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16/11/2011 13h07

Mais de 600 mil reses estão para ser vacinadas contra aftosa em Santa Inês e região

A Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Pesca (Sagrima) e a Agência Estadual de Defesa Agropecuária (Aged) lançou em todo o Estado a 2ª etapa da campanha de vacinação contra febre aftosa no estado. A meta do Governo do Estado é repetir ou superar o índice recorde de vacinação contra a doença – 96,59%, maior registrado nos últimos 10 anos –, alcançado na primeira etapa, realizada nos meses de maio a junho.

“Estamos empreendendo todos os esforços para executar essa campanha de forma que não deixemos nenhuma cabeça de gado sem receber a vacina. Para isso, estamos mobilizando toda a equipe da Aged e buscando parceiros entre prefeituras e entidades ligadas ao setor rural do estado”, ressaltou o secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Pesca, Cláudio Azevedo.

VACINAÇÃO EM SANTA INÊS
Segundo informações repassadas pelo Setor de Afosa da Aged à Editoria de Cidades do AGORA, o rebanho bovino da região do Vale do Pindaré é de 606.094 reses. No Município de Santa Inês, segundo a Aged, estima-se que existem 51.857 reses, o que torna o desafio de cobertura vacinal complexo, mas a expectativa é de que com o empenho de criadores de bovinos o objetivo de atingir a meta de vacinação seja alcançado.

Os procedimentos para aquisição da doses da vacina contra a febre aftosa será o mesmo de anos anteriores, sob controle da Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (Aged). Ou seja, o criador precisa apresentar a nota fiscal de compra das vacinas na Aged, para que a instituição certifique o proprietário o coloque em sua estatística de vacinação.

No entanto, a reportagem do AGORA ouviu de representantes de uma casa que comercializa produtos veterinários em Santa Inês que a loja pretende vender em torno de 200 mil doses para criadores do município e região durante o período da campanha contra a aftosa.

FEBRE AFTOSA
A febre aftosa é uma doença causada por vírus, cujos principais sintomas são o emagrecimento, salivação excessiva e feridas por todo corpo do animal. As capacidades fisiológicas de crescimento e engorda, e de produção de leite, são comprometidas causando um prejuízo econômico aos proprietários das fazendas. Altamente contagiosa, a doença afeta gado bovino, búfalos, caprinos, ovinos, cervídeos, suínos e outros animais que possuem cascos fendidos.