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04/02/2012 13h36

Um grande capitão, de sáias

 

Comparo a minha irmã Edir, com o meu comandante de Caserna, o respeitado e admirado Capitão Márcio: O Grande Capitão.

Sempre vi em minha irmã as qualidades deste nobre soldado.
Valentes, justos, solidários, respeitados e admirados. Austero no comando e terno na amizade.
Mana, não me esqueço daquelas cenas de quando estavas brava. Eu perfilava e de prestava continência (às suas ordens meu capitão) e, tu viravas o rosto para esconder o sorriso.
Minha irmã, o bom soldado não morre na guerra; tomba...
Os grandes capitães tombam de pé...
Naquela (enfermidade) batalha traiçoeira, cruenta, mesquinha e desigual; não te deu a oportunidade de usar as armas... Ainda assim, não de acovardou, minha irmã... tombou de pé como um grande capitão. Mostrou tua raça, a tua bravura, da mais estirpe de um Barroso. Tua valentia enobrece o BRASÃO da família.
Invejo tua fibra, minha irmã...
Tenho dúvidas de que eu enfrentaria tamanha batalha com tanta bravura como tu, menina
Tenho orgulho de ti, mana, Edir
Termino essas letras, em pé e prestando continência para ti, minha (saudosa) “Capitã”: o Grande Capitão, de Sáias!... Sim.
 
Barroso
Ainda um combatente, ou quase...