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15/06/2012 11h25 - Atualizada em 15/06/2012 11h26

Apresentação de mandantes e executor da morte do jornalista Décio Sá aconteceu na quarta-feira

 

Secretário de segurança, Aluísio Mendes, fala em coletiva
 
Os mandantes e o executor da morte do jornalista e blogueiro Décio Sá, presos na “Operação Detonando”, foram apresentados pelo secretário de Estado de Segurança Pública, Aluísio Mendes, na tarde da última quarta-feira (13), na sede da SSP. Seis dos envolvidos no crime foram mostrados: Jhonatan de Sousa Silva, de 24 anos, apontado como o matador; José de Alencar Miranda Carvalho, de 72 anos; Gláucio Alencar Pontes Carvalho, 34 anos; Airton Martins Monroe, 24 anos, os mandantes do crime; José Raimundo Sales Chaves Júnior, o Júnior Bolinha, 38 anos; e Fábio Aurélio do Lago e Silva, o Buchecha, de 32 anos, que fizeram a articulação do assassinato.
 
Todos são acusados de integrar quadrilha que praticava agiotagem no Maranhão. Além deles, também foi detido o capitão PM Fábio Aurélio Saraiva Silva - as balas usadas no crime eram da pistola .40 que estava sob sua cautela. Aluísio Mendes informou que o condutor da motocicleta, já foi identificado pela polícia e ainda está foragido. O material apreendido durante a ação está sendo analisado pelas equipes de policiais.
 
A elucidação do caso se deu 50 dias após a morte do jornalista, ocorrida por volta das 23h, do dia 23 de abril, em um bar da Avenida Litorânea, em São Luís.
Na Operação Detonando foram cumpridos oito mandados de prisão e 14 de busca e apreensão. Participaram 12 delegados e 70 policiais civis e homens do Grupo Tático Aéreo.
 
Jhonatan de Sousa Silva, que confessou a execução do jornalista Décio Sá, é natural do estado do Pará e cometeu pelo menos outros 20 crimes. Segundo depoimento à polícia, ele contou que costumava degolar as vítimas em suas ações. Nos últimos crimes que cometeu, uma das características era desfazer-se das armas. No caso de Décio Sá, após a execução o bandido jogou a pistola ao mar, enquanto deixava São Luís em uma travessia de ferry-boat. O preço da encomenda da morte teria sido R$ 100 mil, porém, o matador só chegou a receber R$ 20 mil.
A quadrilha, segundo Aluísio Mendes, age também em outros estados e é responsável por crimes que permeiam vários setores da sociedade. Com os envolvidos, a polícia encontrou vários documentos, os quais estão agora sendo investigados.
 
“Essa investigação está apenas começando. O foco desse trabalho foi investigar o assassinato. Mas, diante do material levantado, ainda temos um longo trabalho de investigação sobre essa organização criminosa”, destacou.
 
QUEM NÃO FOI PRESO
Um outro envolvido na morte de Décio e que ainda não foi preso é o condutor da moto que levou o pistoleiro para matar o jornalista. A polícia esteve na casa dele, mas ele fugiu.
 
ENTENDA O CASO
O jornalista Décio Sá foi assassinado no dia 23 de abril, com cinco tiros, em um bar da Avenida Litorânea, em São Luís. No mesmo dia do crime, as investigações foram iniciadas e uma recompensa de R$ 100 mil foi oferecida pelo Disque-Denúncia por pistas que levassem ao executor de Sá.
 
Logo no início das investigações, agentes descobriram o pente da arma usada pelo assassino, que o deixou cair durante a fuga e testemunhas começaram a ser inquiridas para prestar esclarecimentos sobre o fato.
 
Contudo, três depoimentos de testemunhas vazaram na internet e, com isso, a polícia decretou sigilo absoluto para não atrapalhar as investigações.
 
Quase 40 dias após o crime, a polícia divulgou o retrato falado do suspeito de assassinar o jornalista Décio Sá. Com a veiculação da imagem, o Disque-Denúncia, em 24 horas, recebeu 60 ligações que indicariam o paradeiro do executor.
 
Um dos suspeitos de participar do assassinato do jornalista, Valdênio José da Silva, chegou a ser preso, mas por falta de provas consistentes, acabou sendo libertado. Na última segunda-feira (12), Valdênio foi assassinado dentro de casa, na Vila Talita, em Raposa (Região Metropolitana de São Luís), também com cinco tiros. Após 51 dias do crime, a polícia elucidou o caso e já prendeu sete apontados de participação no assassinato.
 
Jhonatan de Sousa Silva (24 anos) - Preso no Turu e Gláucio Alencar Pontes
Carvalho (34 anos) - Preso no Edifício New York (Ponta do Farol)
 
José de Alencar Miranda Carvalho (72 anos) - Preso no Calhau e Fábio Aurélio do
Lago e Silva (o Buchecha -32 anos) - Preso na Chácara Brasil, Turu
 
 
Capitão PM Fábio Aurélio Saraiva Silva, José Raimundo Sales
Chaves Júnior (o Júnior Bolinha - 38 anos) - Preso no Jardim Eldorado
 
Os agenciadores do crime contra Décio Sá
 
A morte de Décio Sá, segundo a SSP, teria sido ‘patrocinada’ por um ‘consórcio’ formado pelo empresário Gláucio Alencar Pontes Carvalho (34) e seu pai, José de Alencar Miranda Carvalho (72), que teriam encomendado o crime. Um outro empresário, Raimundo Sales Charles Jr. (38) mais conhecido como “Junior Bolinha”, que reside e trabalha no ramo de bebidas em Santa Inês, e dois assessores seus, Fábio Aurélio do Lago e Silva (32) e Airton Martins Monroe (24), também residentes em Santa Inês, que foram citados como responsáveis por agenciar o pistoleiro Jonathan Sousa Silva (24).
 
SUBCOMANDANTE ENVOLVIDO
A arma utilizada no crime teria sido emprestada pelo subcomandante da Polícia Militar, Fábio Aurélio Saraiva Silva, ao empresário Júnior Bolinha, que teria repassado a mesma para o pistoleiro Jhonatan de Sousa Silva.
 
José Raimundo Sales Chaves Júnior (o Júnior Bolinha) Gláucio Alencar Pontes Carvalho (34 anos)

José de Alencar Miranda Carvalho (72 anos)

 

Assassino confessa como executou jornalista

Neste prédio localizado na Rua da Raposa centro, em Santa Inês, onde hoje é
a revenda da Cerpa, funcionava a representação da Coca-Cola na região
 
Jhonatan de Sousa Silva, confessou a execução do jornalista Décio Sá. Ele é natural do estado do Pará e cometeu pelo menos outros 20 crimes, sendo dois deles em Santa Inês, onde ele esteve morando e ‘trabalhando’ para Júnior Bolinha. Segundo depoimento à polícia, ele contou que costumava degolar as vítimas em suas ações. Nos últimos crimes que cometeu, uma das características era desfazer-se das armas. No caso de Décio Sá, após a execução o bandido jogou a pistola ao mar, enquanto deixava São Luís em uma travessia de ferry-boat. O preço da encomenda da morte teria sido R$ 100 mil, porém, o matador só chegou a receber R$ 20 mil.
JHONATAN IRIA MATAR JUNIOR BOLINHA
O empresário do ramo de bebidas em Santa Inês, Júnior Bolinha, estava na mira do assassino do jornalista Décio Sá. De acordo com informações repassadas pelo próprio Jhonatan durante depoimento, Bolinha teria pago R$ 20 mil adiantados pelo crime e iria pagar R$ 80 mil após a execução.
Após do ‘trabalho’, Jhonatan fugiu para se esconder e depois retornou a São Luís para cobrar o restante do pagamento. Júnior Bolinha não tinha o dinheiro para pagar o valor restante, o que obrigou Jhonatan a trabalhar com tráfico de drogas até que o mandante arrecadasse o dinheiro e o pagasse.
Como o valor ainda não tinha sido apurado por Bolinha, Jhonatan marcou a data da morte do mandante da execução de Décio. Segundo Jhonatan, Bolinha iria ser executado no domingo passado, dia 10 junho. Mas como ele foi preso com 10 quilos de cocaína, Bolinha não foi executado.
PRÉDIO DA COCA-COLA EM SANTA INÊS 
Neste prédio localizado na Rua da Raposa centro, em Santa Inês, onde hoje é a revenda da Cerpa, funcionava a representação da Coca-Cola na região, pertencente a Junior Bolinha preso acusado de ser um dos mandantes do assassinato do jornalista Décio Sá. 
MAIS SEIS PESSOAS ESTARIAM MARCADAS PARA MORRER
Os delegados ainda revelaram que outras seis pessoas estavam marcadas para morrer pelas mãos de Jhonatan. Mais de 20 homicídios são atribuídos ao pistoleiro, que ainda teve várias mortes registradas na cidade de Santa Inês.
 
 
Assassino de Décio Sá executou dois homens em Santa Inês em outubro de 2010
Identificado na época com o nome de Leandro da Silva Conceição, o principal acusado de ser o executor do jornalista e blogueiro Décio Leite de Sá, 42 anos, que foi preso já com a identidade de Jhonatan de Sousa Silva, é o responsável pelo assassinato de duas pessoas em Santa Inês, crime ocorrido no dia 12 de outubro de 2010, no Bairro Cotia Pelada. Ele executou com tiros na cabeça os homens Antônio Pereira Lima e Geraldo Araújo Pereira.
Releia a matéria abaixo que foi publicada na edição 549 do Jornal AGORA Santa Inês em outubro de 2010, sob a manchete “Homem mata dois na Cotia Pelada em Santa Inês na noite de terça-feira”.
Homem mata dois na Cotia Pelada em santa Inês na noite de terça-feira 
Antônio Pereira Lima e Geraldo Araújo Pereira foram assassinados com tiros na cabeça, na noite de terça-feira, (12), no bairro da Cotia Pelada em Santa Inês. O duplo homicídio foi praticado pelo paraense Leandro da Silva Conceição.
De acordo com a polícia, Leandro, em companhia de outras quatro pessoas, entre as quais, os também paraenses Denis Nascimento Alves e Cleilson Macena Sousa, além de Raimunda Catarina de Freitas e Ana Paula da Silva, estavam em um bar jogando sinuca. As vítimas estavam juntamente com o grupo se divertindo.
De repente, teve início a uma confusão generalizada, segundo informações repassadas a equipe de reportagem, a briga foi gerada por uma aposta feita na mesa de sinuca que não foi paga. Leandro foi até à residência onde estava hospedado e retornou ao bar armado com uma pistola calibre 380. Ele atirou contra a cabeça de Antônio Pereira e Geraldo Araújo, que morreram na hora.
Ana Paula da Silva chegou a esconder a arma utilizada no crime no banheiro do bar. O quinteto, ainda tentou fugir do local em um celta, mas foi cercado por policiais militares, que efetuaram a prisão. Eles foram conduzidos para a delegacia de Santa Inês, onde foram autuados em flagrante. Além da pistola, a polícia apreendeu carregadores de pistola e um silenciador.
Os enterros das vítimas ocorreram no final da tarde de ontem, quarta-feira, no Cemitério do São Benedito. Quando o cortejo passava em frente da delegacia, familiares e amigos das vítimas tentaram invadir a Regional com o intuito de resgatar os envolvidos nos assassinatos, acusados de causarem as mortes de Antônio e Geraldo. Eles conseguiram ainda quebrar a porta da frente mas foram contidos pelos policiais civis que estavam presentes no local. Polícia Militar esteve no local para reforçar a segurança, porém ninguém foi preso.
Com informações do G1 e Blog do Gilberto Léda 
 
Foto tirada quando Jhonatan de Sousa Silva (que se apresentou
como Leandro Silva) foi preso em Santa Inês
As vítimas são Antônio Pereira Lima e Geraldo Araújo
Pereira. Foram mortos durante jogo de sinuca
 
Jornalista Décio Sá teria descrito a própria morte em postagem no seu blog
 
O jornalista e blogueiro Décio Sá teria sido assassinado por causa de várias denúncias de agiotagem que fez no blog do qual era titular - www.blogdodecio.com.br/tag/agiotagem.
Décio publicou até uma notícia sobre um crime ligado à prática ilegal de empréstimo de dinheiro. No dia 31 de março, ele noticiou que uma pessoa identificada como Fábio dos Santos Brasil Filho, de 33 anos, o “Fábio Brasil”, foi executada em Teresina (PI) por causa de uma dívida que tinha com agiotas maranhenses.
O interessante é que um trecho escrito por Sá relata como foi praticado o assassinato de Brasil: “De acordo com testemunhas, a vítima conduzia um veículo de modelo Saveiro Cross, na cor branca, quando foi interceptado pela motocicleta dos bandidos. Um deles desceu do veículo e efetuou os disparou, e logo após fugiu em um carro, de modelo Golf, na cor preta. ‘Fábio Brasil’, que era corretor de veículos em Teresina, foi morto com três tiros na cabeça.
A vítima foi atingida na cabeça, e morreu instantaneamente. Em seguida, o atirador fugiu a pé, entrando na Rua Murilo Braga, onde entrou novamente no carro preto e evadiu-se. Informações não confirmadas dão conta de que uma motocicleta também teria dado suporte à ação.
O que chama a atenção é que as características do crime são as mesmas da execução do próprio Décio, ou seja, sem saber, o jornalista descreveu a própria morte dias antes. (O Imparcial Online)
 
Júnior Brasil , que devia vários agiotas no Maranhão, foi morto com três tiros
 
Investigações sobre agiotagem por mandantes já foram iniciadas
 
Embora a Secretaria de Segurança Pública do Estado tenha preferido manter o sigilo sobre o prosseguimento das investigações com relação à morte do jornalista Décio Sá e o que mais estaria por trás do crime, já foi informado que os agiotas mandantes do assassinato do jornalista tinham relação com várias prefeituras do interior do estado. Ainda existe, inclusive, a possibilidade da participação de pessoas com grande influência na sociedade.
Durante a coletiva realizada na tarde da última quarta-feira, quando foram apresentados pela SSP os presos pela operação ‘Detonando’, foi revelado que as investigações continuam e que a quadrilha tinha relações com segmentos influentes da sociedade e causavam prejuízos ao erário público. “A investigação está somente começando. O assassinato de Décio Sá já foi elucidado, mas foi descoberta uma organização criminosa e vamos apurar a fundo esse caso”, disse o titular da SSP.
Segundo a delegada Cristina Meneses, “Essas pessoas ‘furtavam’ o dinheiro público e praticavam crimes contra toda a população ao desviar esses recursos. Nós continuaremos a investigar e chegaremos onde que quer seja preciso”.
Tudo que a polícia apreendeu em poder dos empresários está sendo contabilizado. Mas foram encontrados cheques em branco, documentos de prefeituras, notas de empenho e outros que comprovam ligação da quadrilha de agiotas com o poder público.
A polícia disse que o material apreendido é muito grande e ainda não houve a contagem de quantas prefeituras tinham relação com os agiotas.
Durante a entrevista, o secretário Aluisio Mendes deixou evidente que os membros da quadrilha nutriam um sentimento de segurança pela impunidade. Eles seriam responsáveis pela morte do agiota Fábio Brasil, em Teresina. Não se sabe se têm envolvimento em outros crimes de pistolagem, mas a secretaria sabe que o grupo agia há mais de 10 anos.
Para se ter uma ideia das vultosas quantias que giravam em torno das atividades da quadrilha, Gláucio possuía duas ferraris e uma mansão no Rio de Janeiro.
Em virtude das ligações com prefeituras e até com outras instâncias do poder, a SSP avalia repassar parte das investigações para a Polícia Federal, pois não seriam competência do Estado. (Fonte: O Imparcial)
 
Crime contra Décio Sá foi desvendado 51 dias após o assassinato
 
Envolta em mistério desde o seu acontecimento, na noite do dia 23 de abril passado, a morte do jornalista de blogueiro Aldenísio Décio Leite de Sá, 42 anos, colocou à prova do trabalho da Polícia maranhense, que respondeu realizando minuciosa investigação durante de 51 dias, contando de 23 de abril a 13 de junho, data em aconteceu a prisão dos sete suspeitos do assassinato de Décio Sá, morto com seis tiros de pistola ponto 40, no bar “Estrela do Mar”, na Avenida Litorânea (orla de São Luís).
Pelo fato de ele ser um jornalista político e responsável por um blog polêmico, a execução de Décio Sá aponta diversas variáveis, razão pela qual especialistas na área de segurança chegaram a duvidar sobre a possibilidade de elucidação do crime e até mesmo ainda acreditam que muita coisa vá surgir, haja vista as investigações ainda não terem sido encerradas.
Pelo menos uma coisa está praticamente certa: a pessoa que matou já presa, assim como os intermediadores diretos da execução do jornalista, o que prova que o trabalho da Polícia foi e está sendo feito para elucidar toda a emblemática que envolve a morte de Décio Sá.
ENQUETE
Com base nisso, logo após a morte do jornalista, o Sistema AGORA de Comunicação postou no site deste Jornal (www.agorasantaines.com.br) uma enquete que pedia a opinião do internauta sobre se a Secretaria de Segurança do Estado iria desvendar o crime que vitimou o jornalista Décio Sá. Referida enquete foi encerrada na manhã do dia 13.
Como resposta, 72.71% dos 425 computados disseram que NÃO, com 27.29% dos internautas opinando que SIM.
 
 
Juíza de Santa Inês nega que bandidos envolvidos no caso Décio Sá estivessem em liberdade devido a alvará de soltura concedido por ela 
As informações publicadas em jornais  da capital de que a juíza Larissa Tupinambá, da 2ª Vara de Santa Inês, havia concedido hábeas corpus aos acusados Jhonatan de Souza (conhecido em Santa Inês como Leandro da Silva) e Gleison Marcena de Souza  por não ter obtido resposta aos ofícios enviados para os órgãos em São Luis, foram contestadas por ela na manhã de ontem em entrevista concedida para a reportagem do AGORA Santa Inês.
O que ocorreu segundo a juíza, a dupla presa no dia 12 de outubro de 2010 em Santa Inês depois do duplo homicídio praticado na Cotia Pelada,  foi transferida para Pedrinhas em São Luis um dia após o crime,( 13/10) devido a periculosidade dos meliantes. A juíza disse, que realmente não obteve respostas das precatórias encaminhadas para São Luis, tanto via documentação, quanto por e-mail e que até março de 2011 a dupla não havia sido citada, e que não obtiveram alvará de soltura devido ao tramite processual não ter vingado. Garantiu ela também que eles não foram liberados pois ela havia entrado em contato com a 3ª Vara Criminal de Xinguara no estado do Pará, onde existem processos contra Jhonatan de Souza ou Leandro da Silva  por homicídios cometido naquela cidade. “Eles não foram beneficiados com alvarás de liberdade concedidos por mim como a imprensa divulgou, eles foram transferidos de São Luis para a cidade de Xinguara no estado do Pará escoltados, para responder pelos processos existentes lá. A última tramitação realizada neste processo foi no mês passado, tendo um pedido de hábeas corpus sido negado pela Justiça. Agora como eles foram colocados em liberdade, ainda está sendo investigado, mas nos altos do processo não existe fuga, habeas corpus, ou qualquer alvará de soltura”, afirmou Larissa Tupinambá para o AGORA.
 
Juíza Larissa Tupinambá, da 2ª Vara de Santa Inês