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Agora Santa Inês - ESPECIAL EDMILSON SANCHES: O MARANHÃO É UM ESTADO DE GRANDES TALENTOS

ESPECIAL EDMILSON SANCHES: O MARANHÃO É UM ESTADO DE GRANDES TALENTOS

Mas poucos conhecem a verdadeira história O MARANHÃO: UM ESTADO DE GRANDES TALENTOS.

Edmilson Sanches

Nosso Estado, o Maranhão, pelo talento e esforço de diversos de seus filhos, deu uma gigante contribuição ao Brasil e ao mundo. Assim, en passant, podemos afirmar que eram maranhenses quem criou a Bandeira do Brasil (cujo dia é neste 19 de novembro) e quem deu a ideia de o Hino Nacional ter uma letra.

Ou seja, os dois maiores símbolos do Brasil têm a presença maranhense, incluindo-se também os versos de Gonçalves Dias em estrofe do Hino. Maranhenses também são o criador do Ministério da Agricultura (e presidente de honra da Sociedade Nacional de Agricultura); o primeiro dramaturgo negro do Brasil; o primeiro tradutor de Shakespeare para a Língua Portuguesa; o introdutor do cinema seriado no Brasil; o idealizador do Teatro Municipal do Rio de Janeiro; o maior governador do Amazonas; o autor da primeira música sertaneja gravada no Brasil; o criador da primeira companhia imobiliária do País; os idealizadores do primeiro banco privado brasileiro; o inventor do stent (microtubo que se introduz em artérias para regular fluxo sanguíneo para o coração); o fundador dos bairros Grajaú no Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP).

Maranhenses são o redator da Lei do Ventre Livre; o autor da Lei que permitiu a liberdade de crença e culto (com a separação da Igreja do Estado); o autor do primeiro livro científico de Odontologia no Brasil (dentista pioneiro no uso de anestesia e considerado “Glória da Odontologia Brasileira”); o patrono da Medicina Legal brasileira (junto com o médico e escritor baiano Afrânio Peixoto); o criador da Antropologia Criminal; o inspirador da criação da Funai (Fundação Nacional do Índio); o pioneiro nas lutas pelas leis de proteção à mulher trabalhadora, ao menor trabalhador, ao doente mental e ao índio; o introdutor do Indianismo na Literatura Brasileira; o introdutor do Parnasianismo; o introdutor do Naturalismo; um dos criadores do Concretismo e do Neoconcretismo na Literatura Brasileira; o introdutor do Modernismo nas Artes Plásticas brasileiras; o precursor do romance policial no Brasil; o professor e dramaturgo que é considerado “A Pedra Angular do teatro Paranaense” (e que estudou com grandes nomes do Cinema e Teatro mundial, como Federico Fellini, Roberto Rossellini, Michelangelo Antonioni, Laurence Olivier, Luchino Visconti...). São maranhenses o responsável pela elevação da capoeira como esporte, arte, técnica, dança, luta digna; o escritor três vezes indicado ao Prêmio Nobel; o precursor da Tradução Criativa no Brasil.

É maranhense também o médico que é considerado o maior matemático da História brasileira e um dos maiores do mundo; o patrono da Cadeira nº 1 da Academia Brasileira de Letras; o pioneiro no estudo do Folclore no Brasil; o responsável pela reabilitação do violão como instrumento musical digno no Brasil; a sacerdotisa de culto afro-brasileiro e última princesa da linhagem direta fon (estudada por escritores, sociólogos e antropólogos brasileiros e estrangeiros); o professor considerado “Mestre dos Mestres” em São Paulo.

Também são maranhenses um campeão internacional de hipismo (inclusive recentemente); o pioneiro no estatuísmo (“estátuas vivas”) no Brasil; o pioneiro em organização de Cerimonial & Relações Públicas; um dos fundadores da União Nacional dos Estudantes; um aviador herói da 2ª Guerra Mundial; a “mãe dos pobres” de São Paulo (capital); os primeiros músicos brasileiros a subirem ao palco do primeiro “Rock in Rio” (janeiro de 1985); o primeiro ministro da Ciência e Tecnologia do país; o escritor mais lido do Brasil em sua época; o primeiro presidente do Conselho Brasileiro de Fitossanidade; o dramaturgo, poeta, contista e jornalista e compositor, considerado entre os primeiros letristas profissionais da música popular brasileira.

Também são maranhenses o escritor e jornalista que iniciou a “revolução” gráfica na Imprensa brasileira; o antropólogo, veterinário e ictiólogo que foi um dos primeiros pesquisadores mestiços de reconhecimento científico internacional, fundador da Academia Amazonense de Letras, com placa e álea com seu nome no Jardim Botânico do Rio de Janeiro; o prefeito exemplar de capital no Sul-Sudeste, autor literário reconhecido em diversos países; o autor do primeiro livro de gramática da Língua Portuguesa no Brasil; o fundador da primeira tipografia de São Paulo; o jornalista e escritor que, bem antes de Euclides da Cunha, foi o primeiro a chegar a Canudos e a escrever e publicar livro sobre a “Guerra de Canudos”, na Bahia (1896-1897); o responsável pela primeira contagem populacional (recenseamento) do Brasil, em 1872; o primeiro presidente do Banco do Brasil; a cantora, compositora, multiinstrumentista, professora e folclorista, considerada a “Rainha do Acordeom” e a segunda maior compositora brasileira em número de músicas gravadas, que com menos de 15 anos já se apresentava no exterior, teve composições gravadas em outros países e por grandes nomes da música brasileira, como Nara Leão, Fagner, Clara Nunes, Marlene, Dóris Monteiro, Inesita Barroso, Marinês e Sua Gente, Carlos Galhardo e Zé Ramalho; o músico considerado, na sua época, o melhor violinista do Brasil; os poetas considerados, na época de cada um, o maior poeta vivo brasileiro; a banda militar maranhense que é a segunda criada na história do Brasil.

Na lista, outros maranhenses e ocorrências que foram/são destaques nacionais e internacionais na Ciência & Tecnologia, nas Artes e Cultura (Música, Literatura, Pintura etc.), Meio Ambiente, Educação, Medicina & Saúde, Administração Pública e Empresarial etc. Com base nessa exaustiva  -- e ainda assim curta --  lista de grandes nomes maranhenses (que compõem o projeto “Enciclopédia Maranhense”, que elaborei), faça uma reflexão sobre o fato de nosso Estado ser conhecido “lá fora” apenas por indicadores socioeconômicos péssimos (que devem ser combatidos, revertidos), mas esquece, nosso Maranhão, de divulgar para o Brasil e além o que de bom a História registra que foi feito. O Maranhão esquece de se assenhorear do pioneirismo, dos esforços, do resultado do talento e lutas de seus próprios filhos, que verdadeiramente contribuíram para formar, fixar e ampliar a Identidade Brasileira e ajudar a tornar melhor nosso País nas diversas áreas.

Postado por: Redação Agora 03

Categoria do Post: Entretenimento

Data: 21/11/2020

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Palavras-chave: ESPECIAL EDMILSON SANCHES: O MARANHÃO É UM ESTADO DE GRANDES TALENTOS

Fonte: EDMILSON SANCHES

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