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Agora Santa Inês - Não foi eleição foi plebiscito....abaixo assinado

Não foi eleição foi plebiscito....abaixo assinado

Por Roberto Bisneto

Da Editoria de Política

       O Brasil inteiro assistiu a realização da eleição municipal do último dia 2 de outubro. Viu-se nos mais de 5.000 municípios a famosa disputa voto a voto, e candidatos que venceram eleições com até folgados percentuais à frente de seus adversários. Excetuando-se aí as capitais, e uns poucos municípios com mais de 200 mil eleitores onde haverá segundo turno, não se viu entretanto, em percentuais proporcionais ao colégio eleitoral de Santa Inês, alguém vencer uma eleição com quase 80% dos votos bons apurados. Isso só teria acontecido mesmo aqui em Santa Inês, onde a candidata do PSDB, Vianey Bringel massacrou seu principal adversário, o ainda prefeito por menos de três meses Ribamar Alves, com uma vitória ancorada em mais de 26.000 de diferença.

       Teria havido em Santa Inês, ao invés de uma eleição, ocorrido na verdade um plebiscito, onde o povo disse alto e bom som nas urnas, um “NÃO” para a administração do prefeito Ribamar Alves. Um “NÃO” com a força de um abaixo “assinado” literalmente pelas digitais (biometria) de 32.874 pessoas das 41.656 (números líquidos) autorizadas a decidirem SIM ou NÃO, do qual a portadora, pela sua credibilidade e outros atributos, foi a candidata Vianey Bringel. Apenas 6.670 pessoas disseram SIM a Ribamar. O restante (fora os 32.874 NÃO), pouco menos de duas mil pessoas votaram nos outros dois candidatos.

         O recado curto e grosso dado ao alcaide de Santa Inês no dia 2, deveria ter se seguido de uma renúncia “honrosa” do cargo, logo no dia seguinte. Pois está claríssimo que o povo de Santa Inês sepultou-lhe politicamente, a ele e ao seu grupo político. A derrota estonteante se estendeu também no Legislativo local. Dos 17 vereadores, apenas quatro dos seus até então aliados, conseguiram renovar o passaporte para mais quatro anos de frequência garantida no Palácio Edmilson Gonçalves.

      Como se não bastasse todo tipo de lambança cometida pelo prefeito em três anos e meio de mandato ( o ano de 2016 começou praticamente com ele na cadeia), a derrota de 2 de outubro pode ainda não ter sido seu canto do cisne, antes de deixar o principal gabinete do Palácio Biné Sabak no dia 31 de dezembro. Ouve-se dizer nos bastidores da política e da Justiça, que muita coisa ruim ainda poderá acontecer daqui até lá em desfavor de Ribamar Alves. Já na semana que vem ele deverá ser notificado judicialmente, caso não tome providência espontaneamente, para que inicie a transição da administração municipal junto aos advogados e auxiliares do futuro governo de Vianey Bringel, conforme determina a Lei. E aí, é que muita coisa poderá vir à tona, enlameando mais ainda a melancólica passagem de Ribamar/Luana Alves pela Prefeitura de Santa Inês. Triste sina! Triste final! Melancólico mesmo!

Postado por: Redação Agora

Categoria do Post: Entretenimento

Data: 10/10/2016

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Palavras-chave: Não foi eleição foi plebiscito....abaixo assinado

Fonte:

Big Systems
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