07/04/2011 16h46
Polícia segue sem desvendar o assassinato do auditor fiscal que trabalhava em Santa Inês
Até o fechamento desta edição, no final da tarde de ontem, a polícia estadual não tinha conseguido desvendar o assassinato do auditor da Receita Estadual, José Maria que trabalhava em Santa Inês havia alguns anos. O delegado regional Valter Costa disse que as investigações tem prosseguimento, mas não pode adiantar mais nada. Segundo apurou o Agora, uma das linhas de investigação da polícia, pode ser a de que o auditor tenha sido vítima de um crime de encomenda. Ele teria comandado a aplicação de uma grandiosa multa a uma empresa. O corpo de José Maria foi encontrado carbonizado dentro de sua camioneta também incendiada, às margens da BR-222, KM 20, que dá acesso a cidade de Itapecuru-Mirim, na manhã de sábado passado. A polícia suspeita que não houve incêndio acidental, pois foi encontrada uma garrafa de álcool próximo ao local do crime.
A caminhoneta S10 de cor branca com a placa HPH 3536 foi encontrada por populares que acionaram a polícia. Com os dados da placa da camioneta a PM descobriu que o veículo havia pertencido ao empresário de Santa Inês Osvaldo Souza Miranda, e ao entrar em contato com o mesmo ficou sabendo que o veículo ainda estava em seu nome, mas ele a teria vendido para seu amigo José Maria da Costa, mais conhecido como Zé Maria, auditor da Receita Estadual, residente na cidade de Anapurus. Em Santa Inês a tenente Dilma que estava no comando da 2ª CIA informou para imprensa que entrou em contato com a esposa de José Maria, e esta confirmou que o mesmo era o atual dono do veículo. Um amigo da vítima teria dito que havia visto “Zé Maria” em Santa Inês na noite de sexta-feira e que ele havia saído da cidade por volta das 2h da madrugada rumo a Anápurus.
Aqui em Santa Inês circulou a informação de que o apartamento onde José Maria morava teria sido totalmente revirado, mas o delegado regional de Santa Inês Valter Costa, disse a nossa equipe de reportagem que a informação era falsa, o quarto onde a vítima residia no centro de Santa Inês, se encontraria intacto. José Maria deixa além da viúva, dois filhos legítimos e uma filha adotiva.