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Agora Santa Inês - EDITORIAL POLÍTICO

EDITORIAL POLÍTICO

PUBLICAMOS E ASSINAMOS EMBAIXO

Na edição passada do Agora, a de quarta-feira (29), publicamos uma matéria sobre a calmaria nos bastidores da política local. E afirmamos que poucos são os nomes que já se manifestaram como prováveis pré-candidatos a prefeito de Santa Inês. Citamos dois prováveis nomes e um terceiro que seria a candidatura à reeleição da prefeita Maria Vianey Bringel. Outros nomes não foram citados, pois essa tarefa por aqui, é o mesmo que procurar agulha em palheiro. Mas vamos lá. A matéria tinha um objetivo; fazer mesmo barulho e movimentar o letárgico clima político que se vive aqui em Santa Inês. Parece-nos até que deu um certo resultado. Entretanto, este Jornal, quando publica as coisas, é porque tem conhecimento dos fatos. Se mais nomes não citamos, é em razão de mais nomes não terem se manifestado publicamente até agora, e um dos nomes que se cogita – que não foi citado na matéria passada e nem será nesta- não será candidato a prefeito de forma alguma. Ou só em uma hipótese: se o grupo Bringel substituir a candidatura à reeleição da prefeita, pelo nome que alguns poucos supõe.  Caso contrário, se a prefeita decidir que será candidata à reeleição, ela será, e o outro nome que, por sinal a acompanha aqui e acolá, não será. E se ela não for, e o grupo apontar outro nome que não o sugerido por alguns, este também não será. Isso não quer dizer que a eleição está resolvida, e liquidada a fatura a favor do grupo Bringel. A política é muito dinâmica, mas todos sabem que existem políticos ou pessoas próximas destes, que quando dão sua palavra a mantém até o fim da história. Coisa que não é muito comum no mundo político, mas há, como dissemos, exceções.

CABRAL E LINDENBERG

Quanto aos dois nomes citados aqui na edição passada, em nosso  Editoria Político, Valdevino Cabral, cuja candidatura é lembrada mais pela possibilidade de ele estar “inelegível”, o que ainda não é uma informação concreta, mas com amplas possibilidades, devido a condenações inclusive no TCU, e se isso acontecer poderá disputar, quem sabe, sub judice, que é uma condição que não lhe garante tomar posse, e se tomar posse, poderá ser sacado do cargo pela Justiça Eleitoral em algum momento do mandato. Se a candidatura não tiver nenhum empecilho na Justiça Eleitoral, o Dr. Valdevino Cabral, apoiado pelo pretenso pré-candidato a governador do Maranhão em 2022, Josimar de Maranhãozinho,  poderá disputar a eleição com tranquilidade, entretanto ele precisa ter um lastro aí de uma dezena e meia de milhares de votos, para começar a campanha. Já no caso de se sentir impedido de candidatar-se (coisa que não afirmamos aqui), ele poderá apontar alguém para substituí-lo no embate eleitoral contra a prefeita Vianey ou quem vier em nome dela.

Por outro lado, a candidatura de Lindenberg Braga, que pela segunda vez tentará alcançar o cargo de prefeito, é uma candidatura que corre por fora, e pode até fazer a diferença no final das contas, ou seja; criar um lastro de eleitores mais ao centro, “nem contra, nem a favor, muito pelo contrário” , ou coisa assim. Vai depender do espaço de TV que ele terá, e de suas propostas, mas para se eleger, vai precisar  de subir a patamares acima de 15 mil votos. A possibilidade de alguém se eleger prefeito de Santa Inês (ou se reeleger) passa pela quantidade de 15 a perto de 19 mil votos, isso dependendo de quantos candidatos estarão na disputa e da capilaridade de conquista de cada um. Se forem só dois candidatos “bons” de votos, o “sarrafo” vai ter que subir a patamares acima de 20 mil votos. Ou talvez, não. Se forem três, quatro ou cinco os candidatos (fato que é um sonho), aí os números são os anteriores. Lembrando também que se alguém pretende vencer a prefeita Vianey, com certeza não conseguirá isso xingando-a, ou literalmente “chutando o pau da barraca”. Muito menos se esse possível adversário já passou pelo cargo de prefeito, pois terá um dedo apontado contra ela, e no mínimo três apontando contra si, já que polegar estará apontando para o alto. Da mesma forma a ela também não convém usar esse recurso, e aliás, não se espera dela isso.

Nos últimos três anos, novos grupos políticos com novos quadros, poderiam ter se formado em Santa Inês, interagindo de modo civilizado com o eleitor, com a sociedade civil, etc. Não se viu isso. E apesar da dinâmica da política, faltam apenas cinco meses para as convenções, e oito para as eleições. 

Para finalizar, informamos a quem interessar possa, que este Editorial é uma análise política, e não a afirmação de que fulano ou fulana, vai ganhar a próxima eleição. O que o Jornal faz, é analisar o cenário político, mediante a dados concretos e informações, inclusive de fontes que por questão de confiança, não somos obrigados a revelar aqui e nem na Justiça. Ah, só para finalizarmos: nossa análise também se baseia em números prováveis, diante do que está posto, do que já se viu e do que se prevê para o futuro. Aqui não se trata de exercício de adivinhação, ou palavras ao vento. Do que analisamos e dissemos nos últimos 18 anos a respeito de política, acertamos 8 ou 9 em cada 10 partidas, só para servir como exemplo. (Da Editoria de Política do Agora).

Postado por: Redação Agora 03

Categoria do Post: Politica

Data: 01/02/2020

Visitas: 129

Palavras-chave: EDITORIAL POLÍTICO

Fonte: Da Editoria de Política do Agora

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