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Agora Santa Inês - COLUNA DO SILVEIRA 1339

COLUNA DO SILVEIRA 1339

“Não é difícil ser feliz. Basta renunciarmos às coisas ruins que nos alcançam através das tentações. Basta buscarmos as coisas do bem. Fazermos opções por Deus em sua verdadeira essência que as coisas boas aparecerão”. Do livro Gostas de Reflexão Espiritual II, de autoria de Clélio Silveira Filho.

 

Olá, bom dia! Hoje é quarta-feira, dia 29 de agosto, finzinho do mês chegando e a gente aqui, rente no batente que nem pão quente, com mais uma edição impressa, online e em PDF do seu Jornal AGORA Santa Inês, esta a edição 1339, cujo conteúdo vai estar até as 10 da manhã no site www.agorasantaines.com.br, antes porém segue para centenas de assinantes, dezenas de anunciantes e milhares de leitores que recebem a edição em PDF em várias partes do Brasil. Este é o AGORA, rápido e ligeiro que encara mais uma eleição política de fronte erguida e pronto para a batalha. Esperamos que todos tenham um grande dia este de hoje, uma boa leitura e que Deus nos abençoe sempre! Amém!

 

BOLSONARO X BONNER

Poderia ser Bolsonaro X Globo, mas, porém, ficou mesmo entre Bolsonaro Renata e Bonner. Do que disse e desdisse Bolsonaro, deu para perceber que como presidente da República ele não será capaz de resolver os problemas dos brasileiros. Esta a minha opinião. Muito sem “tino” em suas respostas, apesar das provocações dos entrevistadores. É bem verdade que o Jornal Nacional não está entrevistando o candidato a presidente, está inquirindo-os, mas na noite de segunda-feira, o Ciro Gomes se saiu melhor, conseguiu contornar com tranquilidade os questionamentos dos entrevistadores. Também esperar isso de Bolsonaro, já é querer demais.

 

RESUMÃO DA ENTREVISTA

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, afirmou ontem, terça-feira, 28, em entrevista ao Jornal Nacional, da TV Globo, que o “único insubstituível” em um governo seu seria ele mesmo. A afirmação do presidenciável se deu após ele admitir que seu escolhido para um superministério da Economia, o economista Paulo Guedes, poderia deixar sua gestão em caso de conflitos. Bolsonaro ressaltou, contudo, que “duvida” que haveria problemas entre ele e Guedes. Questionado sobre se seria um “refém” nas mãos de um ministro tão poderoso, Bolsonaro fez sua alusão preferida para se referir a Guedes, o “casamento”, citou o divórcio entre os apresentadores William Bonner e Fátima Bernardes e declarou que, caso o economista deixasse seu governo, “paciência”. “É parecido com um casamento. Estou namorando Paulo Guedes há um tempo e ele a mim também. Nós [Bolsonaro e Bonner] somos separados. Até o momento da nossa separação não pensamos em uma mulher reserva. Se isso vier a acontecer, por vontade dele ou minha, paciência”, respondeu Bolsonaro. Após citar novamente a separação de Bonner, Bolsonaro ressaltou que não se “divorciaria” de Paulo Guedes “por capricho”. “[William] Bonner, quando nós casamos, eu com minha esposa e você com a sua, nós juramos fidelidade eterna, mas aconteceu um problema no meio do caminho. Duvido que, pelo que conheço do Paulo Guedes, que esse descasamento venha, que esse divórcio venha. O único insubstituível nessa história sou eu, troca todo o ministério. Fora isso, se por ventura acontecer, pode ter certeza, não será por um capricho meu ou capricho dele”, disse Jair Bolsonaro. Indagado sobre sua posição a respeito da igualdade salarial entre homens e mulheres no mercado de trabalho, o candidato do PSL repetiu que não tomaria medidas para influenciar os empregadores porque a CLT “já garante” equiparação salarial aos gêneros nas mesmas funções. “Por que o Ministério Público do Trabalho não age? Eu não tenho ingerência no Ministério Público do Trabalho. Isso está na CLT, é só a mulher denunciar que o Ministério Público do trabalho vai atrás do assunto”, afirmou. O candidato ainda provocou os entrevistadores dizendo que, entre William Bonner e Renata Vasconcellos, “com toda certeza há uma diferença salarial”. A jornalista, então, rebateu: “Eu poderia como cidadã, e como qualquer cidadão brasileiro, fazer questionamentos sobre os seus proventos porque o senhor é um funcionário público, deputado há 27 anos, e eu, como contribuinte ajudo a pagar o seu salário. O meu salário não diz respeito a ninguém. E eu posso garantir ao senhor, como mulher, que jamais aceitaria receber um salário menor de um homem que exercesse as mesmas funções que eu”, afirmou Renata. Conforme o expediente do Jornal Nacional, Renata Vasconcellos é apresentadora e editora-executiva, enquanto Bonner, além de apresentar, também ocupa o cargo de editor-chefe do programa. Sobre Segurança Pública, Jair Bolsonaro voltou a defender que seja dado um “excludente de ilicitude” a policiais e agentes de segurança que participarem de operações contra criminosos armados. Com a medida, o presidenciável propõe que os agentes não sejam responsabilizados pelas mortes, mas “condecorados”. “Ele entra, resolve o problema, e se matar dez, quinze ou vinte com dez ou 30 tiros cada um, ele tem que ser condecorado e não processado”. Bolsonaro ainda destacou que “se não atirar, não vai resolver nunca”. “Como você tem que tratar essas pessoas? Pedindo pra levantar as mãos, dá uma florzinha pra ele ou atirar? Você tem que atirar, se não atirar não vai resolver nunca”, disse ele. Ao final da entrevista no Jornal Nacional, assim como na sabatina ao canal Globonews, no início de agosto, Jair Bolsonaro citou trecho do editorial em que Roberto Marinho, fundador do Grupo Globo, defendeu o golpe militar de 1964. No bloco seguinte, com a entrevista já encerrada, William Bonner leu uma nota da emissora que cita um editorial publicado pelo jornal O Globo em 2013, com um mea-culpa sobre o texto de Marinho. (Fonte / Veja online)

 

MENOS TENSO

A expectativa é que com Alkmin e Marina Silva o clima  seja menos tenso. Na verdade, as entrevistas teriam que servir para mostrar os programas de governos dos candidatos a presidentes, uma vez que no horário eleitoral na TV, o tempo vai ser curto. Mas, vai daí que as entrevistas viraram debates e assim o eleitorado é quem perde com isso.

 

MISSA DE 7º DIA

Foi realizada ontem à noite, na Igreja Matriz de Santa Inês, a missa de 7º Dia, de Tereza de Jesus Sousa Costa, Dona Terezinha, viúva de Alcides Costa e mãe de muitos filhos, dentre eles os escritores Luís Henrique e Carlos Alberto, também mãe da ex-secretária de Educação de Santa Inês, Concita, e outros irmãos. Dona Terezinha faleceu no meio da semana passada aos 88 anos. Ontem na missa, a emoção e a saudade que ela deixou junto aos seus familiares era visível. Infelizmente não pude comparecer, mas deixo aqui, mais uma vez, a minha solidariedade a toda a família. 

 

MARANHÃO PEGANDO FOGO

Desde janeiro até agosto, o Maranhão registrou 4.968 focos de fogo e está na segunda posição no ranking dos estados com maior número de queimadas no país, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Ainda de acordo com o Inpe, o município de Balsas, a 810 km de São Luís, possui o maior número de focos no estado com registro de 420 focos de queimadas, registrados de janeiro até o momento. O Inpe acrescenta que o Maranhão perde posição apenas para o estado do Mato Grosso com registro de 7.600 focos e fica na frente do Pará que possui atualmente 4.000 focos de queimadas registrados.

 

DINHEIRO NO BALDE

Os candidatos ao governo do Maranhão começaram a receber repasses dos diretórios nacionais para as suas campanhas eleitorais. Roseana Sarney (MDB) foi a que mais recebeu recursos, a ex-governadora foi contemplada com R$8 milhões, já Flávio Dino (PCdoB), recebeu R$4 milhões e Roberto Rocha (PSDB), foi contemplado com R$1 milhão. Os demais continuam sem receber nada. Com o dinheiro em conta, as candidaturas de Roseana e Roberto Rocha devem ganhar mais volume a partir desta semana. Já Flávio Dino já tem um grande contingente de pessoas e estrutura lhe acompanhando.

 

JÁ ESTÁ VALENDO

A energia elétrica ficou mais cara no Maranhão a partir de ontem, terça-feira, dia 28. O reajuste nas tarifas foi autorizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), na terça-feira (21).

Os consumidores residenciais, como casas e apartamentos, atendidos pela Companhia Energética do Maranhão (CEMAR), vão ter reajuste médio de 16,67%. Assim, uma pessoa que paga R$ 10 de energia elétrica, por exemplo, vai passar a pagar em média R$ 11,67. Já os consumidores de alta tensão, como indústrias e comércios, vão pagar 17,86% a mais na conta luz. A CEMAR atende cerca de dois milhões e meio de consumidores em 217 municípios maranhenses.

Postado por: Redação Agora 03

Categoria do Post: Coluna-do-Silveira

Data: 29/08/2018

Visitas: 552

Palavras-chave: COLUNA DO SILVEIRA 1339

Fonte:

Big Systems
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