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Agora Santa Inês - “Evoluímos para a cura, mas falta encontrar os pacientes”, afirma especialista em hepatite C

“Evoluímos para a cura, mas falta encontrar os pacientes”, afirma especialista em hepatite C

Durante a 19ª edição do Hepatologia do Milênio, gastroenterologista faz balanço do 1º ano  de tratamento gratuito alcançam chance de cura superior a 90% e ainda reforça necessidade do diagnóstico precoce

A chance de cura da hepatite C, em diversos públicos, será um dos principais destaques 19ª edição do Hepatologia do Milênio, que será realizado entre os dias 13 e 15 de julho, em Salvador (BA). Durante o encontro, especialistas abordarão as principais questões que envolvem a hepatite C na atualidade, principalmente a partir dos primeiros resultados com os novos tratamentos da doença, que em apenas 12 semanas e com menos efeitos adversos, aumentam a chance de cura para 90%. “Praticamente um ano após a chegada do novo tratamento para a hepatite C no Brasil, é possível notar que as combinações atuais de tratamento livre de interferon, disponíveis gratuitamente no SUS, alcançam chance de cura superior a 90%, inclusive entre os pacientes cirróticos, que podem ser tratados, curados e, consequentemente, dispensados da fila do transplante. Com isso, a busca pelo paciente, por meio do diagnóstico precoce, é cada vez mais fundamental”, explica a gastroenterologista Maria Lúcia Ferraz, diretora da Sociedade Brasileira de Hepatologia (SBH). 

A hepatite C 

A hepatite C é uma doença contagiosa causada pelo vírus C (VHC). A transmissão ocorre, dentre outras formas, por meio de transfusão de sangue, compartilhamento ou uso de materiais contaminados como seringas, objetos de higiene pessoal (lâminas de barbear e depilar), alicates de unha, além de outros materiais perfurocortantes usados na confecção de tatuagens e colocação de piercings. O vírus também pode ser transmitido pela via sexual e vertical (de mãe para filho). Estimativas apontam que cerca de 3% da população mundial possa ter sido exposta ao vírus e desenvolvido infecção crônica, o que corresponde a 185 milhões de pessoas. Na maioria das vezes a doença é assintomática, mas em alguns casos surgem sintomas como vômitos, náuseas e mal-estar. A prevalência é a mesma entre homens e mulheres, sendo que em pessoas com mais idade a progressão pode ser mais rápida. A ingestão de bebidas alcoólicas também pode acelerar a progressão da hepatite C. O teste para detecção da doença é fácil, rápido, gratuito e está amplamente disponível na rede pública.

Postado por: Redação Agora

Categoria do Post: Entretenimento

Data: 15/07/2016

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Palavras-chave: “Evoluímos para a cura, mas falta encontrar os pacientes”, afirma especialista em hepatite C

Fonte:

Big Systems
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