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Agora Santa Inês - COLUNA DO SILVEIRA 1461

COLUNA DO SILVEIRA 1461

“Obrigado Senhor por todas as vitórias que Tu tens me proporcionado. Elas são ungidas por Vossas Bênçãos e Misericórdia. Jamais deixarei de Te Louvar, Te Glorificar e de dar testemunhos do quanto És bom!”. Clélio Silveira Filho.


Olá, bom dia! Cá estamos nós circulando com a penúltima edição do mês de novembro, do seu Jornal AGORA Santa Inês, sendo esta a edição de número 1461, que circula nesta quarta-feira, 27 de novembro de 2019. Segunda-feira da semana que vem, já vamos amanhecer no dezembro, aliás, isso se dará mesmo é logo no domingo, 1º de dezembro, por agora fiquem com a edição impressa, online e em PDF do AGORA, lembrando que não é fácil fazer um jornal com tamanha envergadura e credibilidade, mas a gente dá conta, tanto é assim que já estamos no mercado há mais de 18 anos sem deixar de circular, mantendo nosso compromisso com os nossos assinantes, milhares de leitores e dezenas de anunciantes que no geral, nos mantém de pé, firmes que nem uma rocha e abençoados por Deus. Lamentamos profundamente, que este mês que este mês que caminha para seu final, tenha sido um dos mais violentos do ano, onde já se contabiliza cerca de 7 ou 8 homicídios, cada um mais bárbaro do que o outro, e parece que nossos autoridades ainda não deram um passo sequer para estancar essa situação. E aqui mais uma vez repetimos; isso sem contar com os casos de suicídio que muito abalaram as cidades de Santa Inês e Pindaré de outubro para cá. Como a nossa missão é ser parte dessa parte, contando e registrando os fatos, não podemos abrir mão de nossas obrigações, diria mesmos, dever. Por outro lado, o clima político e de ameaças em que vive o brasileiro hoje em dia, não é nada tranquilizador ou animador. Não nos assustemos (eu particularmente não) se desembocarmos em um clima de total desequilíbrio na sociedade como um todo, isso gerado pelas formas com as quais, muitos dos que estão no poder, a começar daquele que deveria dialogar e não ameaçar a maior parte do povo brasileiro, seus “seguidores”. Da minha parte, nada a favor do Lula, e tudo contra o comportamento de ditador, rei ou dono do país, que está claríssimo nos “passos” do presidente, seus filhos e aliados. Em menos de um ano as mudanças foram para bem pior. Não queremos que nos roubem, mas também não queremos que nos matem. O cenário que aí está, que pela manhã é um, meio dia é outro, ao anoitecer é outro, não nos traz nenhuma segurança ou certeza de que estamos sendo bem conduzidos. Não nos enganemos! Queremos paz neste país, sossego, menos gracinha, menos armas, menos ameaças, menos mudanças radicais, etc. Que juntos e unidos, não esqueçamos  disso. Que Deus nos proteja e em sua infinita bondade, nos abençoe a todos, hoje e  sempre. Amém!

NO ASSUNTO

O que mais se ouviu e se leu ontem nos veículos de comunicação críveis, diz respeito a atitudes que levam o governo Bolsonaro a, se quiser, nos arrancar de uma democracia e nos lançar numa ditadura. Vejam um trecho do que rolou ontem, terça-feira, 26 de novembro:

 

ATOR: PAULO GUEDES

Paulo Guedes repete ameaça de AI-5 e reforça investida radical do Governo Bolsonaro

Num momento em que presidente insiste em aumentar excludente de ilicitude para proteger excessos de agentes militares, ministro da Economia traz de volta fantasma de decreto da ditadura. Quase 51 anos depois daquela data, marcada pela institucionalização da perseguição política e do terror cometido pelo Estado brasileiro durante a ditadura militar (1964-1985), o atual ministro da Economia, Paulo Guedes, reativou essa memória: "Não se assustem então se alguém pedir o AI-5. Já não aconteceu uma vez? Ou foi diferente? Levando o povo para a rua para quebrar tudo. Isso é estúpido, é burro, não está à altura da nossa tradição democrática", disse ele durante entrevista coletiva ontem, em Washington.

 

ACENDE O PAVIO

A menção ao decreto da ditadura em tom de ameaça vem num momento em que a extrema direita brasileira se arma de instrumentos jurídicos para justificar ações radicais contra eventuais manifestações no Brasil. Há menos de um mês, o deputado federal Eduardo Bolsonaro, o filho zero três do presidente Jair Bolsonaro, afirmou em entrevista que, caso os protestos no Chile se repetissem  em solo brasileiro, um novo AI-5 poderá ser editado. "Se a esquerda radicalizar a esse ponto, a gente vai precisar ter uma resposta. E uma resposta pode ser via um novo AI-5, pode ser via uma legislação aprovada através de um plebiscito como ocorreu na Itália. Alguma resposta vai ter que ser dada".

 

O PAI SEGUE O FILHO

Na última quinta-feira, Bolsonaro enviou ao Congresso Nacional  um Projeto de Lei que busca isentar de punição os militares, policiais federais e agentes da Força Nacional (formada por policiais de vários Estados) que cometam excessos ou matem durante operações sob o decreto presidencial de Garantia da Lei e da Ordem (GLO). Nesta segunda deixou claro que sua intenção era também a de reprimir protestos. "Vai tocar fogo em ônibus, pode morrer inocente, vai incendiar bancos, vai invadir ministério, isso aí não é protesto. E se tiver GLO já sabe. Se o Congresso nos der o que a gente está pedindo, esse protesto vai ser simplesmente impedido de ser feito", disse o mandatário quando entrava no Palácio da Alvorada, segundo reportou a Folha. (Colaborou Felipe Betim)

 

Bolsonaro monta as estruturas para o AI-5 pregado pelo filho

POR MARCO AURÉLIO D EÇA

Eduardo defendeu a volta do AI-5; o pai presidente parece ter gostado e começou a editar as bases para implantação do dispositivo

Na mesma semana em que encaminhou ao Congresso a proposta de Excludente de Ilicitude – uma licença para que policiais matem sem risco de prisão – presidente anuncia uso da Garantia da Lei e da Ordem, dispositivo que permite uso da força contra ocupações de áreas no campo. Eduardo defendeu a volta do AI-5; o pai presidente parece ter gostado e começou a editar as bases para implantação do dispositivo. Estão criadas as condições para que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), se quiser, imponha ao país o Ato Institucional nº 5 defendido pelo seu filho, Eduardo Bolsonaro. Ao encaminhar ao Congresso o projeto de Excludente de Ilicitude, Bolsonaro dá às forças policiais em todo o país uma espécie de licença para matar.

A partir de então, qualquer policial pode eliminar oponentes e alegar o legítimo exercício do dever.

Nem preso o policial assassino vai mais. No máximo, defenderá apenas um processo administrativo, seja qual for o contexto do assassinato. Além da excludente de ilicitude, Bolsonaro já avisou que vai editar também a Garantia da Lei e da Ordem (GLO), espécie de legitimação para uso da força  – inclusive o exército – em ações de desocupação de terras.

Com a liberdade do estado policial nas ruas e no campo, basta a Bolsonaro, agora, definir quem são os inimigos do país e – pronto! – está liberada a implantação do AI-5 tão sonhado pelo filho 03.

E quem se meter a besta saberá a força que vem do poder autoritário. É simples assim…

Postado por: Redação Agora 03

Categoria do Post: Coluna-do-Silveira

Data: 27/11/2019

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Palavras-chave: COLUNA DO SILVEIRA 1461

Fonte:

Big Systems
5548488 visitas no Portal www.agorasantaines.com.br hoje 14 do mês 12 de 2019