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Agora Santa Inês - COLUNA ESTADO DE ALERTA 1200

COLUNA ESTADO DE ALERTA 1200

A queda da bastilha I

Com “b” minúsculo mesmo. No caso o “b” é de brasil. Um país minúsculo em se tratando de política partidária, e até mesmo de políticas públicas, vez que os recursos para tais, ficam pelo meio do caminho.

A queda da bastilha II

A lista dos políticos envolvidos nas maracutaias, é a maior desde os tempos de Cabral, e olha que essa lista aí não está completa. Faltam dezenas ou centenas de nomes. Se colocarem os peixes miúdos, como por exemplo, vereadores e prefeitos (com raríssimas exceções, e alguém irá nos contestar: e haverá mesmo essas raríssimas exceções?), aí a lista é interminável. Inesgotável. O brasil (desculpem mais hoje é com “b” minúsculo mesmo), pode fechar pra balanço depois dessa e de outras listas que virão pela frente. Uma lástima que tudo tenha acontecido desse jeito.

Lava Jato I

A operação Lava Jato deveria distribuir “franquias” pelos municípios brasileiros. Imagina se cada um dos mais de 500 municípios tivesse em curso uma Operação Lava Jato? O país seria verdadeiramente passado a limpo. Em alguns municípios maranhenses ela até existe. Numa meia dúzia deles ou um pouco mais. Porém deveria ter uma Operação Lava Jato em todos os 217. 

Lava jato II

Alguém vai dizer; sim mas os atuais prefeitos e vereadores assumiram em janeiro passado, ainda não deu tempo de “aprontarem” nada. Ok, concordamos. Mas e os que governaram nos últimos anos? Todos estão limpos perante os tribunais e podem dormir o sono dos justos? Ou há controvérsias?

Lava Jato III

Como dormir-se com tamanho barulho nos telejornais nacionais? Que vergonha de ser brasileiro nos acomete agora! E para piorar a situação, a cara deslavada dos acusados sumariamente, é o que mais nos assusta. Eles são capazes de negar a existência de Deus se duvidar. Nunca viram uma nota de 100 (mil) reais. Não conhecem a cor do dólar e nunca viram mais gordos ou mais magros, os que lhes acusam. É muita audácia da pilombeta!

Mas são só os políticos?

Claro que não. Uma corja de grandes empresários, tidos como os maiores do país, em vários segmentos da economia, estão entranhados no covil. A respeito e a despeito disso, um delegado da Polícia Federal escreveu esse texto que fazemos questão de reproduzir abaixo, se reportando ao que acontece por exemplo, no Rio de Janeiro:  

CORRUPTOS AO QUADRADO E CANALHAS AO CUBO

O que podemos pensar de homens públicos que enriquecem às custas de fraudes perpetradas contra a saúde pública de uma população tão carente como a carioca? Em que grau de ordinarice pode chegar um médico? Como alguém que presta um juramento como o de Hipócrates pode cometer tamanha barbaridade, sendo, ainda por cima, bem sucedido e renomado? Um médico sabe, como ninguém, o quanto 300 milhões de Reais poderiam salvar vidas.

E devem, em contrapartida, saber que um rombo de 300 milhões na saúde tem o condão de acarretar dezenas de mortes. A corrupção, de fato,  mata. Parece que não há limites para essa gente da política. Eles roubam na merenda, nas próteses médicas, nos planos de saúde, nos fundos de pensão e nas escolas. São ladrões sem qualquer traço de freios morais.

O Governo Sérgio Cabral, ao que tudo indica, implantou na esfera estadual, no Rio de Janeiro, um esquema nos moldes acadêmicos de crime institucionalizado. Esse governo do Rio mais se assemelhou a uma gangue de trombadinhas.

Às vezes perguntamos "se haveria algum caso de roubo nesse governo"... mas nesse caso temos curiosidade é de saber se  houve alguma área de governo na qual esse governador trabalhou sem desviar dinheiro. A melhor pergunta seria então: será que houve algum governo nesse roubo?

Que penalidades mereceriam esses médicos, políticos e empresários, que armaram um golpe que abiscoitou 300 milhões, com a ruína e o sofrimento físico de tantas pessoas necessitadas? O que seria de bom tamanho para esses traidores?

JORGE PONTES é Delegado de Polícia Federal e foi Diretor da Interpol no Brasil

E já que estamos falando

Do que não presta, cinco pessoas foram presas e 580 quilos de maconha foram apreendidos na capital durante operação realizada pela Superintendência Estadual de Combate ao Narcotráfico (SENARC) realizado no último fim de semana. Os suspeitos seriam os responsáveis pelo armazenamento, distribuição e venda de entorpecentes. O grupo criminoso teria a intenção de distribuir a droga apreendida em toda região metropolitana de São Luís. Essa foi considerada a maior apreensão de maconha (prensada) na capital maranhense realizada pela Polícia Civil. Quer dizer; tem gente pra tudo. Eita mundão sem porteira!!!

Chumbo quente

E por falar em porteira, que rima com besteira e fronteira, tem uma “figura” política que praticamente foi “escorraçada” daqui, que anda fazendo plantão em municípios da região./// Comendo pelas beiradas. E o pior é que ainda acha quem caia em suas promessas./// Agora as coisas se inverteram. O primeiro “damo” é que segue a “autoridade” municípios afora.//// E a Cemar vai ou não ligar a energia de um poço artesiano, que a Caema jura que já está no ponto de funcionar lá no Bairro da Palmeira?/// Se o difícil era cavar e implantar a bomba e outros que tais, agora a coisa emperra exatamente na falta de energia para fazer funcionar a bomba do poço? Não. Isso não pode acontecer.//// Alô Luís Carlos do Bronca! Vai ficar por isso mesmo o negócio lá do poço da Palmeira?/// Vamos aumentar o volume do “ruído” que a coisa funciona logo. /// Aliás, Cemar e Caema, bem que poderiam ser mais parceiras./// Mais cedo ou mais tarde, uma vai precisar da outra./// E por hoje é só. Até pra semana, se Deus quiser

Postado por: Redação Agora

Categoria do Post: A-Cidade

Data: 17/04/2017

Visitas: 215

Palavras-chave: COLUNA ESTADO DE ALERTA 1200

Fonte: Da Editoria de Política

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