Agora Santa Inês - COLUNA ESTADO DE ALERTA 1618

COLUNA ESTADO DE ALERTA 1618

NÃO AO ASSÉDIO!

A Assembleia Legislativa do Maranhão aprovou, na quarta-feira (14), o Projeto de Lei 255/2021, de autoria da deputada Daniella Tema (DEM), que institui o Dia Estadual de Combate ao Assédio Sexual contra Mulheres no Ambiente de Trabalho.

O dia 16 de dezembro foi a data escolhida para fixar a data de realização da campanha de conscientização sobre o assunto, em referência ao caso de assédio sexual de repercussão nacional sofrido pela deputada estadual Isa Penna, de São Paulo, flagrado pelas câmeras da Alesp, durante sessão plenária.

 

QUATRO OPÇÕES

Roseana Sarney, Weverton Rocha, Carlos Brandão e Edivaldo Júnior são opções propostas por diferentes grupos dentro da sigla MDB para o Palácio dos Leões. Mas aqui no AGORA, a gente acredita que somente dois desses quatro nomes estarão na disputa pelo governo do Estado, e até aposta que um deles é o de Roseana Sarney. Anotem aí!!! 

 

REFORMA SIM!!!

E segue cada vez maior e mais demorada, a reforma do “hospital provisório” (vai vendo!!!), perdão...do Hospital Municipal de Santa Inês, iniciada lá em março. Pelo visto a reforma ainda vai consumir uns três meses, ou mais. Uma coisa é (quase) certa; os tais pouco mais de 500 mil, que seriam gastos nela já devem, como tudo no tempo de crescer, crescido em ao menos uns 100%. Não? Então perdão de novo! Divulguem os números...valores...etc.

 

E SOBRE AS OBRAS

Ora bolas! Ora pílulas! Se uma reforma está demorando esse tempo todo, imagina quanto tempo vai durar uma dessas tantas e tantas obras prometidas aí, a exemplo de três mercados – tem o do Roberto Rocha, o do Othelino e Fufuca com a prefeitura, e ainda tem a reforma de um deles pelo governador Flávio Dino – cinco equipamentos médicos, entre eles três hospitais – Municipal, Infantil, Idoso, fora o Centro de Hemodiálise  e salvo engano uma UPA, e uma Rodoviária de botar a de Brasília no bolso -  fora outras miudezas, que nem saíram do papel?

 

ANO QUE VEM...

Vem mais promessas, e quem sabe a inauguração da reforma, o lançamento da pedra fundamental disso ou daquilo...e segue o barco. Promessa de político  é coisa séria!!! Crê!!! 

 

50% TOMOU A PRIMEIRA

E 10% tomou a primeira e a segunda. Trocando em miúdos como diz a canção, apenas 10% dos 90 mil santainesenses (9 mil) estão completamente imunizados, isso quer dizer que 81 mil estão expostos à contaminação. É mentira Terta? Ora, se tem gente que tomou as duas e está morrendo, qual o motivo da comemoração de ter aplicado 39 mil doses da D1 enviada pelo SUS, e entregue pelo Governo do Estado? Vamos deixar pra festejar mais adiante....e de mais a mais, se não tem internado de Santa Inês com covid no HMTM, mas tem de Santa Inês internado no Macrorregional. E quando vai pra lá, é que o paciente está necessitando de cuidados médicos que só por lá tem. Simples assim!!! Eita...Nan....Menos seus meninos!!! 

 

PALMAS E MAIS PALMAS

Já os profissionais de saúde de Santa Inês merecem palmas e mais palmas! Fazem milagres e se dedicam a cumprir o que lhes é determinado. Viva eles que vivem no anonimato!!!

 

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A MORTE EM BOLSONARO

Contra a necrópoles em que ele nos meteu, devemos lutar com a pulsão de vida

Por  Thiago Amparo

 

Ao abrir o jornal vejo a imagem escatológica postada pelo presidente. Vê-se um Jair sem camisa, fragilizado, deitado, com os dizeres: "Estaremos de volta em breve, se Deus quiser. O Brasil é nosso!"

Tanto na época do deplorável atentado em 2018 quanto nesta intervenção médica a que se submete o presidente nesta quarta (14), o capitão-presidente se expõe com a fragilidade da carcaça à qual estamos todos presos.

A política é feita de símbolos, e, no caso de Jair Messias Bolsonaro, o símbolo é a morte.

O que faz a morte? Torna-o soberano e mito. O riso espalhafatoso ao simular morrer sem ar, imitando pacientes graves de Covid-19. A defesa do fuzilamento de 30 mil pessoas. O tratamento hospitalar do presidente, o sétimo desde 2018, é necessário. Não é imprescindível, no entanto, expor-se em frangalhos, desnudo, em imagem jogada às multidões. Isso é uma escolha política.

Ao se colocar como um líder a navegar contra os infortúnios da mortalidade que nos une, ao lado de uma figura religiosa ao pé da maca, o presidente mitifica-se ou assim quer ser visto. E, ao mitificar-se, reforça sua pulsão da morte como arma política.

Toda a resposta presidencial à pandemia que vitimou meio milhão de brasileiros foi um longo beijo necrófilo. Bolsonaro precisa da morte porque é essa a sua forma de governo. "Eu não sou coveiro, tá certo?". "Mortes vão haver". "E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê?". "A gente lamenta todas as mortes, está chegando ao número 100 mil, mas vamos tocar a vida." "Todos nós vamos morrer um dia, aqui todo mundo vai morrer."

Os humanos e outros primatas são os poucos seres vivos que ritualizam a morte, porque é da capacidade do luto que é feita nossa humanidade. Contra a necrópolis em que Bolsonaro nos meteu a todos devemos lutar com a pulsão de vida. Desejo ao presidente que se recupere rápida e plenamente para que possa, enfim, ser responsabilizado pelo governo da morte que preside. Fonte: folha.uol.com.br

Postado por: Redação Agora 03

Categoria do Post: Politica

Data: 19/07/2021

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Palavras-chave: COLUNA ESTADO DE ALERTA 1618

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