28/05/2011 11h39
Promoter de eventos de Santa Inês é preso acusado de participar da morte do auditor fiscal José Maria
A polícia Civil juntamente com Deic, prenderam na tarde de quinta-feira, o promotor de eventos Eduardo Dias Silva, acusado de participação no assassinato do auditor fiscal da Receita Estadual José Maria Alves, 56 anos, cujo corpo foi encontrado carbonizado dentro de seu veículo no dia 02 de abril na BR 222, próximo do município de Itapecuru-Mirim
Após uma intensa investigação, a polícia chegou ao acusado Eduardo que já vinha sendo monitorado. Segundo apurou o Agora Eduardo chegou a ser chamado várias vezes para depor na Delegacia Regional de Santa Inês sobre o caso. O promoter, que é bastante conhecido na cidade por realizar eventos e festas esteve com a vítima em uma casa de show, horas antes de o corpo ter sido encontrado carbonizado.
O delegado Valter Costa não quis dar entrevista devido o caso está correndo em sigilo, já que, pode haver outros envolvidos no crime, mas informou a um canal de televisão que Eduardo havia confessado o crime e que o mesmo teria um caso amoroso com o auditor. No começo da noite de quinta-feira, horas depois da prisão de Eduardo, o delegado Valter Costa informou para o editor do Agora, Clélio Silveira, que possivelmente Eduardo teria dado sonífero a José Maria, para mais adiante cometer o crime. O acusado do assassinato do auditor foi ouvido na quinta-feira pela polícia em Santa Inês e depois teria sido levado para São Luis.
CRIME
O auditor se deslocava de Santa Inês, onde respondia pelo escritório da Receita Estadual, à cidade de Anapurus, onde passava os finais de semana cuidando de um empreendimento. No próximo mês de junho, pretendia inaugurar a ampliação física do balneário, que iria ganhar apartamentos para hospedagem de visitantes.
Somente no dia 14 deste mês, 40 dias após o crime, o IML liberou o corpo de José Maria, assassinado barbaramente no dia 02 de abril, nas proximidades de Itapecuru. O corpo foi encontrado em uma localidade a cerca de 3 km da saída de Itapecuru, sentido Vargem Grande, às margens da BR-222. Depois de assassinado, José Maria teve o corpo carbonizado juntamente com o seu veículo, uma S-10 de cor branca.
O exame de DNA, realizado em outro Estado, confirmou que o corpo, encontrado no interior do veículo, era mesmo de José Maria.

Zé Maria pode ter sido drogado com sonífero para facilitar o assassinato. A S10 onde se encontrava o corpo de Zé Maria ficou completamente destruida e Eduardo é acusado de ser o autor do crime