• Agora Santa Inês - camp
  • Agora Santa Inês - camp
  • Agora Santa Inês -
  • Agora Santa Inês -
Agora Santa Inês - O ÚNICO PRÊMIO ESSO DE JORNALISMO MARANHENSE É DE SANTA INÊS: CONHEÇA UM POUCO DE SUA HISTÓRIA

O ÚNICO PRÊMIO ESSO DE JORNALISMO MARANHENSE É DE SANTA INÊS: CONHEÇA UM POUCO DE SUA HISTÓRIA

HISTÓRICO

Primeiro filho do casal Sebastião Nunes Filho e Maria Edite Nunes, José Adilson Nunes nasceu no dia 20 de maio de 1955 no povoado de Três Satubas, então distrito de Pindaré-Mirim. Aos 10 anos de idade muda-se para Santa Inês, onde  fez teste para ingressar numa escola pública da cidade, cuja responsável foi a professora Conceição Freire, muito querida em toda região do Vale do Pindaré. Embora com o natural nervosismo e a timidez de um garoto do interior, Adilson foi aprovado no teste para a primeira série do Primário.

Com a família ainda morando em Três Satubas, seu pai providenciou moradia na casa do amigo João Silva, na Rua do Bambu. Os primeiros seis meses fora do convívio dos pais e de seus irmãos, não foram muito felizes, uma virose o afetou por vários dias o que fez sua mãe Maria Edite ir buscá-lo para tratamento em casa ao lado de seus familiares.

Passado o susto, Adilson volta para Santa Inês, onde dá continuidade aos estudos, agora morando na casa de outro amigo da família, Aderson Barros, também na Rua do Bambu. Na  nova família mora com os filhos do casal Aderson e Maria Barros (Salomão e Maria Francisca, além do afilhado Zuca). Nessa época o garoto do interior estudou no Colégio Conceição Freire, na Praça da Saudade.

Seu pai, então percebendo que era chegada a hora dos estudos dos outros filhos, em maio de 1968, muda-se com toda a família para Santa Inês, já emancipada de Pindaré. Na cidade, comprou uma casa muito simples também na Rua do Bambu. Para sobreviver e garantir os estudos dos filhos, que já eram 9, Sebastião ainda mantinha o trabalho de agricultura de subsistência  com pequenas roças de arroz, feijão e mandioca em Três Satubas, e complementava a renda com a venda de cachaça na cidade, (essa atividade durou até o ano de 2006 quando faleceu aos 75 anos).

No segundo semestre de 1968, Adilson foi morar com sua avó paterna Joana de Oliveira em Capinzal do Norte,  onde conclui a quinta série. No ano seguinte volta para o convívio da família em  Santa Inês e vai estudar no  Colégio Oscar Galvão em Pindaré, cujo diretor era o Padre Chagas, aliás,  foi Padre Chagas quem o batizou. Adilson definitivamente residindo em  Santa Inês, foi para o  Ginásio Bandeirantes, onde o professor João Seba  era o diretor e um dos seus grandes incentivadores. Ali conclui o Primeiro Grau junto com o Admissão, que era um estágio entre o Primário e o Segundo Grau.

Uma das grandes preocupações de seus pais era também arranjar uma maneira de profissionalizar os filhos ou simplesmente conseguir emprego para que eles pudessem auxiliar na renda doméstica. Adilson então, entra para o aprendizado em artes gráficas, na gráfica Progresso que também pertencia ao Padre Chagas, ali aprende o ofício de compositor tipográfico ou tipógrafo.

IDA PARA O RIO DE JANEIRO

No ano de 1974,, com menos de 20 anos, o pequeno “Gutemberg” parte para o Rio de Janeiro. A primeira recepção não foi das melhores, foi morar no morro Santa Marta, uma favela no bairro de Botafogo. Mas o jovem profissional estava disposto a ir á luta, arranjou emprego em uma gráfica, sempre se destacando pelo seu profissionalismo apesar da pouca idade e a diversidade cultural de uma metrópole. Estudando numa escola pública Adilson conclui o Segundo Grau. Nesse período faz vestibular para Comunicação Social nas Faculdades Integradas Hélio Alonso, onde é aprovado no curso de jornalismo concluído em 1983. Em 1985 entra para a grande imprensa Carioca contratado  profissionalmente para o cargo de diagramador e secretário gráfico no jornal Tribuna da Imprensa, de onde sai no ano de 1992 para o Jornal do Brasil onde trabalhou durante 20 anos. E Foi no JB onde Adilson conquistou o Prêmio Esso de Jornalismo na Categoria Criação Gráfica no ano de 2000, com a primeira página do caderno cultural, o caderno B, deste mesmo informativo. Em 2007 Adilson volta à Faculdade Hélio Alonso, agora como professor universitário nas disciplinas Secretaria Gráfica e Programação Visual e Redação e Edição em Jornal Impresso. Também trabalhou nas Organizações Globo especificamente no Jornal Extra. Esse querido conterrâneo hoje é Pós Graduado  em Comunicação e Semiótica e também em Docência do Ensino Superior. Aposentado, Adilson Nunes voltou em 2018  para o Jornal do Brasil onde prestou seus valiosos serviços. José Adilson Nunes hoje é casado com Elizabeth tem três filhos, Lidson, Lívia e Luan e os netos Luca e Lila. É botafoguense por pura paixão.

Prêmio Esso de Jornalismo

O Prêmio Esso de Jornalismo, considerado o mais tradicional programa de reconhecimento do trabalho dos profissionais de imprensa no Brasil, está completando 66 anos em 2021. A empresa estima que, em 66 anos do programa, mais de 32 mil trabalhos foram submetidos à avaliação de comissões julgadoras. O concurso, que passou em 2019 a se denominar Prêmio ExxonMobil de Jornalismo, oferece um campo de exploração amplo para a reflexão acerca da identidade profissional do jornalista e as relações entre a imprensa e o poder político.

Ao longo da trajetória do prêmio, as matérias de cunho social tiveram uma predominância na categoria principal – o Esso de Jornalismo – em comparação às reportagens apresentando outras temáticas, como política, economia, esportes ou internacional, especialmente nas décadas de 50, 60 e 70. A revista O Cruzeiro foi a pioneira na história do programa, tendo conquistado o prêmio único em 1956 pela reportagem “Uma tragédia brasileira: os paus-de-arara”, dos jornalistas Mário de Moraes e Ubiratan de Lemos. Desde então, o concurso consolidou-se como detentor de um poder de distinção profissional que o diferencia dos demais prêmios.

Do ponto de vista ético-profissional, o debate sobre o papel do jornalismo ganha dimensão ainda maior nestes tempos de forte polarização política e ideológica no Brasil. Na cobertura sobre a Operação Lava-Jato, que investigou denúncias de corrupção na Petrobras envolvendo empresários, políticos e diretores da estatal, reportagens políticas abandonam, muitas vezes, uma apuração criteriosa dos fatos e longe de esclarecer e informar com responsabilidade se reduzem a um denuncismo a serviço de outros interesses, como bem observou Rogério Christofoletti, professor da Universidade Federal de Santa Catarina: “Muito distante da preocupação de fiscalizar os poderes, de monitorar seus atos e de denunciar abusos. Sim, o jornalismo não deve transigir nesta atividade, mas vigiar é uma coisa, atacar ostensivamente é outra bem diferente”. E para mostrar sua força positiva, a imprensa brasileira vem desde o ano passado, 2020, enfrentando ao lado da população, uma batalha que virou pauta do dia a dia de qualquer órgão de imprensa com o mínimo de responsabilidade. E o nosso personagem? Bom, Adilson Nunes chegou aos 66 anos no último dia 20, quinta-feira, e mesmo isolado em seu apartamento no Rio de Janeiro, e aposentado, não deixa de “maquinar” com sua mente criativa e ainda assina a diagramação de um ou dois jornais cariocas. Feliz aniversário Mestre! (Por Marcio de Souza Castilho, professor adjunto do Departamento de Comunicação Social da Universidade Federal Fluminense/ adaptação Redação do AGORA/Arquivo do site: www.agorasantaines.com.br

PUBLICIDADE

Postado por: Redação Agora 03

Categoria do Post: Entretenimento

Data: 24/05/2021

Visitas: 103

Palavras-chave: O ÚNICO PRÊMIO ESSO DE JORNALISMO MARANHENSE É DE SANTA INÊS: CONHEÇA UM POUCO DE SUA HISTÓRIA

Fonte:

Big Systems
9389434 visitas no Portal www.agorasantaines.com.br hoje 20 do mês 06 de 2021