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Agora Santa Inês - COLUNA DO SILVEIRA 1364

COLUNA DO SILVEIRA 1364

“A LEI MOSTRA AO PECADOR, SEU PECADO. A GRAÇA LHE MOSTRA O PERDÃO QUE ELE PODE TER EM CRISTO”. Warren W. Wiersbe).

 

Olá, bom dia 28 de novembro! Bom dia caros e caras leitoras desta Coluna, e por conseguinte, deste bissemanal que, rigorosamente circula às quartas e sábados todas as semanas, com 16 páginas cada edição, sendo 32 no total, das quais 12 em cores. E olha que não é fácil publicar cerca de 100 notícias por semana. Pautá-las, produzi-las, revisá-las, garimpar outras tantas e muitas das vezes reescrevê-las, fazer o famoso copidesque, passar os olhos sobre o material que vem de terceiros, buscar fontes creditícias de “N” matérias, diagramá-las, fechar página por página e por fim mandar para o parque gráfico. Não, não fácil não! E mais difícil ainda é quando se está a centenas e mais centenas  de quilômetros da plataforma de redação, tendo que comandá-la. É preciso na outra ponta, ter profissionais competentes para que tudo dê certo, ter sangue de jornalista e sangue nos “olhos”. Ainda bem que nada disso nos falta, um pouquinho mais de saúde e não haveria mesmo nada a reclamar, vez que Deus, em sua infinita misericórdia é o nosso timoneiro. O cantor religioso Alcides, em gravação de uma música de autoria do amigo e irmão Gilson, canta: “é difícil viver, sem teu amor! É difícil viver, sem o teu calor.......sim Pai, no meu barco eu mesmo quis ser capitão, mas o mar é muito bravo eu não pude controlar, fiquei perdido....ou Pai, resolvi voltar atrás, pedir perdão. Aprendi que neste barco só Jesus é o capitão, fica comigo!”.  E é bem aí que reside a fortaleza que nos mantém de pé, apesar das intempéries e periféricos. Então, abençoados por Deus, estamos colocando nas mãos dos nossos milhares de leitores, mais uma edição impressa, online e em PDF do Jornal AGORA Santa Inês, esta a edição de numero 1364 que circula nesta quarta-feira dia 28 de novembro. E tenho dito! Que todos nós tenhamos um bom  dia e que Deus nos abençoe, a todos! Amém!

EFEITO BOLSONARO

Nada contra os médicos brasileiros, muito pelo contrário; tudo a favor deles. Tenho um grande número de amigos médicos brasileiros e alguns bolivianos, cubanos e até japoneses. Mas, porém a saída repentina dos médicos cubanos do Brasil, sem a devida preparação para preencher as vagas deixadas por eles, vai custar, talvez, muitas vidas para os brasileiros mais distantes da civilização e até mesmo consequências para os doentes que vivem em cidades como Santa Inês, por exemplo. E não é exagero. Aí em nosso município, somente hoje, sete médicos cubanos estarão deixando seus postos de trabalho na Secretaria Municipal de Saúde. Tem médicos para repor essas vagas já? Claro que não, e saúde é caso de urgência. Saúde é caso de vida ou morte.

 

POUCOS SE APRESENTAM

Quase duas dezenas de médicos brasileiros fizeram suas inscrições para preencher as mais de 8 mil vagas abertas pelos cubanos. O problema é que até ontem, menos de 300 haviam se apresentado para trabalhar. Imagine quando eles ficarem sabendo que vão morar em lugares onde não tem internet, energia a noite toda, ambulâncias à disposição, falta remédio, viajar em estrada de barro, aí é que eu quero ver o patriotismo e o juramento médico dos brasileiros funcionar. Que Deus haja no coração dos nossos médicos brasileiros e dê forças para cumprirem sua missão.

 

CANGAÇO NOVO

O secretário de Segurança do Maranhão, Jefferson Portela, classificou de “cangaço novo” a modalidade que vem sendo usada por muitas quadrilhas para aterrorizarem cidades e cometerem assaltos a bancos, que muitas vezes causam tremendo terror às populações das cidades vítimas dessa modalidade de crime, que não é tão nova assim, vez que aqui no Maranhão dezenas de agências bancárias são assaltadas todos os anos, desde sempre. Claro que não na mesma proporção de violência como a que foi usada em Bacabal.

 

ARMAMENTO E INTELIGÊNCIA

O problema é que essas quadrilhas, como a que agiu em Bacabal, estão cada vez mais, usando armamentos “pesados”, e se planejam de forma a pegarem de surpresa as autoridades de segurança do Maranhão. Mesmo com o revide e a morte de três bandidos no tiroteio travado em Bacabal, os assaltantes teriam levado algo em torno de 100 milhões de reais, dizem. O valor real, jamais saberemos. Leiam mais sobre esse assalto cinematográfico ali nas páginas 7 e 8 desta edição.

 

NOUTRA MATÉRIA

Em outra matéria, também publicada nesta edição, mostramos a preocupação geral da população de Santa Inês, quanto o azar de a cidade ser “escolhida” por uma quadrilha com tamanho poderio armamentista  para fazer o que fez em Bacabal. O que se quer é chamar à atenção das autoridades de segurança, para a facilidade que uma quadrilha tem para se evadir da cidade após cometer um assalto desse porte. São várias entradas para a cidade e varias saídas dela, diferentemente de Bacabal onde a quadrilha, ou fugia para um lado ou para o outro da BR 316. Em Santa Inês, devido a composição geográfica onde está localizada a sede do município, os bandidos podem escolher uma das mais de meia dúzia de alternativas. Que Deus nos livre e que eles “nos errem”.

 

FALTA DE OPÇÃO

Mudando de assunto e de rumo, mas ficando no campo das cobranças, o que temos recebido de questionamentos sobre a falta de opção de lazer em Santa Inês, não está escrito! Os jovens reclamam que a cidade não tem um cinema, não tem um teatro, não tem um shopping, não tem um museu, não tem nem mesmo uma banca de revista. Se alguém quiser ler uma revista não tem opção onde comprá-la, e até o Jornal AGORA é vendido em padarias e farmácias, pois não tem mesmo as tais bancas de revistas  que em toda cidade tem. O AGORA, cidadela de defesa do cidadão, salva-se, graças as centenas centenas de assinantes e dezenas de anunciantes, caso contrário já teria fechado as portas, e o que é hoje “sala de aulas” para alunos de várias escolas públicas e particulares, que o visitam constantemente, é o que ainda salva a pátria no setor da Cultura da Leitura e informações palpáveis. Isso é a mais pura verdade!

 

PARCERIAS

A sociedade civil, precisa se organizar e propor uma parceria com a gestão municipal e a estadual, para que não se viva em Santa Inês, usufruindo somente do óbvio; trabalhar, comer, estudar, beber, dormir, acordar e seguir a mesmíssima rotina. Pensemos nisso e descruzemos os braços.  

Postado por: Redação Agora 03

Categoria do Post: Coluna-do-Silveira

Data: 28/11/2018

Visitas: 334

Palavras-chave: COLUNA DO SILVEIRA 1364

Fonte:

Big Systems
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