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Agora Santa Inês - COLUNA DO SILVEIRA 1448

COLUNA DO SILVEIRA 1448

“O alimento do ser humano não é só o que entra pela boca, mas o que de bom absorve a alma, transformando a vida em uma abençoada passagem por aqui. Que Deus trabalhe nossas mentes e lave purifique nossa alma”.

Olá, bom dia cidade, região, brasil, mundo!  Isso mesmo, parece até brincadeira, mas a gente alcança outros continentes através de nossa versão online, via o site www.agorasantaines.com.br. E foi por isso que em 2013, salvo engano, recebemos aqui em nossa redação repórteres do The New York Times, que vieram em busca do que publicamos na edição impressa e na online. Um fato que repercutiu na América, mas repercutiu também na Europa, de onde veio até aqui, um repórter da revista  Der Espiegel, a Veja de lá. Logo não há nenhum exagero de nossa parte quando nos reportamos ao fato de estarmos literalmente  “nos olhos” do mundo. Mas, voltemos para cá. Pé no chão e olhar fixo nas coisas que nos rodeiam ou estão em território nacional. Aliás, hoje, qualquer pauta, tem que necessariamente passar pelas notícias “cabeludas”, que nos levam cada dia mais, a acreditar menos num país que mata mais do qualquer guerra no mundo, idem se rouba, idem se mente, idem se pratica a corrupção, idem os poderes usam moedas de troca, etc. etc. etc. A cada dia lamentamos mais o que vem acontecendo lá na capital sede dos três ou mais poderes. Fazer o que? Torcer para não ficar pior do que está, mas o Tiririca diz que fica. Bom hoje é dia 5 de outubro, de 2019, estamos a um ano da eleição para prefeito, e é um sábado. Esta é a edição impressa, online e em PDF do Jornal AGORA Santa Inês de número 1448. Rogo do fundo meu coração, que Deus nos abençoe a todos e nos dê – se ouvirmos Ele – um belíssimo final de semana. Amém!

ANIVERSÁRIO DELA

Hoje é o aniversário da minha primogênita Paula Raquel, que chega aí aos 4.5  com cara de 30. Raquel que é professora, muitíssima conhecida aqui em Santa Inês e mais querida ainda. Um doce de pessoa, que me deu um casal de netos lindos, Juan e Duda. Raquel que se agarra a Deus a todo momento, cheia de Fé e bastante atenciosa a todos. Assim é minha primogênita, que nem mais e nem menos do que as minhas outras filhas eu amo. Mas hoje é o dia dela. Parabéns querida filha, o pai te ama muuuuuito!

 

NOS ESTATES

O meu amigo e confrade – é escritor – Comendador Ruy Palhano, anda literalmente pelos Estados Unidos, cruzando o país de ponta a ponta na sua anual travessia de moto na famosa rota 66. O nosso mestre e colaborador, um dos mais famosos nomes da psiquiatria brasileira, não quer saber de se “encostar” nem de jeito algum. Como ele diz, com sua simplicidade: “estamos caminhando rumo a finidade, logo, temos que aproveitar o máximo”. Verdade mestre, se bem que muitos dizem que a melhor idade é entre os 60 e os 80, quando você usa toda sabedoria e experiência da vida para viver o que lhe resta. É claro que para isso, necessário se faz alguns “predicados”: saúde, um pouquinho de dinheiro, paz espiritual e outros que tais. Mas, vamos chegar lá. Curta muito essa sua aventura, afinal, sua profissão exige oxigenação na mente e no coração com regularidade. Aliás, as nossas.

 

LOURIVAL TAVARES

Novamente me veio na mente a música “Pequeno Concerto que virou Canção”, de autoria do auto-exilado cantor e compositor Geraldo Vandré. Cuja música interpretada pelo santainesense Lourival Tavares, radicado em São Paulo há uns 40 anos, tem a força de tocar com mais profundidade em nossos corações do que a interpretação do próprio Vandré. E olha que cantada  pelo Vandré, já nos faz “balançar”, mas, repito, a interpretação de meu ex-calouro do Cine Art Palácio de Santa Inês, é de nos remeter a segunda metade da década de 60 e o começo da década de 70. Tempos sombrios. Tempos de medo. Vividos à flor da pele. Nós jovens da época, sabemos bem o que passamos, o que vivemos. Ouvíamos falar em Geraldo Vandré (Paraibano) dos festivais internacionais de música, de seu exílio forçado, de sua fuga das “barbas” dos militares. E só tivemos contato com sua primazia de obra, quando dois amigos nossos que estudavam na Bolívia, vieram passar férias aqui e trouxeram escondido na bagagem, um long-play de Geraldo Vandré, cujo dito, nós ouvíamos nas madrugadas nos fundos dos quintais da Rua do Comércio e outras ruas adjacentes. Hoje podemos ouvir Vandré. Porém ouvindo a canção a qual me reporto neste parágrafo, temos a impressão de que estamos vivendo um momento de anarquia neste país, e que corremos o risco de um dia desses, recorremos a lugares “escondidos” para ouvirmos Vandré de novo. Deus ilumine nosso Brasil, e que eu esteja enganado, e se assim o for (eu enganado) que Deus me perdoe! Mas, aproveite, vá lá no YouTube e digite lá Lourival Tavares, Pequeno Concerto que Virou Canção, e se emocione!

Postado por: Redação Agora 03

Categoria do Post: Coluna-do-Silveira

Data: 05/10/2019

Visitas: 86

Palavras-chave: COLUNA DO SILVEIRA 1448

Fonte:

Big Systems
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