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17/09/2011 12h10

Estelionatário foi preso em flagrante quando recebia em Santa Inês carga adquirida com cheques roubados

Agentes da Polícia Civil de Santa Inês, comandados pela delegada Carolline Dantas, efetuaram no final da tarde de quinta-feira, 15, a prisão do estelionatário Nilton Cesar Silva Santos, de 39 anos.

Nilton vinha aplicando golpe após roubar um talão de cheques em uma residência no Bairro Palmeira no inicio do mês de agosto. De posse do talão de cheques do Banco Amazonas, e usando uma carteira de identidade falsificada com sua foto, mas no nome de José Ribamar Mendes da Silva Filho o verdadeiro correntista do Basa, ele comprou da empresa Real e Companhia, do Mato Grosso do Sul, uma carrada  de sais minerais usando dois cheques de sua vítima, totalizando 54 mil reais. 

No final do mês de agosto, a vítima recebeu da empresa do Mato Grosso um telefonema cobrando o pagamento dos cheques recebidos que voltaram sem fundos.Foi aí que José Ribamar Mendes se dirigiu para a Delegacia Regional para prestar queixa.

A delegada Carolline Dantas entrou em contato com a empresa Real e Companhia para obter maiores informações. Um funcionário da empresa informou que ainda seria entregue outra carga aqui em Santa Inês no valor de R$ 14.394,00, que fora adquirida com cheques do mesmo emitente e a mercadoria chegaria a cidade na quinta-feira passada. De posse dessa informação a delegada Carolline Dantas, em parceria com a empresa deram início a uma estratégia para prender em flagrante o estelionatário que vinha se passando por José Ribamar Mendes. A delegada com sua equipe de investigadores armaram campana até a chegada do estelionatário e da carga.

O fato ocorreu por volta das 4 e meia da tarde de quinta-feira em um posto de gasolina na saída de Santa Inês para Santa Luzia. Quando Nilton recebia a nota fiscal do caminhoneiro a polícia deu voz de prisão ao estelionatário que foi encaminhado para a Delegacia Regional para prestar depoimento. Nilton já tem passagem pela polícia e está detido na delegacia de Igarapé do Meio. A polícia não informou para quem Nilton estaria vendendo a mercadoria que vinha comprando com os cheques roubados. A investigação corre em sigilo.