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Agora Santa Inês - LITERATURA LITERALMENTE

LITERATURA LITERALMENTE

Olá, confrades e confreiras, muito bom dia! Passado aí o 15 de novembro, pouquíssimo respeitado na essência do ele representa para o povo brasileiro, cá estamos trazendo mais uma página de Literatura/Cultura e Arte para o deleite dos que amam essas “janelas” pelas quais entram o ar que oxigena os que mantém a mente, sem mentiras, ocupada com algo de bom. Hoje o espaço por aqui está mais curto do que garupa de jegue em subida de ladeira. Kkkkk! Mas, mesmo assim queremos antes dos finalmentes, lembrar aos nossos confrades e confreiras que está mantida a reunião da ALSI – Academia de Letras de Santa Inês, para a noite do próximo dia 24, um sábado. O local será no auditório da Câmara Municipal de Santa Inês à 19:30h e esperamos que todos que a compõe compareçam. Vamos redobrar nossas forças para reativar a ALSI que nos convida a sair da zona de conforto e irmos à luta. (Clélio Silveira Filho/ Editor desta página).

SIGNIFICADO DE LITERALMENTE

O que é Literalmente?

Literalmente significa rigoroso, restrito, claro, conforme a letra do texto. É o uso de uma expressão na sua verdadeira acepção. Por exemplo, a frase “o homem estava morrendo de fome”, pode ter dois sentidos: o sentido literal e o sentido figurado. Utilizada no sentido figurado, a frase é apenas uma hipérbole para enfatizar que  o homem estava com muita fome. No entanto, se a intenção é dizer que o homem estava morrendo porque não se alimentava, a frase será então interpretada literalmente, ou seja, conforme está escrita. Por isso, é comum acrescentar o termo “literalmente” quando há intenção de evidenciar o verdadeiro sentido das palavras utilizadas. A palavra literalmente só deve ser referida quando a frase ou expressão possui diferentes acepções. No Brasil há uma enorme variedade de expressões cuja interpretação mais usual não é normalmente feita no sentido literal:  “cair a ficha”, “dor de cotovelo”, “estourar uma bomba”, “o pulo do gato”, “quebrar o galho”, “queimar o filme”, “segurar vela” etc.

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ARTE PLÁSTICA E POESIA SOBRE CARLOS ALBERTO

Um pouco sobre Carlos Alberto Costa, artista plástico e poeta, membro da Academia de Letras de Santa Inês.

Lá pelos seus 8 anos Carlos Alberto, pinta sua primeira tela, antes destaca-se na escola pelos seus trabalhos de desenhos. Alguns dos seus familiares diziam que era plágio, (cópia), comentário baseado no fato do menino não ter frequentado aulas de desenho, curso, qualquer coisa assim. Quando na realização da sua primeira tela, seu irmão mais velho passou a divulgar a originalidade do então pequeno e talentoso artista, crédito aprovado.

PRIMEIRA TELA - uma casinha branca no pé da serra, árvores, céu azul e pássaros. Ali Carlos Alberto começava (talvez até inconsciente) a percorrer essa estrada colorida, pincelada após pincelada até os dias atuais. Pintar quadros e fazer poesias somente para seu deleite e de amigos já não o satisfazia. A alternativa que encontrou para atingir um público maior foi expandir sua arte por meio de publicação de seus poemas ilustrados (dezenas estavam engavetados) e da criação de projetos culturais na comunidade. (Fonte: Arquivo Alpha)

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EMOÇÕES E REAÇÕES

Por Clélio Silveira Filho

 

Não sei como reagir a tantas emoções

Muitas me fazem descer lágrimas,

Outras sorrir de orelha a orelha,

E há àquelas, que como verdadeiros bordões

 

Me iludem no dia a dia da vida

Curam misteriosas e doídas feridas,

Me animam a conversar, cá com meus botões

E até a viver dias alegres, e noites entristecidas

 

Fácil lidar com emoções de um quase nada?

Ledo engano! Mesmo sendo uma singela parada

No fundo do tempo, um tropeço, uma topada

 

Um elogio ou um comentário insensato,

Pode me levar a uma reação emotiva

Que tanto me fará sorrir ou chorar

 

Ou pode ser que tão “inexpressiva” emoção

Me faça chorar de tanto sorrir

Ou me faça sorrir de tanto chorar,  até rolar pelo chão.

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SOCORRO FIGUEIREDO: Entre a imagem e a poesia

Fotografia e poesia são sinônimos para a maranhense Socorro Figueiredo. Com a poesia ela traduz sentimentos em palavras e, com a fotografia, imagens se transformam em poesia. Mas é com a fotografia que Socorro, nascida em Santa Inês,  nos presenteia com uma visão de mundo singular, onde pessoas e paisagens ganham uma tradução única e definitiva.

Socorro Figueiredo teve contato com o que viria a ser a sua arte ainda criança  pois era comum a família marcar dia e hora para tirar retrato com “Seu Catarino”, do Vale do Pindaré. Aos 17 anos o irmão comprou uma câmera compacta que chegou via Correio. Socorro descobriu o esconderijo da máquina e, na ausência do irmão, deu os cliques que despertou sua paixão pela imagem.

Naquele mesmo ano comprou a sua própria máquina e saiu captando os instantes do Vale do Pindaré – as quebradeiras de coco em ação, trabalhadores rurais, times de futebol, festas, enfim, tudo que via pela frente tornava-se eterno na sua visão de mundo.

Em 1999, na Escola Focus, em São Paulo, Socorro Figueiredo fez curso de fotografia e passou a aliar a intuição e a arte à técnica. No ano seguinte, fez um ensaio sobre a cultura popular do Vale do Pindaré – que serviu de base para trabalho dos universitários do curso de Letras da Faculdade Estadual do Maranhão, localizada em Santa Inês.

Ainda no ano 2000, realizou na agência do Banco do Brasil de Botucatu, cidade do interior paulista onde reside, a exposição “Um Olhar”. Em 2001, participou do projeto “Foto São Paulo”, uma jornada pela recuperação do centro velho da capital paulista e participou, ainda de oficina de fotografia no Sesc Pompéia.

Em 2002 produziu cartões postais e fotos para camisetas e, ano seguinte, realizou a exposição “Retratos de Pindaré”, em Santa Inês.

A fotografia já rendeu três prêmios para Socorro Figueiredo, todos em exposições e concursos realizados em Botucatu. A fotógrafa, que traz o Maranhão no coração onde quer que esteja, retomou um grande projeto fotográfico apenas em 2011, quando voltou ao Vale do Ribeira, região Sul do Estado de São Paulo onde morou nos primeiros anos da década de 1980, para integrar, junto com outra fotógrafa, o projeto “Dois Olhares”, que prossegue fotografando a região que tem a maior porção virgem de Mata Atlântica do Brasil. Integrando o projeto “Dois Olhares” há, ainda, uma produção de cartões postais poéticos e a exposição “Águas do Ribeira”, que busca patrocínio cultural. Como se vê, a inquietação da fotógrafa e sua visão do mundo passeiam com desenvoltura entre o Nordeste e o Sudeste de um Brasil que precisa, cada vez mais, ser traduzido em imagens que flertam com a poesia. (Fonte http://culturaemsi.blogspot.com

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UMA NOVA MPM (RE) NASCE EM NOSSO ESTADO

 

O Maranhão é um estado muito rico culturalmente. Mesmo com todos os problemas sociais que assolam as terras maranhenses, frutos de uma herança oligárquica recente, o nosso torrão produz uma cultura de altíssimo nível, que não deve em nada aos grandes centros do Brasil. Uma pesquisa básica e rápida mostra todo o potencial cultural, turístico e econômico de nosso estado. Não à toa, São Luís já foi chamada de “Atenas Brasileira”; agora é conhecida como “Ilha do Amor”, “Jamaica Brasileira” e o mais novo nome, “Ilha do Caos”. Este último título pela expressividade que o Rock conquistou na “Ilha Rebelde”.

Na efervescência plural das ruas do centro histórico, dos casarões, um segmento cultural vem ganhando força na Ilha nos últimos anos. “São Luís é uma porção do underground cercada de bandas e headbangers por todos os lados”. Bandas que vão do estilo mais leve ao mais extremo e que vão mostrando a força que a contracultura vem implantando na capital maranhense.

Os últimos eventos que rolaram na capital mostram isso. Uma nova MPM (re)nasce em nosso estado, só que não é a “Música Popular Maranhense” ressurgindo, um revival, mas sim, um movimento cheio de energia, de camisetas pretas, coturnos, riffs pesados, letras fortes, som feito com sangue nos olhos, de força coletiva... (Re)nasce na capital um novo som, que não é tão novo assim, mas que agora mostra a sua face com mais intensidade: O “Metal Pauleira Maranhense”.  É a nova MPM made in “Ilha do Caos”. A sigla MPM não quer abarcar somente bandas do gênero Heavy Metal, foi apenas uma ironia para descontruir a sigla original de “Música Popular Maranhense” e, de forma antropofágica, apresentar o levante contracultural crescente em São Luís.  

Do som de bandas, como: Jackdevil, School Thrash, Brutallian, Tanatron, AmnésiA, Cimitarra, Purpura Ink, Evil Machines, Altas Doses, entre outras, sai a força motriz que faz as engrenagens do underground trabalharem em solos ludovincenses, em outras partes do país e até do mundo, pois há bandas desta safra que já tocaram no exterior, isso só reafirma a qualidade do som que é produzido na Ilha.

Claro que a internet ajuda na disseminação dos trabalhos das bandas e da interação com os headbangers, isso é um fato! Contudo, o rock maranhense é forjado na resistência, na união, na luta. Quem diria, que uma capital do Nordeste do país, afastada dos grandes centros urbanos, fosse mostrar toda essa força e grande quantidade de bandas, de eventos! São Luís não é apenas a terra do Bumba Meu Boi, dos casarões, das lendas, do Reggae, da MPM... (Re)nasceu na ilha o “Metal Pauleira Maranhense”, que não é apenas uma nomenclatura, mas uma forma contracultural de ser e viver. Que me perdoem os amigos da MPM (Música Popular Maranhense), até curto o som deles, mas o Rock vem dando uma nova cara, mais energia e revigorando o cenário musical do estado.

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Postado por: Redação Agora 03

Categoria do Post: Entretenimento

Data: 17/11/2018

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Palavras-chave: LITERATURA LITERALMENTE

Fonte:

Big Systems
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