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12/12/2011 16h50

Policiais civis e peritos continuam em greve por tempo indeterminado

Há mais de 12 dias em greve, policiais civis e peritos criminais continuam de braços cruzados por tempo indeterminado. A categoria reivindica a modificação do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR), pagamento da Unidade Real de Valor (URV) da mesma forma que foi concedida aos delegados da Polícia Civil, em torno de 11%; além de melhores condições de trabalho. Os policiais se mantêm concentrados em frente ao Plantão Central da Beira-Mar, local escolhido como base do movimento grevista.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Maranhão (Sinpol), Amon Jessen, a categoria passou a se reunir em frente à Reffsa logo após o rompimento com os militares, uma vez que não teriam sido beneficiados nas rodadas de negociação com o governo do Estado. Ele relatou que a decisão entre as categorias seria de conduzir, juntas, as negociações; porém, o comando da greve da Polícia Militar e bombeiros teria decidido excluir os policiais civis das reuniões com representantes do governo.

Segundo dados do Sinpol, no Maranhão existem cerca de 1.600 policiais civis, 88 peritos e 56 médicos legistas em todo o Estado. A categoria reivindica a revisão do PCCR – implementado no governo Jackson Lago, pagamento da URV – da mesma forma que foi concedida aos delegados de Polícia Civil e melhores condições de trabalho.