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28/01/2012 13h03

Prefeitura de Bom Jardim inicia capacitação de educadores do Programa Brasil Alfabetizado

 

Prefeito Roque Portela, durante discurso na aula inicial do programa Brasil Alfabetizado em Bom Jardim
 
A Prefeitura Municipal de Bom Jardim, por meio da Secretaria Municipal da Educação, realiza o Programa Brasil Alfabetizado, do Ministério da Educação, possibilitando a alfabetização de jovens, adultos e idosos.
O Programa Brasil Alfabetizado representa uma porta de entrada na cidadania, uma vez contribui e promove o acesso à educação como um direito de todos em qualquer momento da vida. Tem como objetivo ampliar as oportunidades educacionais para jovens acima de 15 anos, adultos e idosos que não tiveram acesso ou permanência na Educação Básica.
Pode participar do Programa toda pessoa com 15 anos ou mais que ainda não teve a oportunidade de aprender a ler e a escrever.
Para ser alfabetizador, a pessoa precisa ter, no mínimo, formação em ensino médio-magistério, procurar um espaço adequado para as aulas, participar das formações iniciais e continuada.
O programa é desenvolvido no município através de parceria com o Ministério da Educação. As aulas acontecem de segunda a sexta-feira, nos turnos manhã e tarde, no auditório da Escola Municipal Dinari Feitosa.
O programa visa alfabetizar jovens e adultos, que ao longo de suas vidas não tiveram oportunidade de aprender a ler e escrever. A iniciativa contribui para a redução da taxa de analfabetismo no município. Mais de 3.800 alunos já foram atendidos pelo programa e a meta para este ano é atender mais de 1.300 alunos.
De acordo com o coordenador do programa Janilson Marques dos Santos, a orientação inicial é uma condição para que os educadores possam atuar juntamente ao programa e que o curso inicial é distribuído em 40 horas de aprendizado, dinâmicas, e troca de experiências.
Segundo a secretária de Educação, Audivânia Porto, o programa é um dos instrumentos para erradicar o analfabetismo no município. “Saber ler e escrever é um direito de todo cidadão e mais que isso, é uma questão de dignidade e de oportunidade”. (Ascom/PMBJ)