• Agora Santa Inês -
  • Agora Santa Inês -
  • Agora Santa Inês -
  • Agora Santa Inês -
Agora Santa Inês - PÁGINA DE LITERATURA 1122

PÁGINA DE LITERATURA 1122

Vivos ou mortos, somos todos poetas na vida

 

 

Por Clélio Silveira Filho

Olá poetas, escritores, escrevinhadores feito eu, literatos em geral! Mais uma vez estamos aqui no “cabo da enxada” lavrando palavras e senões para fazer esta página circular. Todos que fazem parte dessa lida, são convidados e me ajudar a editá-la. Enquanto não aparecem os confrades dispostos, eu vou arando a terra, tentando plantar  ALGO que possa germinar  ALGO, que se transforme em  ALGO frondoso e robusto, nem que seja num futuro longe. Na página de hoje homenagens a Machado de Assis, nascido 177 anos atrás, ao recém falecido cantor, cantador, compositor, que nos deixou tanta dor; Papete, e outra ao bem vivo poeta e escritor Luís Henrique. Ah, não esqueçam confrades, membros da quase morta (mais bulindo ainda) Academia de Letras de Santa Inês- ALSI, que temos reunião marcada e remarcada para a tarde do dia 8 de julho nas dependências da Câmara Municipal de Santa Inês para tratarmos da eleição de uma nova diretoria.

E o que temos para hoje....segue mais adiante. Com ou sem São João, não faz mal, só ao coração.   

CONVITE / ALSI 
Novamente voltamos a convidar os membros fundadores da Academia de Letras de Santa Inês e os que vieram mais tarde a compor o quadro dela, para uma nova reunião a ser realizada no dia 9 de julho, às 16:h no Plenário da Câmara Municipal de S anta Inês, para tratar desta feita, da eleição de uma nova diretoria e dos novos caminhos a serem percorridos pela ALSI. Todos estão convidados. A Comissão 

 

 

 

MACHADO DE ASSIS, 177 ANOS

 

Em um 21 de junho, no Morro do livramento, Rio de Janeiro, há 177 anos, nascia aquele que se tornaria a glória da literatura brasileira. Joaquim Maria Machado de Assis, filho de operário e sem estudos regulares, teve seu primeiro trabalho publicado, um soneto, com apenas quinze anos. E não parou mais, passando por praticamente todos os gêneros: dez romances, 200 contos, 600 crônicas, sete coletâneas de poesias, dez peças teatrais, prefácios e críticas literárias, além de várias traduções.

 

À abrangência e complexidade das obras de Machado de Assis soma-se o universalismo legado à nossa literatura, possibilitando abordagens plurais por parte de estudiosos contemporâneos em diferentes linhas de pesquisa. Amostra representativa disso, que leva a um debate estimulante e descobertas instigantes sobre a vida e obra do autor, está reunida em Machado de Assis – Ensaios da crítica contemporânea. Também não surpreende sua projeção internacional, com a crítica machadiana no exterior revelando novas abordagens e ampliando o diálogo com os especialistas brasileiros.

Para comemorar a data foi lançado nesta semana, o livro: Machado de Assis – ensaios da crítica contemporânea. Ele foi concebido para ser mais que uma reunião de ensaios sobre a obra de Machado de Assis. Nas homenagens ao centenário de sua morte, oferece uma visão plural, variada e representativa das abordagens pelas quais o escritor vem sendo pensado pela crítica contemporânea. Sem assumir qualquer "obrigatoriedade" em adotar esta ou aquela linha interpretativa já consagrada, o presente conjunto de ensaios empenha-se em contribuir com a intricada tarefa de manter o debate de ideias em torno da produção machadiana em um grau de complexidade que, enfim, possa pretender homenagear o alcance obtido pela produção intelectual do escritor. A venda do livro está sendo feita nas principais livrarias do País. O Jornal AGORA e o Editor desta página fazem questão de registrar tão importante data.

 

 

 

SE PAPETE FOSSE VIVO.....

Duas de suas melhores composições seriam interpretadas por ele, muito e principalmente nesta semana em que se comemora São João. Como ele não se encontra entre nós, tendo partido para outro plano no mês passado, suas músicas ecoam em todos os São Joãos, principalmente do Maranhão, e aqui nesta página a nossa singela homenagem ao poeta maior da temporada junina, com as letras de duas de suas músicas cantadas e decantadas nas comemorações de junho, no caso, Boi da Lua e Mimoso. Salve Papete! 

 

 

BOI DA LUA

Papete

 

Meu São João..

São João, meu São João

Eu vim pagar a promessa

De trazer esse boizinho

Para alegrar sua festa

Olhos de papel de seda

Com uma estrela na testa.

 

Chora, chora

Chora boi da lua vem pedir uma esmola

Pra quela boneca de anil

Mamãe eu vi boi da lua

Dançar no planeta do Brasil.

 

Meu São João.

São João, meu São João

Eu vim pagar a promessa

De trazer esse boizinho

Para alegrar sua festa

Olhos de papel de seda

Com uma estrela na testa.

 

Chora, chora

Chora boi da lua vem pedir uma esmola

Pra quela boneca de anil

Mamãe eu vi boi da lua

Dançar no planeta do Brasil.

 

 

MIMOSO

Papete

 

No lombo do meu boi

Tem um céu todo estrelado

Ferro em brasa não encosta

Meu boi é mimoso

Meu boi é mimado

 

Veio do pau deitado

Fazer o apresentação

Trouxe o rimador do bom

Pra boiar no Maranhão

 

India era noite

Matracas e pandeirões

Muito olho arregalado

Em riba do batalhão

 

Senhora dona da casa

Eu também sou fumadô

Mas ponta que eu trazia

Caiu na agua e molhou

 

E lá vai mimosa

Com todo o seu guarnicê

Mas um dia a casa cai

E é mimoso que vai te comer

E boiada! Guarnicê!

E, ê boi, ê, ê, boi

 

 

 

 

QUEM É ELE?

 

O poeta e escritor Luís Henrique Sousa Costa 

 

LUÍS HENRIQUE Sousa Costa, nasceu em Santa Inês, Estado do Maranhão, no dia 30 de maio de 1966. Estudou as séries iniciais na Unidade Escolar Estado de Pernambuco, onde desde as primeiras séries do Ensino Fundamental tinha verdadeira fascinação por escrever, suas redações eram sempre cuidadosamente elaboradas. Filho de Alcides Costa e Tereza de Jesus Sousa Costa, o poeta Luis Henrique tem sete irmãos entre eles o também poeta e artista plástico Carlos Alberto Sousa Costa )ambos são membros da Academia de Letras de Santa Inês). É o pai dedicado de Laércio Bruno, Reylan, Victória e Maria Tereza, além de avô-coruja da sapeca Clara Sophia.Durante a sua vida estudantil, Luís Henrique interessou-se por política, tendo sido inclusive Presidente da União dos Estudantes de Santa Inês – UESI e defende a política partidária séria, a partir do voto consciente, como o mecanismo capaz de construir uma sociedade melhor e mais justa. Vencedor de vários concursos de poesia em Santa Inês, no Maranhão e no Brasil, nunca fica demasiadamente empolgado com elogios e tem a estranha mania de estar sempre cobrando de si melhores resultados. Acredita que pode de fato melhorar o mundo com a sua poesia cheia de reflexões, porque compreende que a primeira noção de mundo que se deve ter é o mundo que está ao nosso redor.

É o melhor amigo dos poetas Carlos Denílson e Paulo Rodrigues com quem já dividiu várias apresentações pelos palcos da vida, e dos trabalhos publicados destaca-se: PROFISSÃO? POETA! (Poesias-1993); CAMINHOS (Poesias-1995); SOBRE VIVER (Poesias-1997); POÉTALAS E FECUNDO (Poesias-2000); 14 POEMAS DEPOIS... (Poesias-2002) ERÓTICOS (Poesias-2002); ÓRFÃOS DE MIM (Poesias-2003); MULHERES, MULHERES (Poesias-2007) e no ano 2010 lançou o projeto Recitar e Gostar é só Começar, de incentivo a leitura para crianças das séries iniciais. O projeto consiste em palestras proferidas pelo poeta em escolas da Rede Pública Municipal de Ensino de Santa Inês, onde o tema focado é desenvolver nas crianças o gosto pela leitura. Integra o projeto o livro A TARTARUGA FOFOQUEIRA E OUTRAS ESTÓRIAS, com textos de Luís Henrique e lustrações de Marinho.

 A TARTARUGA FOFOQUEIRA E OUTRAS ESTÓRIAS é o portal de entrada de Luís Henrique para a literatura infantil, vocação que nele foi despertada quando atuava como professor das séries iniciais na Escola Municipal Padre Antônio Boeing, e buscando parcerias com a Prefeitura Municipal de Santa Inês, Secretaria de Educação e Secretaria de Cultura, além de empresas privadas parceiras, o projeto ganhou força e certamente pela obsessão que esse poeta carrega pelas questões educacionais, terá uma grande abrangência. Extremamente inquieto e embalado pelo sucesso de A TARTARUGA FOFOQUEIRA E OUTRAS ESTÓRIAS já anunciou a sua volta aos estúdios para gravar e relançar o CD 14 POEMAS DEPOIS, (poesia falada),. Nas raras horas de folga está escrevendo sua autobiografia provisoriamente intitulada de MINHA VINGANÇA É SER FELIZ!

Postado por: Redação Agora

Categoria do Post: Entretenimento

Data: 27/06/2016

Visitas: 907

Palavras-chave: PÁGINA DE LITERATURA 1122

Fonte:

Big Systems
5383866 visitas no Portal www.agorasantaines.com.br hoje 22 do mês 11 de 2019