Agora Santa Inês - COLUNA DO SILVEIRA 1682

COLUNA DO SILVEIRA 1682

“As graças alcançadas no dia a dia, são bênçãos de Deus para aqueles que Nele confiam, não titubeiam e seguem seus ensinamentos com perseverança e sustentados por uma Fé, que jamais deverá faltar-lhes”.  Reflexão Espiritual Parte III

Olá, bom dia dia 6 de abril de 2022! Mais um dia de muita Fé e Luz que Deus nos permite viver. Que não sejamos somente nós, mas tantos quantos Ele permitir, que saibamos agradecer por essa dádiva. Hoje chegamos ao meio da semana, e já trazemos para os nossos milhares de leitores, mais uma edição 100% online (digital) recheada de informações, algumas delas em primeiríssima mão, e todas com a devida e respeitada credibilidade que o AGORA! sempre cultivou nesses quase 21 anos de existência. É imensurável o prazer que nos alcança a cada dia, quando os elogios vem atrelados a “discursos” carinhosos de leitores, os mais crentes de nossa missão. São daqui mesmo, mas também, esses elogios e viajam quilômetros, às vezes alguns milhares de quilômetros e nos alcançam tão logo sai uma nova edição. Muitos são oriundos de pessoas que se mostram agradecidas pelo nosso (de toda uma equipe) trabalho, outros são de completo incentivo ao que fazemos, e tudo isso nos fortalece e nos sinaliza que estamos no caminho certo. O AGORA! depois que migrou (acho que por enquanto) para o digital, aumentou seu alcance em mais de 400%, levando seu conteúdo jornalístico a lugares que nosso imaginário ainda não é capaz de calcular, pois a cada dia que passa, somos surpreendidos com votos de PARABÉNS!, que soam como verdadeiras molas propulsoras a nos lançar mais adiante, ou mais alto no pódio do jornalismo responsável e necessário. Elogio de boca própria é vitupério, já dizia minha saudosa colega de bancada na TV, a imortal acadêmica, Dona Neneca Mota Mello, em cuja casa de seus antepassados nas Minas Gerais, Dom Pedro se hospedou com sua comitiva lá pelos distantes anos de 1827 em suas andanças, mas tudo bem, o elogio, ou os elogios aqui estão sendo apenas descritos superficialmente, ou quando no máximo, relembrados. Na verdade, quem é que não se sente bem com tais elogios, e até mesmo com críticas construtivas? Afinal, não somos o suprassumo da sabedoria, da inteligência, do jornalismo e coisa e tal, todavia temos consciência de nosso papel no “mundo” em que vivemos e que nossas vistas alcançam e são alcançadas. Daí que os tais elogios, partindo de quem parte, acaba sim, por nos afagar o ego. Mas não nos tiram do chão. Mantemos os pés firmes nele, e como um gato olhando para um "aquário" cheio de peixinhos, e quem sabe, até tubarões, famintos para abocanhar fartos “menus” recheados de “capivaras” e outros animais que ilustram cédulas que não as de votação, ao menos por enquanto. E é por conta desse nosso olhar atento, e fiscalizador, que os elogios nos são endereçados, bem assim, como temos certeza, que alguns impropérios também. Mas o que seria do mal ( ou mau mesmo!) se não houvesse o bem, e vice e versa? Então, depois de mais de 52 anos de bate-bate na tecla (da máquina de escrever ao computador), afora os rabiscos na base da caneta Bic etc. não vai ser agora que vou subir nos  mais altos  "píncaros” da glória. É vida que segue, e o meu melhor e muito obrigado, simples e humilde por quantos elogios nos alcançarem. Já os que nos endereçarem o contrário, “isso não nos pertence e nem nos alcança”, e rogamos que Deus os abençoe, assim como a todos nós outros que estamos na lida do dia a dia, cumprindo literalmente nossa missão.  Amém!!!    

 

Postado por: Redação do Agora

Categoria do Post: Coluna-do-Silveira

Data: 06/04/2022

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Palavras-chave: COLUNA DO SILVEIRA 1682

Fonte:

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