terrível doença, que graças às bênçãos de Deus, não lhe tirou a vida. Logo ele, que por suas mãos, nasceram ou foram cuidadas milhares de vidas nascidas ou recém-nascidas e mais adiante. Dr. Itamar Dias Fernandes é renomado Pediatra.  (Com colaboração de Tereza Eugenia)

 

MAIS UM HOMENAGEADO DE SANTA INÊS


O jornalista, radialista e advogado Neres Pinto  foi um dos homenageados especiais na solenidade da última sexta-feira (20), no Auditório Simão Estácio da Silveira, da Câmara Municipal de São Luís. A propositura, de autoria do vereador Pavão Filho (à esquerda) também homenageou os três jornais mais antigos da capital: O Imparcial, Jornal Pequeno e O Estado. Aquela casa legislativa está comemorando 400 anos de atividades e é uma das mais antigas do país. A mesa foi presidida pelo presidente da Câmara, Osmar Filho (à direita). Waldemy Neres Pinto é natural de Santa Inês, onde viveu parte da sua juventude, e milita na imprensa maranhense (rádio e jornal) há 49 anos. Já recebeu várias homenagens, placas, comendas, etc. Este Colunista aqui, teve a felicidade de trabalhar com Neres Pinto lá pelos idos de 1967, nas Lojas Pernambucanas, depois seguimos separados, mas em um mesmo caminho; a comunicação de alto falantes na cidade. Depois de quase meio século, voltamos a nos encontrar no ano passado quando recebi na Assembleia Estadual, a maior honraria daquela casa Legislativa; a Comenda Manuel Beckmann pelos meus 50 anos de Comunicação  (ano que vem, com certeza estarei lá de novo, para ver o Neres Pinto receber a dele, pelos seus 50 anos de Jornalismo.) Neres é daqueles que traz o bem no coração. Muito me honra ser seu confrade de profissão décadas e décadas, e de ser seu amigo. Um orgulho para Santa Inês. Merecido!!!!

 

HISTÓRIA CONTADA


“Como um menino que vê  seu ídolo pela primeira vez, eu pedi ao dono desse instrumento que deixasse-me tirar uma foto com ele, um piano velho, desafinado e com muitas marcas do tempo, eu não sei a quem ele pertenceu e nem quantos bailes e festas  de família ele animou, mas uma coisa eu sei; a emoção que eu senti foi algo indescritível, sentir a textura das teclas o peso das mesmas e o som das cordas, voltar dezenas de anos no tempo, imaginando músicas da época e toda a elegância de quem as executava  e dos expectadores. Cara, por um instante este sentimento que tomou conta de mim, me fez pensar que todos nós temos uma máquina do tempo que nos transporta para qualquer lugar do mundo a qualquer estação. Esse #piano foi a minha máquina do tempo hoje. Você também tem a sua, e com certeza um dia você vai encontrar”. (Por George Silveira)

 

PÊSAMES DE CORAÇÃO!

A Coluna hoje fecha saudosa, e solidária a um dos mais assíduos leitores deste Jornal, e um dos grandes amigos deste Colunista, Dr. Francisco Canindé - o executivo que um dia sonhei está ocupando a cadeira do Executivo Municipal – algo que, apesar de lhe passar pela cabeça, resiste ir para a disputa devido a compromissos assumidos anos atrás. Explico:  Na quarta-feira, lá no seu Rio Grande do Norte, faleceu sua genitora. Por certo, alguém que deixou um exemplo de criação de uma família, tendo por base, o que nos apresenta o amigo Canindé. Senti também por ele e sua família. No dia anterior, sem imaginar o que aconteceria na terça-feira, nos atendeu diante de uma missão para a Casa da Divina Providência. Na oportunidade, agendamos uma reunião para o final da tarde de ontem, quarta-feira. Mas na terça, pela manhã, sua secretária nos comunicou o cancelamento da reunião e a triste notícia da partida da mãe do amigo Canindé. Na noite da mesma terça-feira, falei com ele e o confortei na medida do possível com minhas humildes palavras. Segue aqui de público os pêsames da família Silveira a  ele e a todos os familiares do Dr. Francisco Canindé.

 

 

Postado por: Redação Agora 03

Categoria do Post: Coluna-do-Silveira

Data: 26/09/2019

Visitas: 139

Palavras-chave: COLUNA DO SILVEIRA 1445

Fonte:

Big Systems
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