11/05/2011 11h12
Assalto cinematográfico em loja de departamento de Santa Inês rende mais de 100 mil para assaltantes
Uma das maiores lojas de departamentos da cidade, localizada na Rua do Comércio, foi assaltado no inicio da noite de sábado, 7, quando funcionários se preparavam para fechá-la. Além da importância de mais de 30 mil reais em dinheiro, foram levados mais de 50 mil em celulares, cerca de 17 mil em notebooks e netbooks, quase 4 mil em filmadoras, 13 mil em câmeras digitais e quase 2 mil em rádio e auto falantes, totalizando ao todo R$ 100.564,00.
COMO FOI O ASSALTO
De acordo com informações apuradas pela equipe de reportagem do Agora, era por volta das 19h, horário que a loja estava sendo fechada pelos funcionários em razão de ser véspera do dia das Mães, ficando aberta somente uma porta de saída, quando dois indivíduos que estavam no interior da loja se passando por clientes, sacaram revolveres e anunciaram o assalto, exigindo que todos fossem para os fundos da loja. Em seguida foi mandado que alguns funcionários tirassem os celulares das caixas e colocados em uma caixa maior para facilitar na locomoção. Depois foi a vez de câmeras fotográficas, notebooks, entre outros. Por fim, exigiram que fosse aberto o cofre da empresa de onde foi levada a quantia de R$ 30.128,00 (trinta mil cento e vinte o oito reais) em espécie.
Segundo informações de funcionários da loja, os homens praticaram o assalto de cara limpa, sem nenhum tipo de capuz para esconder os rostos. Eles disseram também que os assaltantes tinham sotaque diferente e foram resgatados por um terceiro participante da quadrilha que se encontrava do lado de fora em um carro não identificado. A polícia foi acionada e fez várias rondas na cidade, mas ninguém foi preso. Acredita-se que os assaltantes não sejam de Santa Inês e muito menos do estado, devido o sotaque. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil, mas até o fechamento desta edição não se tinha mais nenhuma novidade sobre o caso. Em razão de o assalto está sendo ainda apurado, as autoridades de segurança pediram à Editoria de Polícia do Agora que mantivesse, por enquanto, em sigilo, o nome da loja que foi assaltada.