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Agora Santa Inês - COLUNA DO SILVEIRA 1354

COLUNA DO SILVEIRA 1354

“É a cada amanhecer que conferimos nossas vidas, que de joelhos devemos agradecer a Deus, por tão grande Dádiva. A vida que vivemos a cada dia, é um presente de Deus, acreditemos nessa Graça, e agradecemos por ela”. Clélio Silveira Filho.      

 

Olá, bom dia e bom final de semana! Aqui estamos nós de volta com mais uma edição impressa, online e em PDF do Jornal AGORA Santa Inês, que a cada dia que passa, passa a valer mais e mais na visão dos seus leitores e anunciantes. O AGORA tem novidades para apresentar aos seus milhares de leitores, mas vai esperar passar  a eleição (2º turno) para só então anunciarmos do que se trata. Esta é a edição 1.354 que circula neste sábado,  20 de outubro, faltando exatamente 8 dias para sabermos quem é que vai governar ou desgovernar mais ainda o Brasil. Apesar de algumas pesquisas apontarem Bolsonaro como o provável eleito, já começaram a aparecer ontem, pesquisas mais otimistas pró Haddad. O problema é que pesquisas servem mesmo para mexer com o “psicológico” do eleitor. Na minha visão, a “parada” está quase liquidada a favor de Bolsonaro. Mas o jogo ainda não terminou, e eleição muda como o vento. A vantagem do Bolsonaro,  é que quem vota nele, abre o peito e grita, se manifesta nas redes sociais, veste a camisa e deixa isso claro de alguma forma, até no perfil do ZAP. Já os eleitores de Fernando Haddad estão meio que “acuados” e preferem ficar na moita. Quanto a nós, resta rezar (e muito) para que quem se eleger não faça deste país o que muitos fazem na “privada”. Bom, vamos em frente e confiemos em Deus, e que ele nos abençoe, a todos. Amém!  

 

UM DIA PARA ENTRAR PARA A HISTÓRIA....

A Dale Carnegie Training está comemorando 106 anos de transformações, mudanças, melhorias,  fortalecimento de relacionamentos e despertando o melhor das pessoas.

E para comemorar esse momento, vai trazer um dia inteiro de  conhecimento.

1-     Você vai saber Como as emoções influenciam nosso sucesso, seja impulsionado fazendo ir mais longe, ir de encontro as metas e objetivos, seja atrapalhando,  paralisando e desmotivando.....

2-     Vai revelar os pontos cegos da Liderança, onde você líder pode melhorar, como melhorar e porque mudar....

3-     Vai descobrir como lidar com as mudanças e aproveitar as oportunidades para aumentar a lucratividade....

E ainda receber material exclusivo, oportunidade de fazer negócios e amigos.

ESSE DIA ESPECIAL VAI SER  27/10/2018 com início às 08:00hs

Local: Rua Deputado Luís Rocha, 7, sala 100, Cohama, no Edifício Personalitté – São Luís

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Ingressos e informações pelos números:

98 98787.8080 Neide Farias

98 98240.7524 Rosilene Siebel

 

ANÁLISE DA ELEIÇÃO DE 2018

Restam poucos dias para o segundo turno definir os rumos das eleições gerais, sem precedentes na história, em matéria de polarização e extremismos. Analisar o que acontece é complexo, embora algumas evidências saltem aos olhos. Na sucessão presidencial, a tendência será a eleição de Bolsonaro, salvo fato imprevisível.  Alguns aspectos sócio-políticos chamam a atenção do processo eleitoral em marcha, a começar pela implosão dos debates na TV, que tanta influência tiveram no passado. O eleitor vota sem conhecer os candidatos, movido por impulsos emocionais. O uso exagerado do “fake News” falsificou imagens, criou falsas versões e profanou símbolos para chocar a classe média. Essa ferramenta nociva nasceu com a empresa “Cambridge Analytica”, de propriedade do milionário Robert Mercer, financiador de Donald Trump e incentivador da chamada direita alternativa dos Estados Unidos.

Partidos como MDB, DEM e PSDB definharam nas urnas. Na composição do novo Congresso, a esquerda manteve os espaços e a extrema direita saiu mais forte. O centro encolheu. Trinta partidos terão representantes na Câmara, na maior fragmentação parlamentar da história. Das 35 legendas existentes, ficaram de fora PRTB, PSTU, PCO, PCB e PMB.

Doze siglas não atenderam as exigências para ter tempo de TV, rádio e fundo partidário (Rede, PCdoB, PRP, PMN, PTC, PPL, DC, PRTB, PMB, PCB, PSTU e PCO). A lei permite que os 32 eleitos por esses partidos procurem novas legendas, sem penalidade.

A surpresa foi o PSL, do candidato Jair Bolsonaro, que se assemelha ao PRN de Collor. Na redemocratização (1990), o PRN não tinha representantes no Congresso. A vitória de Collor garantiu 40 deputados e 5 senadores.  Em 2018, o PSL elegeu 52 deputados federais e com o PT formará as duas maiores bancadas, com cerca de um décimo das 513 cadeiras, dificultando a formação de alianças para o futuro presidente.  Há semelhanças entre as eleições de 1989 e 2018. Collor navegou na impopularidade de Sarney e Bolsonaro na de Temer, no primeiro turno. Em ambas as disputas, a adesão dos eleitores não foi a partidos, mas ao discurso “salvacionista”. O PT também agiu assim em 2002, ao apresentar Lula como “salvador da Pátria” e a sigla “Paz e Amor”. Nesse contexto é aguardar as urnas falarem. Até porque, em matéria de previsão política, sempre prevalece à cautela daquele jogador de futebol, que “só gostava de dá palpite, quando o jogo terminava!”. Por Ney Lopes.

*Ney Lopes – jornalista, advogado, ex-deputado federal; ex-presidente do Parlamento Latino-Americano, procurador federal – [email protected] – blogdoneylopes.com.br

Postado por: Redação Agora 03

Categoria do Post: Coluna-do-Silveira

Data: 20/10/2018

Visitas: 513

Palavras-chave: COLUNA DO SILVEIRA 1354

Fonte:

Big Systems
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