24/06/2011 22h54
Três dos quatro acusados de envolvimento no assassinato do professor Juvenilson foram apresentados no Fórum de Santa Inês na semana passada
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| Envolvidos na morte do professor Juvenilson Oliveira Veloso continuam presos em São Luís, mas um deles está foragido |
Três dos quatro acusados de envolvimento no assassinato do professor Juvenilson Oliveira Veloso, foram levados ao fórum de Santa Inês para uma audiência no último dia 16.
Eldda Estephany Noleto Silva, de 25 anos, seu marido Cleiber Alves Garcia, vulgo “Mineiro”, acusados de serem os mandantes do crime e José Silva Santana, vulgo “Neto”, executor do crime, se fizeram presentes no fórum da cidade, mas não foram ouvidos pela juíza Kariny Reis.
Uma multidão se aglomerou na frente daquela instituição gerando tumulto e foi preciso reforço policial para conter as pessoas que continuam revoltadas com o crime bárbaro que vitimou o professor Juvenilson, covardemente assassinado.
De acordo com informações da juíza titular da 3ª Vara da comarca, Kariny Reis, na primeira fase do processo, serão ouvidos apenas as testemunhas de acusação. No primeiro momento foram ouvidas a mãe e viúva da vítima e faltam ainda mais três testemunhas de acusação para que os acusados sejam ouvidos. “Os acusados se fizeram presentes no fórum e cicaram em salas separadas mas não foram ouvidos, apenas as testemunhas de acusação com a presença dos advogados dos acusados para que as testemunhas não se intimidassem”. Dra. Kariny disse para a reportagem do Agora que após ouvir todas as partes, será enviada uma carta precatória ao Tribunal de Justiça e só depois é que se saberá se os réus vão vai a júri popular e quando.
A juíza Kariny Reis disse ao Agora não pode dar mais informações, pois o caso corre em segredo de justiça. No final da tarde do dia 16 os acusados foram encaminhados novamente para o presídio em São Luis, provavelmente voltarão a Santa Inês no mês de julho para serem ouvidos. O quarto elemento, envolvido no crime, Leandro Marques Brandão, vulgo “Lourinho”, segundo apuramos, conseguiu escapar da prisão e está foragido.
O crime ocorrido no inicio do mês de dezembro por um motivo banal, uma divida de R$500,00 reais que o casal de acusados devia a mãe do professor, ocorreu no inicio do mês de dezembro do ano passado e chocou a cidade, pela crueldade como aconteceu.
