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13/07/2011 10h02

REFÚGIO DO TERROR

Por Cabo Marigato

Na semana passada, recebi um E-mail  que o título era uma pergunta: E  se Bin Laden fosse preso no Brasil ? o próprio E-mail apresentava alguns itens  do que poderia ter acontecido ( respondendo a interrogação) caso o terrorista fosse julgado conforme as leis da justiça de nosso pais... Eis as respostas:

1- Os advogados dele teriam que estar presentes na hora da prisão para garantir seus direitos; 2- Todas as escutas seriam consideradas ilegais por não terem autorização de um juiz; 3- Os policiais e militares envolvidos na prisão, seriam acusados de abuso de autoridade; 4- Em três dias teriam um “ Habeas Corpus” decretado por irregularidade nas investigações; 5- Por ser réu primário, ter nível superior , endereço fixo e muita grana, seria logo libertado; 6- Por possuir livre direito de ir e vir sem ser molestado, seria liberado para visitas a Meca; 7- Pelo direito de ampla defesa alocaria várias testemunhas (Dep. e Sen.) a seu favor; 8- O processo levaria uma década com ele em liberdade provisória; 9- Se condenado a pena máxima 30 anos, cumpriria 1/6  com direito a auxilio reclusão; 10- Durante o cumprimento da pena ( 5 anos) poderia receber visitas intimas das suas cinco esposas, ou simplesmente seria liberado por algum indulto; 11-E por último para não manchar a imagem do Brasil junto ao mundo , ele sofreria a terrível punição de doar 10 cestas básicas para obras assistenciais da Irma  Dulce.

Pois é caro leitor, confesso que não ficaria surpreso se isso viesse a acontecer  realmente, pois estamos numa nação que as leis favorecem os bandidos, até mesmo , os que vem de outros lugares do mundo, a exemplo do terrorista italiano Cesare Battisti, que ganhou autorização de permanência  por tempo indeterminado como cidadão brasileiro. É brincadeira!   Mas como diz o lema: “Brasil, um pais de todos “Pois bem, doravante, temos a certeza  que os terroristas da al- Qaeda se arriscam por acreditar que serão recebidos no paraíso por 72 virgens... já os italianos, por acreditarem que serão recebidos no paraíso tropical (Brasil) como cidadãos honorários.