Agora Santa Inês - Sem confiar nos números divulgados sobre a covid19 e a vacinação em Santa Inês, o AGORA segue denunciando o falseamento de dados

Sem confiar nos números divulgados sobre a covid19 e a vacinação em Santa Inês, o AGORA segue denunciando o falseamento de dados

Ontem 10, mais um número duvidoso veio à tona; no dia 17 de junho o prefeito de Santa Inês, Luís Felipe Oliveira, jurou que no arraial da vacinação 6.915 pessoas teriam tomado a primeira dose (D1), e que mesmo tendo disponível apenas 5 mil doses, havia tomado “emprestado 1.915 doses da D2 (segunda dose), para alcançar os 6.915 vacinados. Ocorre que se reportando àquele dia, tanto a Secretaria Municipal de Saúde, os BE dela, as outras plataformas do Estado e da União, só aparece que foram aplicadas 5.000 doses da D1. Nos Boletins Epidemiológicos de lá até ontem, não haviam “bulido” em nada, e seguiu a festa como se da coluna da D2 não havia saído uma dose sequer emprestado para a D1. Porém, na quinta-feira (9) a Secretaria Municipal de Saúde recebeu exatas 5 mil doses da Astrazeneca, para a segunda dose dos que foram vacinados lá em 17 de junho deste ano. Exatas 5 mil doses. Vieram mais 5 mil doses mas de outro laboratório, e não poderão ser aplicadas em quem tomou a D1 em 17 de junho. Isso quer dizer o que? Um “rolo” de coisa, dentre elas, que alguém faltou com a verdade sobre a quantidade de vacinas que teriam sido verdadeiramente aplicadas no Arraial da Vacinação de junho. É a palavra (fala) do prefeito Luís Felipe contra os números dos Boletins Epidemiológicos da Secretaria Municipal de Saúde, idem da Secretaria Estadual de Saúde e de toda a mídia que se reportou àquele dia como sendo o dia em que foram aplicadas somente 5 mil doses da D1, e não 6.915.

Mas esse é tão somente mais um número entre tantos, que estão desfasados ou falseados nos BE da SMS/SI. Quem sabe na próxima segunda-feira, 13, na reunião do Comitê de Combate à Covid19, a verdade apareça ou a mentira seja verdadeiramente a verdade dos fatos. (Da Redação)    

 

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AS CONSIDERAÇÕES DE CLÁUDIO

FERREIRA

Os vários erros da SMS/SI na confecção dos Boletins Epidemiológicos se perpetuam, pondo em dúvida a credibilidade dos números da pandemia em Santa Inês/MA.  Principalmente o escandaloso erro no número dos CASOS CONFIRMADOS, que evoluindo mês a mês chega hoje ao impressionante número de 2.513 possíveis casos confirmados a mais (REDUÇÃO DE 40 CASOS EM RELAÇÃO AO DIA ANTERIOR – SÓ RESTA SABER SE A REDUÇÃO FOI ALGUM ACERTO PARCIAL OU MAIS UM ERRO CRASSO DA SMS/SI), esta diferença pode representar mais de 24% dos 10.132 casos confirmados declarados pela SMS/SI no Boletim Epidemiológico de hoje.

              Erro que vem ocorrendo desde o Boletim Epidemiológico de 15/03/2021 e independente da denúncia feita pelo jornalista Clélio Silveira em 14/08/2021, onde demonstrou que matematicamente os números dos Boletins Epidemiológicos não fechavam, a SMS/SI ignorou a denúncia e além de não retificar os dados, continuou a escalada de erros, visto que, no dia 14/08/2021 a diferença era de 2.513 casos notificados a  mais declarados e de lá para cá continuou aumentando, até  ontem (09/09/2021) a diferença recuou ao mesmo número da diferença em 14/08/2021.

                É impressionante como toda a população de Santa Inês/MA, bem como os organismos fiscalizadores, emudecem diante dos erros nos boletins epidemiológicos emitidos pela SMS/SI, endossando seus “equívocos” e ignorando que a pandemia em Santa Inês pode ter sido muito pior do que foi revelado diariamente pelos gestores da saúde de nosso município.

                 É imprescindível que se tenha transparência nas informações divulgadas à população. Não é admissível que dados tão importantes sejam tratados de forma tão displicente.

                 “Errar é humano”, diz o adágio popular, entretanto, neste caso específico, persistir no erro é “sandice”, visto que, pode ter feito com que a administração pública tenha afrouxado as medidas restritivas, induzindo a falsa impressão que a pandemia estava (ou está) sob controle em Santa Inês, em momentos onde a taxa de transmissibilidade estava (ou está) muito alta, podendo ter causado graves consequências para população.

                 Que a SMS/SI possa fazer os devidos ajustes nos Boletins Epidemiológicos, demonstrando a real situação da pandemia em nossa cidade.

Postado por: Redação Agora 03

Categoria do Post: A-Cidade

Data: 11/09/2021

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Palavras-chave: Sem confiar nos números divulgados sobre a covid19 e a vacinação em Santa Inês, o AGORA segue denunciando o falseamento de dados

Fonte:

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