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Agora Santa Inês - CINE MIX : A coluna de cinema do AGORA SANTA INÊS

CINE MIX : A coluna de cinema do AGORA SANTA INÊS

CURTA ESSA SESSÃO PARTE I

©Aglailton Monteiro

“Vitor” de Josh Baconi   

“Ainda estou Viva” de Arendel Nunes

Continuando nossa Sessão dos curtas da região do Vale do Pindaré e produzidos no Estado do Maranhão ou por maranhenses onde quer que estejam, destacarei os curtas “Vitor”, produzido por alunos e professores da Escola de Cinema do IEMA Vocacional em São Luis-MA e  “Ainda Estou viva” ,curta produzido na região do Vale do Pindaré.

 “Vitor”, que foi premiado em três categorias, no festival maranhense Guarnicê de Cinema, conta a história de um jovem que frequentava um cursinho e teve de se submeter à crueldade do recepcionista da escola, Jairo, que o ameaça de expor seu maior segredo. De acordo com o diretor Josh Baconi, o curta destaca a importância da conquista: “Fico muito feliz com o resultado, pois o filme é resultado de um exercício do curso da Escola de Cinema do Maranhão- IEMA Vocacional”, disse o diretor.

“Esses três prêmios recebidos vêm reconhecer o aprendizado obtido nos cursos; são todos iniciantes no cinema e agora premiados por suas atuações. Estou radiante com a premiação”. O curta foi premiado nas categorias de melhor desenho de som, melhor ator e melhor ator coadjuvante.

Ainda segundo o diretor: “essas conquistas motivam para continuarmos trabalhando pelo audiovisual maranhense, ajudando-o a crescer”.

Outro curta Interessante é o “Ainda estou viva” de Arendel Nunes, que conta a história de uma garota que contesta suas lembranças, se deparando com momentos inexplicáveis. Perguntas ecoam o passado, mechem com o futuro e resgata a sutil arte de viver e saber que ainda está viva.

“Ainda estou viva”, foi produzida em 2019 com duração de três minutos, usando como cenário o recém revitalizado Engenho Central de São Pedro na cidade de Pindaré Mirim.

Abaixo link do “Ainda estou viva”.

 

https://www.youtube.com/watch?v=okYA3VfdP3w

 

CURTA ESSA SESSÃO PARTE II

©Aglailton Monteiro

O amor é cego- Aglailton Monteiro

 As dores do silêncio- Talita Barros e Luís Gabriel

Destacarei nessa segunda parte os curtas: “As dores do Silencio” produzido por alunos do IEMA em Pindaré Mirim- MA, e  “O amor é cego” um ensaio do primeiro curta produzido por Aglailton Monteiro juntamente com alunos do IEMA.

“As dores do Silencio” foi um curta produzido pelos alunos do IEMA, cujo roteiro foi escrito pelos alunos, abordando o tema do Bullyng. Na história João sobre bullyng pelos colegas da escola e em casa é maltratado pela madrasta que o trata com indiferença e desdenho.

Vitória é amiga de João no curta, e consegue perceber o que o amigo vem passando e cabe a ela abrir os olhos da turma e levante a discussão, por quê praticar bullyng com o colega que já passa uma barra em casa?

A mensagem do filme é bem clara, dizer não a bullyng, tema esse que é preciso ser debatido nas escolas e em todos os lugares. O curta foi premiado no Festival de Cinema do Vale do Pindaré em 2019, na categoria melhor Roteiro, provando assim que nossos jovens têm talento na escrita e se saíram bem na atuação como atores.

“O amor é cego” é uma curta que retrata a história de Diego que é deficiente visual e sendo novato na escola acaba se apaixonado por uma colega, mas sente o preconceito da amada de perto.

Izolene começa a namorar Diego, mas não percebe que ele é cego, pois ele não aparenta, é bonito e consegue se virar sozinho, usando aparelho celular com aplicativo de voz para conversar através de mensagens aditivas.

Quando Izolene descobre que Diego é cego, fica assustada e num primeiro momento acaba sendo preconceituosa com ele, magoando e fazendo-o se afastar. Assim que Izolene percebe a besteira que fez e que esse preconceito não leva a nada, é tarde demais, pois, Diego não consegue perdoá-la e parte para outra.

A mensagem do filme é mostrar que o preconceito contra o deficiente físico no país é muito grande, e que poucas medidas políticas são feitas de fato para diminuir esse problema. É preciso incluir o deficiente visual em todos os ambientes, inserindo-os também no mercado de trabalho, pois todos eles são capazes, inclusive são capazes de amar.

Quando se fala que o amor é cego, é um paradoxo, pois apesar de cego, o amor ver através dos olhos, através do coração, através da alma de cada um.

 

Abaixo link do “As dores do Silêncio”.

https://www.youtube.com/watch?v=_FaHPKUgqYk&t=195s

 

 

 

©Aglailton Monteiro é Graduado em Geografia e Tecnologia em Construção de Edifícios, Curso on Line de Cinema pela AIC. Presidente da ASEC (Associação Santainesense de Cinema.

Postado por: Redação Agora 03

Categoria do Post: Entretenimento

Data: 31/12/2020

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Palavras-chave: CINE MIX : A coluna de cinema do AGORA SANTA INÊS

Fonte:

Big Systems
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