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01/02/2012 11h59
Continuam as reclamações sobre trânsito caótico das ruas do centro comercial de Santa Inês
Situação no trânsito de Santa Inês está cada vez mais complicada
A matéria publicada a edição passada (679) deste jornal, que foi originada de inúmeras reclamações sobre o trânsito e a falta de estacionamento nas ruas, despertou ainda mais a atenção de quem trafega pelas vias do centro da cidade de Santa Inês.
Agora, o número de reclamações de sugestões aumentou consideravelmente. São pessoas que protestam e também opinam sobre que melhorias devem ser feitas para que o trânsito nas principais ruas possa fluir e como fazer para que surjam vagas para estacionamento.
Na matéria da edição passada, foram mostrados dados que demonstram o crescimento do número de veículos que circulam pelas ruas de Santa Inês, onde apareceu uma frota de veículos com placas de Santa Inês, que de acordo com o site do Denatran, em 2011 era de 18.752 veículos, entre automóveis e motocicletas.
Em estimavas de quem conhece a realidade sobre a movimentação diária de veículos, a esse total, acrescenta-se cerca de 50% o número de veículos de outras cidades que circulam diariamente pelas ruas do centro.
Moradores antigos que acompanham o desenvolvimento de Santa Inês chegam a apontar mudanças em alguns roteiros que podem desafogar o trânsito local. Como sugestão, indicam trânsito em mão única em ruas estreitas, principalmente as transversais às ruas do Comércio e Santo Antonio, como é o caso da Rua do Sol, que em certos pontos funciona como mão única e em outros não.
Outro fator que precisa ser regulamentado é quanto aos locais permitidos para localização de mototaxi, pois os motociclistas que se dizem profissionais dessa categoria estacionam e fixam ‘parada’ em qualquer ponto das principais vias do centro, em afronta às leis municipais.
POSICIONAMENTO DO DMT
Na tarde de ontem, 31, a reportagem mais uma vez tentou contato com o diretor do Departamento Municipal de Trânsito (DMT), Raimundo Sousa, para que o mesmo desse esclarecimentos com relação ao trabalho daquele departamento no sentido de moralizar o trânsito no município. Porém, foi informada de que o diretor não estava no DMT e só quem poderia falar sobre o assunto era ele.