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Agora Santa Inês - Coluna Estado de Alerta 1174

Coluna Estado de Alerta 1174

Acabou...ou...ou....acabou!

Até que enfim foi-se com mais de mil  (mil?) o governo sem fronteiras, sem estribeiras e de brincadeira, que desmontou Santa Inês em quatro anos de desgoverno, em que proporcionou os mais diferentes absurdos em todos os sentidos, se é que alguma coisa fez sentido nesse governo do “faz de conta”.

Acabou.....ou....ou.....acabou! II

Agora é que veremos o quanto Ribão (sozinho? Uma ova!) aprontou  nesses quatro anos de desconstrução de Santa Inês. As coisas vão aparecendo, ou desapareceram sem deixar rastros. Mas muitas coisas virão à tona dia após dia nesses dias de início de governo de Vianey, e por mais dias adiante.

Cidade acabada

Agora que o povo vai aos poucos tomando pé da situação, é que se pergunta: será que Ribão tinha conhecimento total do que acontecia na cidade, em suas secretarias, em seu (des) governo? Será mesmo que era ele quem (des) governava o município? Como assim? Deixar jogado às traças uma administração a qual recebeu enxuta e pronta para alavancar o progresso que tanto queríamos, e que ele tanto prometera?

O pior dos piores

Em março Santa Inês completará 50 anos de emancipação política. Nem todos os prefeitos que passaram pelo comando do município foram bons ou coisa próxima disso. Mas, uma coisa é certa: nenhum deles foi tão ruim, fez tanto mal à população quanto Ribão e seus iguais. Ele e eles usaram e abusaram de uma população honesta, correta e trabalhadora. Isso não vai ficar barato para o povo não! Uma lástima que seja assim.

Um escândalo atrás do outro

  Uma coleção de fatos vergonhosos desfilou no (des) governo de Ribão. Com ou sem a sua anuência? Alguns até por iniciativa própria dele. Chegou a passar quase um mês na cadeia acusado de ter estuprado uma estudante de 18 anos. Nesse particular nem uma juíza escapou do escândalo envolvendo o prefeito. Fora o “fora” que levou em um show do cantor Amado Batista no Dona Zima. Ribão foi o prefeito “PL” que passou pelo Palácio Biné Sabak.

Teve de tudo

Em quatro anos ele foi do céu ao inferno. Começou seu governo com se fosse o salvador da pátria. Não demorou muito meteu os pés pelas mãos e em menos de cinco meses já havia brigado com o irmão que era secretário de Finanças, e já havia feito a Câmara engolir mais de uma dúzia de projetos duvidosos oriundos de seu gabinete. Só em 2013 a Câmara teria aprovado mais de 70 projetos para as benesses do Executivo e ferrando o povo. Loucura pura!

Faltando chão

A medida que o tempo foi passando, Ribão acelerava o passo rumo ao fundo do poço. Com menos de dois anos de mandato não conseguiu arrumar mais do que 7 mil votos para sua consorte (eita mulher pra ter sorte!) então candidata a deputada federal. A popularidade do casal patinava em areia movediça. Começou a faltar chão para ambos e os seus súditos.

Placa de vende-se

Com três anos o governo sem estribeiras já havia privatizado quase tudo e leiloado de caçamba e trator, além é claro de ter “doado” terras, vendido léguas delas, e o escambau! Tudo era permitido para seus apaniguados. A ordem, parece que era, não sobrar pedra sobre pedra. Eita menino “tinhoso!”. Apareceu por aqui uma qualidade de gente famosa em seus habitats, de currículos macabros e maculados. Valia de tudo e de nada valia protestos pelas ruas. Denúncias. Críticas, etc.

O fim da linha 

Com a chegada de 2016, último ano da epopeia ribamarista, um delegado vindo do Rio de Janeiro, meteu-lhe algemas e prendeu àquele que jamais se imaginava que um dia iria preso, muito menos pelo que foi. A casa caiu! Ribão se desmanchou em chororô e sua consorte (ou mulher de sorte!) ainda correu pra lhe acudir. Teve até foguetes e festa quando ele deixou o xilindró. Mas Santa Inês já estava “maculada” no estado inteiro e nos telejornais brasileiros. Eita que a fama dele correu o mundo!

Desmilinguido fraco na disputa

  Sem trocadilhos, veio a disputa pela prefeitura, e ele se enganou, achando que estava enganando o povo. O povo não se enganou desta vez e deu-lhe um sonoro não nas urnas. Uma surra de votos daquelas que o fez perder o caminho de Santa Inês. Dizem que nunca mais foi visto na cidade desde 2 de outubro. Por sorte (eita menino de sorte!) sua consorte (eita menina de sorte!) virou deputada federal e ambos foram morar em Brasília onde serão felizes para sempre. Para felicidade geral da nação de Santa Inês. Que nos esqueçam! 

Chumbo quente

Palácio da assombração de herança. Sobrou só pó nos gabinetes da Prefeitura. Sujeira a perder de vista./// Vistas que não perdem nada do que aconteceu por ali nesses quatro anos.///No domingo, um menino de 11 anos, andando pelos corredores da Prefeitura, soltou essa: “é, Santa Inês já tem seu museu”. Aonde? Qual? Perguntaram-lhe. E ele respondeu; “essa prefeitura está mais parecendo um museu, é o próprio!”.//// De fato. Não sobrou nada ali a não ser algo que lembre um museu.....abandonado.///E é de se perguntar? Cadê ou quede os secretários importados?/// A manda chuvas que veio do Pernambuco? E os outros que vieram do Ceará, de Brasília e outros estados, mandar no povo daqui?/// Será que terão cara de encarar o povo com o qual “sacanearam” tanto?/// Pior é vê que ainda tem gente que acredita que a deputada vai salvar a “lavoura” política em que ela e o maridão plantaram todo tipo de maldade.//// O que fizeram com a cidade e o município de Santa Inês, não se faz!/// E não somos só nós do AGORA que estamos dizendo ou falando isso. O povo inteiro fala pela mesma boca. E os dias que virão testemunharão o que escrevemos aqui.//// Coisas de arrepiar cabelo de careca, creiam, ainda vão submergir nesse mar de lama que foi o desgoverno sem fronteiras./// Fomos!!!!!          

Postado por: Redação Agora

Categoria do Post: A-Cidade

Data: 02/01/2017

Visitas: 487

Palavras-chave: Coluna Estado de Alerta 1174

Fonte: Da Editoria de Política

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