Agora Santa Inês - “Mentiroso”, “caviloso”, “desonesto”, diz relator sobre Bolsonaro em último discurso na CPI

“Mentiroso”, “caviloso”, “desonesto”, diz relator sobre Bolsonaro em último discurso na CPI

No último discurso que realizou na condição de relator da CPI da Covid, o senador Renan Calheiros (MDB-AL) chamou na noite de ontem, terça-feira (26) o presidente Jair Bolsonaro de "despreparado", "desonesto", "caviloso" (falso, fingido), "arrogante", "autoritário", "homicida", entre outras adjetivações.

O g1 perguntou à assessoria de Bolsonaro se pretendia se manifestar e aguardava resposta até a última atualização desta reportagem.

Renan Calheiros fez o discurso pouco antes da votação que aprovou por 7 votos a 4 o relatório final da comissão, que acusa Bolsonaro de nove crimes e pede 80 indiciamentos.

Adversário político de Bolsonaro, o senador disse que o governo "sabotou a ciência" e que o presidente agiu como um "missionário enlouquecido para matar o próprio povo". Segundo ele, as "atrocidades cometidas por esse governo" não serão esquecidas. "O caos do governo Jair Bolsonaro entrará para a história como o mais baixo degrau da indigência humana e civilizatória. Reúne o que há de mais rudimentar, infame e sombrio da humanidade", afirmou Renan.

O relator da CPI também chamou Bolsonaro de "homicida", que cultua "carniceiros", como ditadores latino-americanos e o coronel Brilhante Ustra, apontado como torturador durante a ditadura militar brasileira, e "está ao lado deles".

"Este relator está sobejamente convencido de que há um homicida homiziado no Palácio do Planalto. Sua trajetória é marcada pela pulsão da morte, pelo desejo de exterminar adversários, de armar a população e cultuar carniceiros assassinos como Brilhante Ustra, Augusto Pinochet, Strossner, Alfredo Strossner, Adolf Hitler e outros infames que completam a galeria tenebrosa de facínoras da humanidade. Bolsonaro está ao lado deles", afirmou.

Renan Calheiros disse ainda que a CPI cobrará "todas as punições" indicadas no relatório final.

"Nós não esqueceremos. O Brasil é o sétimo país na relação habitantes-percentual de mortes, com 2,819 óbitos por milhão de habitantes." No discurso final, o relator também declarou que os integrantes da CPI enfrentaram "as bestas-feras que rugiram, ameaçaram e tentaram intimidar" a comissão, "sem sucesso".

"Eliminamos a agenda da morte repondo a verdade. O maior mérito dessa CPI foi existir, funcionar e iluminar as catacumbas da inoperância, da má-fé, da desonestidade e da morte. Os responsáveis estão apontados, seus crimes fartamente descritos e tipificados. É preciso a responsabilização penal", disse o emedebista. "Passamos aqui mais de 400 horas de reunião defendendo vidas. Essa CPI é histórica e jamais será esquecida", concluiu Renan Calheiros.

 

Fonte: G1

“Mentiroso”, “caviloso”, “desonesto”, diz relator sobre Bolsonaro em último discurso na CPI

No último discurso que realizou na condição de relator da CPI da Covid, o senador Renan Calheiros (MDB-AL) chamou na noite de ontem, terça-feira (26) o presidente Jair Bolsonaro de "despreparado", "desonesto", "caviloso" (falso, fingido), "arrogante", "autoritário", "homicida", entre outras adjetivações.

O g1 perguntou à assessoria de Bolsonaro se pretendia se manifestar e aguardava resposta até a última atualização desta reportagem.

Renan Calheiros fez o discurso pouco antes da votação que aprovou por 7 votos a 4 o relatório final da comissão, que acusa Bolsonaro de nove crimes e pede 80 indiciamentos.

Adversário político de Bolsonaro, o senador disse que o governo "sabotou a ciência" e que o presidente agiu como um "missionário enlouquecido para matar o próprio povo". Segundo ele, as "atrocidades cometidas por esse governo" não serão esquecidas. "O caos do governo Jair Bolsonaro entrará para a história como o mais baixo degrau da indigência humana e civilizatória. Reúne o que há de mais rudimentar, infame e sombrio da humanidade", afirmou Renan.

O relator da CPI também chamou Bolsonaro de "homicida", que cultua "carniceiros", como ditadores latino-americanos e o coronel Brilhante Ustra, apontado como torturador durante a ditadura militar brasileira, e "está ao lado deles".

"Este relator está sobejamente convencido de que há um homicida homiziado no Palácio do Planalto. Sua trajetória é marcada pela pulsão da morte, pelo desejo de exterminar adversários, de armar a população e cultuar carniceiros assassinos como Brilhante Ustra, Augusto Pinochet, Strossner, Alfredo Strossner, Adolf Hitler e outros infames que completam a galeria tenebrosa de facínoras da humanidade. Bolsonaro está ao lado deles", afirmou.

Renan Calheiros disse ainda que a CPI cobrará "todas as punições" indicadas no relatório final.

"Nós não esqueceremos. O Brasil é o sétimo país na relação habitantes-percentual de mortes, com 2,819 óbitos por milhão de habitantes." No discurso final, o relator também declarou que os integrantes da CPI enfrentaram "as bestas-feras que rugiram, ameaçaram e tentaram intimidar" a comissão, "sem sucesso".

"Eliminamos a agenda da morte repondo a verdade. O maior mérito dessa CPI foi existir, funcionar e iluminar as catacumbas da inoperância, da má-fé, da desonestidade e da morte. Os responsáveis estão apontados, seus crimes fartamente descritos e tipificados. É preciso a responsabilização penal", disse o emedebista. "Passamos aqui mais de 400 horas de reunião defendendo vidas. Essa CPI é histórica e jamais será esquecida", concluiu Renan Calheiros.

Fonte: G1

Postado por: Redação Agora 03

Categoria do Post:

Data: 27/10/2021

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Palavras-chave: “Mentiroso”, “caviloso”, “desonesto”, diz relator sobre Bolsonaro em último discurso na CPI

Fonte:

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