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Agora Santa Inês - IN MHARIO LINCOLN

IN MHARIO LINCOLN"S BOOK (INA-The Violation Of The Sacred). Quando Lendas, Religião e o Jurídico discutem S. Luís-MA

O DESASTRE COM O H.N.W REFORÇOU A IDEIA OFICIAL DOS CUIDADOS COM O MEIO-AMBIENTE EM SÃO LUÍS, PELA PRIMEIRA VEZ.

IN MHARIO LINCOLN"S BOOK (INA- THE VIOLATION OF THE SACRED), THE DISASTER WITH H.N.W REINFORCED THE OFFICIAL IDEA OF CARE FOR THE ENVIRONMENT

Por:  Kenard Malonny / @2018.

Redator da “Truste Information”/ London/England

(Tradução livre)

 

O DESASTRE COM O H.N.W REFORÇOU A IDEIA OFICIAL DOS CUIDADOS COM O MEIO-AMBIENTE EM SÃO LUÍS, PELA PRIMEIRA VEZ

Pela primeira vez na história natural de São Luís do Maranhão se ouviu falar em "Meio-ambiente". E isso é muito bem descrito no livro relançado em 2001 pelo jornalista Mhário Lincoln, maranhense e membro da Academia Maranhense de Letras jurídicas. Hoje, presidente da Academia Poética Brasileira e membro-correspondente do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão, antes, membro-efetivo, até 2012, quando transferiu residência e domicílio para Curitiba-Paraná.

Neste Início I, como o autor nomeia, ele cita uma das primeiríssimas vezes que o tema "ecologia" ou "meio ambiente" foi citado de forma oficial das tribunas da Assembleia Legislativa do Maranhão. Aconteceu em pronunciamento do deputado Mário Carneiro (legislatura de 1987 a 1990), onde afirmava ser ele o único "comprometido com a defesa do meio-ambiente".

(...) “Mas, nem mesmo esse parlamentar maranhense advincularia sua frase ao terceiro maior graneleiro do mundo, o Hyundai New World, que naufragaria na costa de São Luís e causaria um dos problemas mais graves para as espécies que compõem quase todo ecossistema da Baia de São Marcos.

Hoje, tomo a liberdade de divulgar esse detalhe, inclusos neste Início I, comprovando a grande importância de INA, A VIOLAÇÃO DO SAGRADO para o contexto da história do Maranhão.

Portanto, o jornalista Mhario Lincoln deveria receber loas do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão, do Poder Legislativo e das instituições que fazem as Letras do estado do Maranhão.

Abaixo a transcrição premiada desse livro histórico que conta detalhes de toda essa tragédia no golfão maranhense, com sotaques religiosos, umbandistas, jurídicos, contados com uma narrativa exemplar de quem sabe contar uma história. E como excelente jornalista, Mhario Lincoln conta essa história com perfeição.

Abaixo:

LIVRO – INA A VIOLAÇÃO DO SAGRADO

de: MHARIO LINCOLN

 

INÍCIO I

" (...) "Ninguém, até hoje, defendeu tanto a ecologia quanto o Comité de Defesa da Ilha de São Luís. As ideias revolucionárias da agremiação ganharam o mundo através da voz firme e forte do intelectual Raul Ximenes, na reunião da Organização das Nações Unidas", Palavras de Nascimento Morais Filho, em 29.03.1987. Dois dias antes do acidente com o HNW, que se tornou história (...)”. ML

Do livro HNW, de Mhario Lincoln, a seguir:

Abro o jornal de segunda-feira, 29 de março de 1987. Na página política, matéria releva algumas declarações do deputado Mário Carneiro (legislatura de 1987 a 1990), onde afirmava ser ele o único comprometido com a defesa do meio-ambiente.

Mas, nem mesmo esse parlamentar maranhense prefaciaria sua frase à história trágica do N/M H.N.W, o terceiro maior graneleiro do mundo. Exatamente às 18 horas do dia 31 de março de 1987 (dois dias depois), próximo à Ilha do Medo, o Hyundai New World, de bandeira sul-coreana, deitava num dos bancos de areia que povoam a baía de São Marcos. Um navio com 200 mil TPB, 309 metros de comprimento total, 50 metros de boca moldada e 24 metros de pontal moldado, caiando 17,19m, avante e 17,79m, à ré, localizando-se na posição 02".31".7 de latitude sul e 044".24"4 de longitude oeste. Sua carga, de 101.721,917 TM de carvão trazida de portos norte-americanos e 94.860 TM de minério de ferro carregado no Terminal da "Ponta da Madeira", somando 196.581.917 TM, destinadas à Coreia do Sul. Toda essa carga capaz de contribuir, caso o navio alquebrasse, para o maior desastre ecológico da região marinha do Golfão Maranhense. Principalmente, por suas 1.800 toneladas de óleo cru, usadas como combustível. Era o começo do mais divulgado, longo e polemico acidente náutico na história da baía de São Marcos. (...). Planeta água. Vastidão salgada do Golfão Maranhense, palco de lendas e mitos que se arrastam ao longo do tempo e do espaço, levando crendice, medo, desconfiança e escárnio àqueles que, por profissão ou lazer, transitam diuturnamente por suas águas.

Tecnicamente, a área do Porto do Itaqui/ilha do Medo e adjacências, onde o Hyundai foi acidentado, é perfeita. Principalmente por questões naturais. Segundo comentam, é o Complexo Portuário da cidade de São Luís do Maranhão, o terceiro natural do País. Mesmo assim, lendas e mitos navegam juntos nessa viagem transcendental, onde o técnico e o mitológico dançam a mesma música das ondas e quebram em cima de suas crenças milenares. Na literatura umbandista maranhense, por exemplo, rica em seus detalhes, Orixás, o Itaqui tem lugar privilegiado. Tanto que vários e vários fatos inexplicáveis aconteceram nesse local, com ênfase para naufrágios e mortes, antes, durante e depois da construção do Porto do Itaqui, na década de 1970.

Em 1987, bem no início da evolução técnico-social das palavras “Ecossistemas” e “Meio-ambiente”, esta última, uma das "primeiras preocupações do ex-deputado Mário Carneiro”, outra palavra viria a povoar o imaginário ludovicense, surgida das profundezas das lendas marítimas, que, avassaladoramente, tomou conta de todos os meios de comunicação: Princesa Ina. Ou simplesmente, INA.

O acidente com o Hyundai New World reavivou a memória dos umbandistas de todos os terreiros de Mina do Maranhão inteiro. Isso porque, na análise real do acontecido, o navio coreano Hyundai, preso a um banco de areia, nas águas da baia maranhense, estava, na verdade, “(...) exatamente sobre a torre mais alta do palácio encantado da princesa Ina, no mesmo lugar onde aparecia a galera de D. João, o vodum Dadahô, vinte anos atrás, nas noites de 12 a 13 de dezembro, quando dos trabalhos no terreiro de Mãe Maria Pia, em homenagem à princesa Ina, filha do Rei D. Sebastião, o vodum Shapnan, o mesmo que aparece na Praia dos Lençóis sob a forma de um touro negro com uma estrela na testa, trazido pela crença dos primeiros negros que aportaram no Maranhão e confundiram as dunas da praia, com o deserto de Marrocos. (...)”.

A partir daí, tem uma das histórias mais sensacionais que o jornalista Mhario Lincoln consegue roteirizar de forma bastante inteligente, costurando Lendas, Dados Oficiais e Jurídicos, Dados Técnicos e Narração não ficcional, resultando nesse extraordinário livro.

 

 Fonte: Facetubes

Postado por: Redação Agora 03

Categoria do Post: Entretenimento

Data: 10/09/2020

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Palavras-chave: IN MHARIO LINCOLN"S BOOK (INA-The Violation Of The Sacred). Quando Lendas, Religião e o Jurídico discutem S. Luís-MA

Fonte: Facetubes

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