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Agora Santa Inês - COLUNA DO SILVEIRA 1162 - Formato diferente / Coisas que chamam atenção

COLUNA DO SILVEIRA 1162 - Formato diferente / Coisas que chamam atenção

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COLUNA DO SILVEIRA 1162

“Cuida Senhor da minha vida. Liberta-me física, psíquica e espiritualmente. Livra-me dos maus, guarda-me dos pecados, restaura meus caminhos, ajuda-me a vencer as batalhas que não posso vencer sozinho, e Vença por mim as que não poderei vencer nunca”. Do Colunista. 

 Olá, bom dia! Foi-se mais um feriado, mas a gente não deu pelotas para ele, afinal, chega de ficar sem circular na quarta-feira (circulando na quinta) por conta de feriados. São tantos que ao final do ano, contando os sábados, domingos e feriados nacionais, estaduais e municipais, e mais os dias santos, são para mais de 150 dias por mês no bem bom. E olha que o Brasil atravessa uma crise onde até balanço de brinquedo, daqueles que se amarra em pé de mangueira, está sendo leiloado pela internet. E desemprego é o que mais cresce no País. Mesmo assim....tome um feriado após o outro. Bom, hoje (já dissemos) é quarta-feira, 16 de novembro, faltando apenas 45 dias para o ano de 2016 se acabar, e com ele, o que era doce para quem estava mamando no poder, azedar de vez. E pensar que todo um projeto político, desceu pelo ralo por conta das pirotecnias de um grupo de (dois) políticos que ao longo de 4 anos, só soube colecionar impopularidade, e sai do poder como o mais “destrambelhado” a ocupar tais cargos desde a emancipação política de Santa Inês. Depois que desocuparem a Prefeitura, é que possivelmente se saberá ao certo o tamanho da “herança” que fica para a população local, e para quem vai administrar a massa falida do município. Como o nosso jornal é eminentemente político (também),pelo que não nos furtamos de tratar do assunto de frente e rente no batente que nem pão quente, o leitor já sabe que encontrará em nossas páginas sempre o assunto “política”, e principalmente o que diz respeito a Santa Inês e região. Bom, esperamos que todos tenham uma boa leitura, um bom dia e que Deus nos abençoe a todos. Amém! Ah, esta é a edição impressa e online de número 1.162.     

 

Formato diferente

Na última edição, muita gente se surpreendeu com o formato desta coluna. Ao invés dos tradicionais parágrafos abordando vários assuntos, estavam duas matérias que deveriam ser publicadas em outras páginas. Mas, foi o que deu para fazer diante da falta de espaço para abrigar matérias importantes que aterrissaram na plataforma de jornalismo lá pras 10 da noite.

 

Fazendo a diferença

Na segunda-feira de manhã, amanheci no saguão da agência do Bradesco em Santa Inês. Precisava resolver algo antes das 9:30. Faz tempo que não ia ao Bradesco local. Me surpreendi com a  nova estrutura  arquitetônica da agência, e com a cordialidade com a qual os clientes estavam sendo recebidos. Todos passavam por um corredor de “boas vindas” formado por gerentes administrativos de vários setores com largos sorrisos. Confesso que foi a primeira vez que vi da parte de uma instituição financeira (particular ou privada) forma tão hospitaleira de receber os clientes. Parabéns para a gerente geral da agência, a amiga Edneide Assunção e para todos do Bradesco. O negócio é a gente se tocar que nos dias de hoje, o que se vende não é dinheiro ou mercadoria, seja ela qual for, e sim prestação de serviços.   

 

Coisa que chamam à atenção                                           

Na mesma manhã, em um sinal de trânsito localizado nas Laranjeiras, Avenida Castelo Branco, no sentido de Belém, o sinal fechou, e um cidadão aparentando mais de 30 anos, bem vestido, aproveitou o sinal fechado (Sinal Fechado é o título de uma música de Paulinho de Viola....que saudades!), para vender água mineral geladinha. Os poucos segundos que fiquei parado esperando o sinal abrir, vi a movimentação daquele senhor que inclusive, desta feita não vendeu uma garrafa de água, mas fiquei imaginando quanta gente procura um jeito honesto de viver, mesmo se expondo ao risco de ser atropelado e até mesmo ser xingado, mais ganhar um dinheiro decentemente, enquanto muita gente tem vergonha de trabalhar e opta por roubar, fazer o mal e se “dar bem”, sem pregar um prego numa barra de sabão. É campeão, esse é o caminho, quem sabe alguém pára ao teu lado uma hora dessas e te oferece um emprego. Que Deus me ouça.

 

Tragédia alcança os Sarney    

“A polícia maranhense não divulga publicamente, mas atua em uma linha de raciocínio que aponta um relacionamento extraconjugal do empresário Lucas Porto como motivação do assassinato de sua cunhada, a publicitária Mariana Costa, fato acontecido na tarde de domingo passado em São Luís. Essa versão foi levantada nesta terça-feira, 15, pelo programa Brasil Urgente, da Band, com base em fontes policiais, segundo o apresentador José Luiz Datena. Este relacionamento, poderia ser, inclusive, homossexual. Na versão apresentada no programa, Datena frisou que só não ficou claro se a reação de Mariana foi em defesa da irmã, Carolina – mulher de Lucas – ou se dela própria, que manteria um relacionamento com o cunhado e se irritou com a terceira pessoa no caso. A polícia maranhense nada fala sobre a relação da vítima com o suposto assassino. E ainda tenta montar este quebra cabeça…”. Marco Aurélio D Eça / Editor da Coluna Estado Maior do Jornal O Estado do Maranhão.

 

Famílias estraçalhadas

Muito triste o que aconteceu na família Sarney. Fato este que acontece ou pode acontecer em qualquer família, como estamos cansados de divulgar aqui em nossas páginas (já se vão para mais de 18.500 páginas), mas é que para muitos, a tragédia é coisa que jamais o alcançará, devido sua condição financeira, poder político, popularidade, etc. Não amigos! Este mundo em que vivemos é um mundo em que precisamos vigiar-nos 24 horas por dia, 7 dias por semana, quatro semanas por mês, doze meses por ano e dezenas de anos que Deus nos dá a oportunidade de viver. Precisamos ter a consciência de que estamos expostos a tudo e todo cuidado é pouco. Além da religião (os dois o que teria matado e a que morreu viviam na igreja, eram evangélicos praticantes) precisamos cuidar de nós, nos cercar de boas coisas, nos certificar de nossa segurança, não podemos atravessar o sinal vermelho. Nenhum dinheiro do mundo ou poder, deve ser trocado por uma vida. E para fechar: Deus disse: “vigiai, vez que não sabeis que dia o ladrão vem”. Que Deus se apiede da família Sarney, e também de todas as outras, a minha a sua, as nossas. Amém!    

Postado por: Paulo Silveira

Categoria do Post: A-Cidade

Data: 16/11/2016

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Palavras-chave:

Fonte: Redação Agora

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