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08/09/2011 17h03

Grito dos Excluídos movimentou Praça da Matriz de Santa Inês depois do desfile

Várias pessoas compareceram para manifestar seus direitos de cidadãos

Representantes de movimentos sociais e de entidades da Igreja Católica promoveram mais uma edição do movimento ‘Grito dos Excluídos’ na manhã de ontem, quarta-feira (7) em Santa Inês, no fim do desfile cívico de 7 de setembro.

“Pela vida grita a Terra… Por direitos, todos nós!”. É sob esse lema que movimentos sociais e pastorais sociais da Igreja Católica realizaram a 17ª edição do Grito dos Excluídos. A mobilização, que acontece desde 1995 durante a Semana da Pátria, chama a população ao denunciar as exclusões e a lutar por seus direitos.

Mais segurança e direitos iguais foi o tema mais comentado durante o evento. De acordo com Carlos Augusto, agente comunitário e participante da Pastoral da Juventude, é de suma importância que toda comunidade participe da marcha. “Não basta ter apenas a Independência, é preciso ter direitos iguais, saúde, educação, emprego e qualidade de vida” ressalta Carlos.

A cada ano, o Grito dos Excluídos se consolida não como um evento pontual do dia 7 de setembro, mas como um processo. O Grito é um “espaço de formação e informação”. Para isso, promove debates e discussões antes, durante e depois da Semana da Pátria.

O Grito dos Excluídos tem como finalidade anunciar, em diferentes espaços e manifestações populares, sinais de esperança com a perspectiva de transformação através da unidade, da organização e das lutas populares; “e denunciar todas as formas de injustiças promovidas pelo sistema capitalista implantado em nosso país, e que causa a destruição e a precarização da vida das pessoas e do planeta’, disse Carlos Augusto.