Agora Santa Inês - COLUNA DO SILVEIRA 1624

COLUNA DO SILVEIRA 1624

“Quantas vezes deixamos de enxergar a presença de Deus nas pequeninas coisas? Mas Ela, a presença de Deus está lá. No dormir, no acordar, no levantar, no andar, no se alimentar...em tudo em nossas vidas. É que muitas vezes, não queremos que nossos olhos sin-tam Sua presença”. Do Livro Gotas de Reflexão Espiri-tual Parte I de autoria deste Colunista.

 

Olá, bom dia! Olha nós chegando por aqui neste sába-do, 7 de agosto de 2021, para vivermos dias, semanas, meses, anos, décadas  na maior  das felicidades e com gosto, apesar do desgosto de vermos um monte de “lambanças” serem praticadas debaixo dos nossos na-rizes e não podermos fazer quase nada,  coisas nada agradáveis, mas que com a Fé em Deus superaremos, basta que façamos a nossa parte, pois Ele, nun-ca....jamais...em tempo algum (eita!) deixará de fazer a parte Dele. Então deixemos de murmurar pelos can-tos, tratemos de cuidar do nosso dia a dia, seguir cada um sua missão, e estejamos de olhos bem abertos pa-ra enxergarmos o que devemos fazer diante  das tribu-lações e solavancos  que Santa Inês, a região, o Mara-nhão, o Brasil e o mundo vivem  neste ano. Nada de atravessar o sinal vermelho e desobedecer as reco-mendações, pois para nos preocupar, já temos aí o “li-berou geral” que muita gente está vivendo, indo para a rua e trazendo para dentro de casa o vírus que já ma-tou quase 470  mil pessoas só no Brasil, 225 delas em Santa Inês, sendo 125 só este ano, até ontem, dia 6 de agosto. Acautelemo-nos diante de tudo, para que as-sim, possamos atravessar mais este mês. Vivamos com gosto e vontade de viver, de servir, de ser gente do bem,  gente de fé e assim a misericórdia de Deus jamais nos abandonará. Amém! Que Ele, Deus Pai, Fi-lho e Espírito Santo, pela intercessão da Virgem Maria, derrame sobre nós bênçãos e mais bênçãos, e que elas nos alcancem onde estivermos! Amém! 

 

CARTAS NA MESA

VERDADES, FRANQUEZAS

Esta página vai ser usada hoje para agregar  (mais) al-gumas verdades e franquezas sobre os acontecimentos nada republicanos que estamos vendo na cidade (mu-nicípio) de Santa Inês. Aqui, desculpem-nos a nossa franqueza, mas não jogamos nada para debaixo do ta-pete. E ademais, não estaríamos sendo coerentes com o que pregamos. Então vamos aos fatos, com tripas e tudo:  

 

SOBRE O CASO DO VEREADOR MARQUINHOS 

O áudio que temos em arquivo, sobre o que disse o ve-reador Marquinhos Correa ao defender seu colega en-fermeiro, no triste episódio registrado no Hospital Mu-nicipal Tomaz  Martins na quinta-feira (5), extrapola o bom censo, a postura que um legislador deve ter, e demonstrou naquele momento,  o total desequilíbrio do vereador, ex-servidor público estadual. Em um par-lamento um pouco mais rígido, ele seria alvo de no mínimo uma advertência, e inclusive, por ter xingado a acompanhante da idosa de “vagabunda e safada”, deve ser processado por ela, caso ela queira ou não, desde que o MP ou a Defensoria Pública resolva agir. Hoje independe da vontade da vítima. A propósito do as-sunto, tudo o que penso a mais desse caso, está pos-tado no instagram deste jornal: @agorasantaines em 31 minutos em três vídeos separados, gravados e pos-tados no mesmo dia do acontecido. Dele não tiro uma só letra e nem mesmo uma vírgula. Tenho respeito pe-lo vereador e amizade com o seu pai, mas aqui sou um profissional da mídia e não recuo de minha missão.

2- Repito, não discuto quem tem razão no caso. Cabe a Polícia Civil concluir o inquérito e a Justiça decidir quem tem razão. Que o caso não seja jogado para de-baixo do tapete.

3 – Sobre o comportamento do enfermeiro e de todos os profissionais de saúde que trabalham em Santa Inês, quero dizer que nada tenho contra eles, mas pro-vavelmente alguma coisa não está andando nos “tri-lhos” no Hospital Municipal Tomaz Martins. Exemplo: uma única postagem que se reporta ao assunto, que ficou no Instagram da Prefeitura Municipal de Santa Inês, e que teve até hoje 7 de agosto (meio dia) 1.482 curtidas @prefeituradesantaines, houveram 184 co-mentários, dos quais por baixo, em uns 150 – se não apagaram – as pessoas  falam de relatos tristes e cruéis que teriam passado ali. Sinal de que algo está errado e é preciso que haja uma investigação feita por uma comissão independente, para se saber o que? Os profissionais de Saúde merecem o nosso respeito, os doentes e seus acompanhantes, também, e até porque se vão parar naquele hospital,  é porque não estão bem de saúde, e quem os acompanha, muito prova-velmente também está com os nervos abalados. Mas isso não dá direito a que se agrida quem trabalha lá, ou que, quem trabalha lá agrida alguém. Com a pala-vra a OAB, o Ministério Pública, a Câmara Municipal, o Conselho Municipal de Saúde, Coren, CRM e demais instituições representativas do povo. Se bulam, ou vão só assistir?

FICA UMA PERGUNTA

Os vereadores de Santa Inês que retornaram do reces-so ontem, sexta-feira (6) de agosto, ao menos “trisca-ram” nesse assunto durante a sessão de ontem? Não tive conhecimento disso. E caso tenha fechado os olhos para esse episódio, tratar-se-ia apenas de mais um descaso com algo de grande relevância e de Saúde Pública, o que lhes obriga a tomar atitudes e não se calar. Por fim, sobre esse assunto, temos a dizer que não recebemos nenhuma manifestação do vereador Marquinhos Correa sobre o ele, e que não nos recu-samos de publicar sua versão, muito embora ela não vá justificar o injustificável, mas a publicaremos, caso queira. Nos colocamos à disposição. 

 

VACINAS E NÚMEROS DUVIDOSOS

Vovó já dizia; “menino você vai ver coisa...!!”. E estou (estamos) vendo. A verdadeira falta de transparência com as remessas de vacinas destinadas à Santa Inês. O caso é por demais sério e ao que parece, nenhuma instituição de fiscalização está acompanhando o que dizem (ou não dizem) os números dos Boletins Epide-miológicos, publicados pela Secretaria Municipal de Saúde, com relação a quantidade de vacinas recebidas em Santa Inês da D1 e da D2. Por sua vez, a Regional de Saúde, por certo já deve ter notado que algo não es-tá certo na publicação dos dados, resta saber por que só assiste não diz nada, ou se diz, não informa à po-pulação. Só para se ter uma ideia, a última vez que o BE da SMSSI foi atualizado com o recebimento da D1, foi no dia 22 de julho. Mas de lá para cá outras remes-sas de vacinas desembarcaram na cidade. Pois bem, do dia 22 de julho até o dia 6 de agosto – tempo de 15 dias – não houve qualquer atualização na coluna rece-bida da D1: lá estava 41.420 no dia 22 de julho, e esse número permaneceu até hoje, 7 de agosto, às 8 da manhã, quando foi publicado o BE de ontem, trazendo a mais 2.992 que chegaram ontem, indo para 44.412 doses da D1 recebidas até ontem. Já sobre a D2, aí é uma questão mais complexa ainda. Pelo que mais uma vez chamamos à atenção das autoridades de fiscaliza-ção do município.

Fechando aqui por falta de espaço: e as doses recebi-das na semana passada, foram parar aonde, visto que não foram acrescentadas na coluna recebidas da D1 no BE? A fata de transparência com as coisas públicas tem apeado do poder muitos poderosos. Os que se ca-lam....tendo a obrigação de falar...serão responsabili-zados um dia. Podem acreditar!!!

Postado por: Redação Agora 03

Categoria do Post: Coluna-do-Silveira

Data: 09/08/2021

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Palavras-chave: COLUNA DO SILVEIRA 1624

Fonte:

Big Systems
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