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22/06/2011 10h46

7º Batalhão da PM já tem arma que paraliza o criminoso

Por Cabo Marigato

O 7 Batalhão de Policia Militar, sediado na cidade de Pindare – Mirim, no final do mês passado foi contemplado com algumas pistolas taser, modelo M26 que são armas de eletrochoque que serão utilizadas no serviço  policial daqui da região .  O taser não  é um mero dispositivo de choque,  é a exclusiva arma não-letal que emite ondas T –as  TWeves – que paralisam o criminoso, pois , interrompem a comunicação do cérebro com o corpo, resultando numa paralisação imediata, seguida de queda, caso o agressor esteja de pé. Portanto , a finalidade é criar um espaço de tempo suficiente para o policial algemar o meliante ou solicitar reforço  caso necessite.   Essas armas possuem um mecanismo de disparo similar ao das armas de ar comprimido, e assim que se pressiona o gatilho, a arma aciona um cartucho de gás nitrogênio, que se expande e gera pressão para que eletrodos sejam lançados na direção desejada. Esses eletrodos estão ligados a arma por fios condutores isolados, e possuem pequenos ganchos que facilmente agarram nas roupas.  Basta os eletrodos se prenderem para que a corrente elétrica seja transferida dos fios ao alvo em potencial.  Os impulsos elétricos transmitidos , afetam o sistema nervoso central do individuo, prontamente imobilizando-o , e ao atingi-lo , os eletrodos  disparam uma descarga de 5 segundos, porém, caso o operador permanecer com o dedo pressionado no gatilho, uma descarga e liberada a cada 1,5 segundo. O alcance Máximo da arma Taser e de aproximadamente 10,6 metros, e mínimo 4,5m, a depender do cartucho utilizado. Os volts emanado no disparo, é gerado por 8 pilhas AA de 1,2 volts, através de condensadores e transformadores que a arma possui.

Podemos afirmar que o TASER  é um passo importante para o serviço policial na região do Vale do Pindaré , usada adequadamente respeitando a doutrina do uso progressivo da forca , por isso , policiais do 7BPM já estão recebendo treinamentos  para utilizá-las, e a eles restam  a consciência das possibilidades de uso da mesma, sempre objetivando  a preservação da vida de cidadãos e a integridade do policial, e nunca de forma abusiva e sim dentro da técnica.