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09/07/2011 10h22 - Atualizada em 11/07/2011 10h58

Semana de “sufoco” na agência do Bradesco de Santa Inês

De segunda a sexta-feira essa foi a “cena” dentro e fora da agência do Bradesco em Santa Inês

Por Carlos Dantas
Da Editoria de Cidades do Agora

Para muitos foi uma semana jamais vista nas acanhadas dependências da agência do Bradesco em Santa Inês. Mas o consenso geral é o de que o banco tornou-se pequeno para o tamanho do compromisso assumido com milhares de correntistas, agora acrescidos de outros milhares de aposentados e beneficiários dos programas do Governo Federal. O que se viu mesmo durante toda a semana no banco, foi um “sufoco” de no mínimo 10 horas por dia, de segunda a sexta-feira. O que não se viu por lá foi qualquer autoridade fiscalizadora cobrando daquela instituição mais humanidade para com seus clientes, principalmente os mais idosos, os deficientes ou em condições de saúde precária, para se “agüentar” de pé por muitas horas, pulando de uma fila para outra.

O Jornal Agora apurou que o banco Bradesco, passou a ser responsável pelo pagamento de grande parte da folha do INSS em Santa Inês, o que levou ao absurdo que se viu em sua agência aqui no decorrer da semana. O banco, ao que tudo indica, não investiu o suficiente em funcionários e muito menos equipou ou ampliou sua agência para receber tanta gente. A impressão que se tem é que o banco, o único privado instalado em Santa Inês, não vem correspondendo ao seu real crescimento na cidade, onde já teria que ter tomado uma decisão; aumentar o tamanho de sua agência ou abrir uma outra filial. Em Imperatriz por exemplo, o Bradesco tem quatro agências à disposição da população. Em Santa Inês apenas uma que serve para atender correntistas daqui e de mais uma dezena de municípios da região. A continuar assim, seria de bom alvitre que os vereadores do município e o Ministério Publico seguissem o mesmo caminho trilhado pelas autoridades de Imperatriz, que saíram em defesa da população e obrigaram o banco a adequar suas agências a normas mais humanas, portanto, civilizadas.